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Bio-segurança  / Esterilização
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AVALIAÇÃO MICROBIOLÓGICA DA EFICÁCIA IMEDIATA DE 04 AGENTES ANTI-SÉPTICOS UTILIZADOS NA DEGERMAÇÃO DAS MÃOS
SILVA, E. J. S. et al.
No presente estudo os autores avaliaram o efeito imediato de 05 agentes encontrados no mercado que são utilizados na lavagem das mãos: 1)sabão líquido comum; 2)triclosano 0,5%; 3)álcool 70%, na forma gel; 4)PVP-I (polivinilpirrolidona-iodo) 10% e 5)Clorexidina 4%.
( 8 páginas 26 ref. 12 f.) Rev. Bras. Cirurgia Implant. / BCI - Ano: 2000
Cod. D10 . 7 . 27 - 8 2000 - 4 D Inv.Cient.


COMPORTAMENTO DOS CIRURGIÕES-DENTISTAS EM RELAÇÃO A UTILIZAÇÃO DO EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL (EPI) NO CONTROLE DE INFECÇÕES
ROSA, M. R. D. et al.
O objetivo desta pesquisa foi verificar a utilização do Equipamento de Proteção Individual (EPI) no controle de infecções no atendimento Odontológico em clínicas privadas.
( 8 páginas 15 ref. 8 f.) Rev. Bras. Ciênc. Saúde / UFPB - Ano: 2000
Cod. B18 . 5 . 2 - 8 2000 - 2 D Inv.Cient.


CONHECIMENTO ACADÊMICO SOBRE TRANSMISSÃO E CONTROLE DE INFECÇÕES NA PRÁTICA ODONTOLÓGICA
SILVA NETO, J. M. et al.
Esta pesquisa objetivou avaliar se o conhecimento dos acadêmicos de odontologia da UFPB em relação a transmissão e controle de infecções na prática odontológica já existe antes do curso de graduação e se é ampliado durante o processo pedagógico.
( 8 páginas 22 ref. 2 f.) Rev. Bras. Ciênc. Saúde / UFPB - Ano: 2000
Cod. B18 . 5 . 2 - 8 2000 - 5 D Inv.Cient.


INFLUÊNCIA DOS MÉTODOS DE ESTERILIZAÇÃO NA CAPACIDADE E VELOCIDADE DE ABSORÇÃO DE DIFERENTES MARCAS COMERCIAIS DE CONES DE PAPEL ABSORVENTE PARA ENDODONTIA
KUBO, C. H. et al.
Este trabalho teve como objetivo avaliar a influência dos métodos de esterilização sobre a capacidade e velocidade de absorção de cones de papel absorvente empregados em Endodontia.
( 15 páginas 32 ref. 22 f.) Rev. Odont. UNESP / SP - Ano: 2000
Cod. E04 . 29 . 1/2 - 12 2000 - 9 F Inv.Cient.


EFEITOS DA ANTI-SEPSIA COM POLIVINILPIRROLIDONA-IODADA (PVP-I) A 10% SOBRE O CRESCIMENTO BACTERIANO EM SUTURAS COM FIO DE ALGODÃO. ESTUDO MICROBIOLÓGICO E HISTOMORFOLÓGICO EM RATOS
OKAMOTO, T. et al.
No presente trabalho foram avaliados os efeitos do polivinilpirrolidona-iodada (PVP-I) a 10% sobre o crescimento de bactérias no fio de algodão na sutura da mucosa gengival após exodontia.
( 7 páginas 25 ref. 6 f.) Unimar Ciências - Ano: 2000
Cod. E22 . 9 . 2 - 2 2000 - 2 D Inv.Cient.


ESTUDO DOS FATORES DEMOGRÁFICOS E ETIOLÓGICOS NA OCORRÊNCIA DOS TRAUMATISMOS DENTÁRIOS
CÔRTES, M. I. S. et al.
O presente estudo é parte da análise clínica da ocorrência de lesões traumáticas em pacientes atendidos na Clínica de Traumatismos Dentários da Faculdade de Odontologia da UFMG, nos últimos 12 anos. O objetivo principal é determinar os fatores demográficos e etiológicos relacionados aos traumatismos na dentição permanente, utilizando dados dos prontuários desses pacientes. (VI Encontro de Pesquisa da F. O. UFMG, 18 a 21/05/99).
( 1 páginas 0 ref. 0 f.) Arq. em Odont. / Fac. Odont. UFMG - Ano: 1999
Cod. C11 . 35 . 5 - 6 1999 - 90 X Inv.Cient.


DESINFECÇÃO DE MOLDES: COMO, QUANDO E POR QUÊ
NASCIMENTO, W. F. et al.
O presente trabalho tem como objetivo conscientizar a classe odontológica dos riscos de infecção cruzada provenientes da manipulação de moldes e modelos de gesso por parte do CD e de toda a sua equipe (principalmente os técnicos de laboratório de prótese), bem como divulgar métodos de desinfecção simples, seguros, rápidos e fáceis, com base numa revisão literária de 20 anos.
( 4 páginas 28 ref. 15 f.) Rev. APCD - Ano: 1999
Cod. A01 . 53 . 1 - 2 1999 - 2 B Rev. Liter


RESPONSABILIDADE NO CONTROLE DE INFECÇÃO
TEIXEIRA, M. & SANTOS, M. V.
O conhecimento científico sobre Controle de Infecção (CI) avançou muito, mas muitos profissionais ainda resistem em implementá-lo integralmente sob variados pretextos. A mesma falta de ênfase pode ser observada nos cursos de Odontologia do País.
( 13 páginas 10 ref. 20 f.) Rev. APCD - Ano: 1999
Cod. A01 . 53 . 3 - 6 1999 - 1 F Rev. Liter


CONTROLE DE INFECÇÃO EM RADIOLOGIA ODONTOLÓGICA
CARVALHO, P. L. & PAPAIZ, E. G.
Buscamos com esse trabalho orientar o profissional de Odontologia a aplicar os princípios de bio-segurança em Radiologia Odontológica para a redução e/ou eliminação de micro-organismos presentes durante as tomadas radiográficas.
( 3 páginas 10 ref. 3 f.) Rev. APCD - Ano: 1999
Cod. A01 . 53 . 3 - 6 1999 - 11 B Rev. Liter


INFECÇÃO CRUZADA ENTRE O CONSULTÓRIO ODONTOLÓGICO E O LABORATÓRIO VIA PRÓTESES CONTAMINADAS
PAVARINA, A. C. et al.
O objetivo deste trabalho é alertar os profissionais da área odontológica sobre os riscos da infecção cruzada se as próteses não forem desinfetadas.
( 5 páginas 44 ref. 0 f.) PCL: Rev. Bras. Prót. Clín. Lab. - Ano: 1999
Cod. B16 . 1 . 1 - 3 1999 - 14 C Rev. Liter


RECOMENDAÇÕES PARA O CONTROLE DE INFECÇÃO EM LABORATÓRIO DE PRÓTESE ODONTOLÓGICA
MATHIAS, S. A. et al.
A contaminação direta ou cruzada pode ser evitada pela adoção de procedimentos simples de bio-segurança. Os profissionais devem usar equipamentos de proteção individual, ter especial cuidado com a higiene pessoal e separar as roupas de trabalho das pessoais.
( 7 páginas 13 ref. 15 f.) PCL: Rev. Bras. Prót. Clín. Lab. - Ano: 1999
Cod. B16 . 1 . 1 - 3 1999 - 19 D Rev. Liter


BIOFILME NA ODONTOLOGIA
BONIFÁCIO, K. C. et al.
A proposta deste trabalho é explicar a importância do biofilme na microbiologia e no consultório odontológico, mostrar seu mecanismo de formação, a inter-relação do mesmo com outras áreas e apresentando recomendações para minimizar seus efeitos durante os procedimentos odontológicos.
( 6 páginas 18 ref. 1 f.) JAO: J. Assess. Prestação Serv. Odont. - Ano: 1999
Cod. D16 . 3 . 14 - 6 1999 - 4 C Rev. Liter


CONTROLE DE INFECÇÃO E ESTERILIZAÇÃO EM ORTODONTIA
MEDEIROS, C. R. & NUNES, A. C. M.
Este trabalho tem como objetivo fazer um levantamento bibliográfico a respeito do que se tem realizado para obter um eficaz controle de infecção e esterilização no consultório ortodôntico.
( 4 páginas 18 ref. 0 f.) Rev. Goiania de Ortodontia - Ano: 1999
Cod. B25 . 4 . 2 - 2 1999 - 1 B Rev. Liter


SALA CLÍNICA IDEAL AMPLIA A SEGURANÇA
MENDES, A. A. et al.
Cuidados com limpeza, água e ar interferem no sucesso e na segurança do tratamento.
( 6 páginas 0 ref. 9 f.) Rev. ABO Juiz de Fora - Ano: 1999
Cod. B26 . 8 . 10 - 6 1999 - 1 C Rev. Liter


AIDS E CONTROLE DE INFECÇÃO CRUZADA NA PRÁTICA ODONTOLÓGICA: PERCEPÇÃO E ATITUDES DOS PACIENTES
DISCACCIATI, J. A. C. et al.
Com o objetivo de avaliar a percepção dos pacientes quanto ao risco de se contrair o vírus da imunodeficiência humana (HIV) durante o atendimento odontológico e suas atitudes em relação a continuar ou não o seu tratamento caso venham a saber que seu cirurgião-dentista (CD) atende pacientes com AIDS ou seja HIV soropositivo, foram realizadas 518 entrevista entre militares da Polícia Militar de Minas Gerais e seus dependentes, que haviam terminado tratamento com 233 CD diferentes.
( 8 páginas 25 ref. 5 f.) Rev. Odont. USP / SP - Ano: 1999
Cod. C01 . 13 . 1 - 3 1999 - 20 D Inv.Cient.


AVALIAÇÃO BACTERIOLÓGICA DA QUALIDADE DA ÁGUA UTILIZADA NOS EQUIPOS ODONTOLÓGICOS
AGUIAR, C. M. & PINHEIRO, J. T.
Através de análise bacteriológicas, avaliou-se a qualidade da água utilizada em equipos odontológicos de Recife, Pernambuco. Foram coletadas 148 amostras de água procedentes de 37 equipos odontológicos distribuídos em 3 grupos, de acordo com a localização dos reservatórios e a disponibilidade do sistema de anti-sepsia Flush.
( 8 páginas 27 ref. 9 f.) Rev. APCD - Ano: 1999
Cod. A01 . 53 . 3 - 6 1999 - 8 D Inv.Cient.


ISOLAMENTO E IDENTIFICAÇÃO DE MICRORGANISMOS EM BRINQUEDOS UTILIZADOS EM CONSULTÓRIOS
BARBIERI, D. S. V. et al.
A presente pesquisa teve como objetivo reconhecer os riscos de contaminação existentes em oferecer brinquedos a crianças pequenas durante consultas odontopediátricas. Para se avaliar a presença de bactérias em brinquedos utilizados em consultório odontológico, foram analisados 50 brinquedos de borracha de clínicas particulares e públicas nas cidades de Curitiba e Campinas.
( 6 páginas 12 ref. 19 f.) Rev. APCD - Ano: 1999
Cod. A01 . 53 . 3 - 6 1999 - 10 C Inv.Cient.


AVALIAÇÃO DA EFICÁCIA DE TRÊS DESINFETANTES DE SUPERFÍCIE DE USO ODONTOLÓGICO: ESTUDO PILOTO
VARGAS, J. M. et al.
O presente estudo tem como objetivo verificar a eficácia de três agentes desinfetantes de superfície: álcool etílico a 70% hipoclorito de sódio e água com detergente. (VI Encontro de Pesquisa da F. O. UFMG, 18 a 21/05/99).
( 1 páginas 0 ref. 0 f.) Arq. em Odont. / Fac. Odont. UFMG - Ano: 1999
Cod. C11 . 35 . 5 - 6 1999 - 96 X Inv.Cient.


AVALIAÇÃO DA EFICÁCIA DO USO DE SOLUÇÕES DE HIPOCLORITO DE SÓDIO E DE ÁLCOOL IODADO NA DESCONTAMINAÇÃO DE LUVAS PARA PROCEDIMENTOS ODONTOLÓGICOS
MOREIRA, K. I. et al.
Para orientar a reutilização de luvas, prática corrente entre os profissionais, este estudo avalia a eficácia das soluções de hipoclorito de sódio.
( 9 páginas 17 ref. 5 f.) Odonto / UMESP - SP - Ano: 1999
Cod. D06 . 7 . 16 - 6 1999 - 10 E Inv.Cient.


STAPHYLOCOCCI FROM DENTAL PERSONNEL
PEREIRA, M. L. et al.
Thirty dental students and five professors were cultured in nares, throat, and hands for the presence of staphylococci. Twenty-four students and two professors were colonized with staphylococci that were classified as S. aureus. Twelve students and one professor were colonized with staphylococci that produced enterotoxin. Care needs to be taken to avoid contaminating patients during dental examination, particularly during any type of surgery.
( 7 páginas 19 ref. 3 f.) Braz. Dental J. / FORP-USP - Ano: 1999
Cod. C06 . 10 . 1 - 6 1999 - 6 D Inv.Cient.


FLUXO DE ÁGUA UTILIZADO EM TURBINAS DE ALTA ROTAÇÃO DE CIRURGIÕES-DENTISTAS DO VALE DO PARAÍBA EM PROCEDIMENTOS OPERATÓRIOS
CAVALCANTI, B. N. et al.
A proposta deste estudo foi uma análise do fluxo de água, comumente utilizado em turbinas de alta rotação, comparado ao volume máximo de água possível, além de avaliar diferenças entre volumes habituais usados por profissionais de diferentes categorias e entre volumes máximos de turbinas de diferentes marcas comerciais.
( 8 páginas 19 ref. 9 f.) PGR - Pós-Graduação Rev. / UNESP - SJC - Ano: 1999
Cod. C19 . 2 . 1 - 6 1999 - 7 D Inv.Cient.


EFEITOS DOS DESINFETANTES SOBRE A ESTABILIDADE DIMENSIONAL E NA MANUTENÇÃO DE DETALHES DAS SILICONAS
CONSANI, S. et al.
O propósito deste estudo foi verificar a influência de desinfecção com soluções à base de formaldeído 4% (Glutasept) e glutaraldeído 2% (Glutalador), em moldes de 5 tipos de siliconas por imersão durante 30 minutos, para testes de alteração dimensional linear e manutenção dos detalhes.
( 6 páginas 23 ref. 10 f.) PCL: Rev. Bras. Prót. Clín. Lab. - Ano: 1999
Cod. B16 . 1 . 2 - 6 1999 - 3 C Inv.Cient.


ANÁLISE DO USO DA BIOSSEGURANÇA EM CONSULTÓRIOS DENTÁRIOS PARTICULARES
CRUZ, F. C. et al.
Este trabalho teve por objetivo verificar os conhecimentos e os métodos atualmente usados pela equipe odontológica acerca das medidas de biossegurança, além dos procedimentos de desinfecção e esterilização em materiais, instrumentos e equipamentos que constantemente são manuseados pelo profissional e seu auxiliar no consultório odontológico.
( 6 páginas 15 ref. 20 f.) Rev. Fluminense Odont. / UFF - Ano: 1999
Cod. E26 . 5 . 10 - 4 1999 - 1 C Inv.Cient.


DESINFECÇÃO EM ORTODONTIA: ESTUDO DE UM MÉTODO ALTERNATIVO UTILIZANDO O LENÇO BACTI BUSTER STEPAC L. A. EM ALICATES ORTODÔNTICOS E EM SUPERFÍCIE DO MOBILIÁRIO CONTRA O VÍRUS DA HEPATITE B E A BACTÉRIA STAPHYLOCOCCUS AUREUS METICILINO-RESISTENTE
KNORST, M. E. et al.
Este trabalho avaliou as condições de biossegurança e de facilidade de manuseio oferecidas pelo desinfectante de superfície e de instrumentais Bacti Buster, StePac L. A. Ltd., de acordo com a preconização do fabricante.
( 6 páginas 16 ref. 8 f.) JBO: J. Bras. Ortod. Ortop. Facial - Ano: 1999
Cod. B15 . 4 . 21 - 6 1999 - 7 C Inv.Cient.


MÉTODOS DE AVALIAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL (EPI) E FOTOPOLIMERIZADORES
GONÇALVES, S. E. P. et al.
Sabendo das dificuldades que os profissionais encontram no controle da qualidade de seus fotopolimerizadores e de seus EPI-JBiosegurança, esse trabalho teve como objetivos fornecer critérios simples de monitorização desses equipamentos, bem como avaliar o seu uso e qualidade.
( 9 páginas 20 ref. 21 f.) Rev. EAP / APCD São J. Campos - Ano: 1999
Cod. B17 . 1 . 1 - 12 1999 - 7 E Rev. Liter


RECOMENDAÇÕES DE HIGIENE EM RELAÇÃO AO MERCÚRIO DENTAL
Conselho de assuntos científicos da ADA
Este artigo produzido pelo Conselho de Assuntos Científicos da ADA atualiza as recomendações de higiene em relação ao uso de mercúrio nos consultórios odontológicos.
( 2 páginas 0 ref. 0 f.) Jada Brasil - Ano: 1999
Cod. A07 . 2 . 5 - 10 1999 - 2 A Rev. Liter


FUMO NA QUALIDADE DE VIDA DE PACIENTES ODONTOLÓGICOS
CORDEIRO, M. C. B.
As instituições de saúde, estão utilizando, tanto como método de gerenciamento, quanto meio de oferecer e obter uma melhor qualidade de vida ou seja, a saúde de seus pacientes. Sabendo-se disso é de fundamental importância preservar a qualidade do meio ambiente, porque ele caminha ao lado da saúde humana.
( 2 páginas 7 ref. 1 f.) JAO: J. Assess. Prestação Serv. Odont. - Ano: 1999
Cod. D16 . 3 . 17 - 12 1999 - 1 A Rev. Liter


O TAMANHO DO PROBLEMA
FERREIRA, B. et al.
A OPAS faz balanço da epidemia HIV/Aids nas Américas, sério problema de Saúde Pública que já deixou 8,2 milhões de órfãos. O risco de contaminação de certas doenças infecciosas é maior entre o pessoal de Odontologia. Há procedimentos específicos de proteção para este profissional e seu paciente.
( 6 páginas 0 ref. 4 f.) Rev. ABO Nacional - Ano: 1999
Cod. A06 . 7 . 4 - 9 1999 - 2 C Rev. Liter


CONTROLE DE INFECÇÃO ODONTOLÓGICA NO ANO 2000: UMA REALIDADE RECONHECIDA
MOLINARI, J. A.
O autor avalia o progresso histórico na microbiologia e na assepsia hospitalar que proporcionaram bases para os avanços nas práticas preventivas odontológicas, e criaram um ambiente mais seguro tanto para os dentistas como para os pacientes.
( 8 páginas 35 ref. 7 f.) Jada Brasil - Ano: 1999
Cod. A07 . 2 . 6 - 12 1999 - 1 D Rev. Liter


O CAMPO OPERATÓRIO. PROTEÇÃO DE INFECÇÕES PARA PROFISSIONAIS E PACIENTES
GUAZATO, M. et al.
O protocolo proposto de descontaminação do consultório odontológico tem uma lógica: com a mesma atenção, devem ser estudadas a arquitetura e a desinfecção dos ambientes, a esterilização do instrumental, bem como a higiene do equipamento de trabalho.
( 10 páginas 13 ref. 7 f.) J. Clin. Odont. - Ano: 1999
Cod. D38 . 1 . 5 - 10 1999 - 7 E Rev. Liter


QUALIDADE MICROBIOLÓGICA DA ÁGUA UTILIZADA EM TURBINAS DE ALTA ROTAÇÃO EM TRÊS CONDIÇÕES CLÍNICAS DIFERENTES
CARDOSO, M. L. et al.
Analisou-se o grau de contaminação da água usada na refrigeração de brocas antes e depois da realização de procedimentos clínicos.
( 7 páginas 12 ref. 14 f.) Rev. APCD - Ano: 1999
Cod. A01 . 53 . 5 - 10 1999 - 6 D Inv.Cient.


BIOSSEGURANÇA: CONHECIMENTO DO CIRURGIÃO-DENTISTA SOBRE ESTERILIZAÇÃO DO INSTRUMENTAL CLÍNICO
ZARDETTO, C. G. D. C. et al.
Um dos aspectos de extrema importância na biossegurança diz respeito à esterilização do instrumental clínico. O objetivo desta pesquisa foi avaliar através de questionário os conhecimentos do cirurgião-dentista sobre a esterilização de instrumental clínico.
( 7 páginas 11 ref. 10 f.) RPG: Rev. Pós-Graduação Fac. Odont. USP - Ano: 1999
Cod. C14 . 6 . 3 - 9 1999 - 7 D Inv.Cient.


ESTERILIDADE DOS CONES DE GUTA-PERCHA, MITO OU REALIDADE?
SANTOS, R. B. et al.
A guta-percha, por suas características físicas e químicas, constitui-se no mais importante material obturador dos canais radiculares. A etapa da obturação tem como objetivo principal manter o canal radicular livre de microrganismos. Por esse motivo, alguns profissionais, antes de executá-la, esterilizam os cones de guta-percha. Essa pesquisa visa verificar a esterilidade desses cones, provenientes de tubos lacrados e tubos já manipulados.
( 3 páginas 12 ref. 1 f.) Rev. Bras. Odont. - Ano: 1999
Cod. A02 . 56 . 5 - 10 1999 - 16 B Inv.Cient.


AVALIAÇÃO DA MICROBIÓTICA FÚNGICA DO AR DA CLÍNICA DE PERIODONTIA DA FO/UFG
MAGGI, P. S. et al.
Este estudo objetivou avaliar a contaminação fúngica do ar da Clínica de Periodontia da Faculdade de Odontologia da Universidade Federal de Goiás.
( 2 páginas 12 ref. 1 f.) ROBRAC: Rev. Odont. Bras. Central - Ano: 1999
Cod. B24 . 8 . 26 - 12 1999 - 16 A Inv.Cient.


AVALIAÇÃO DA INTEGRIDADE DAS LUVAS DE PROCEDIMENTOS UTILIZADAS NA CLÍNICA ENDODÔNTICA
BEZZERA, S. R. S. & PINHEIRO, J. T.
Este trabalho teve como objetivo avaliar a integridade das luvas de procedimentos de cinco marcas comerciais, utilizadas durante o tratamento endodôntico.
( 7 páginas 19 ref. 10 f.) Rev. Cons. Reg. Odont. Pernambuco - Ano: 1999
Cod. E19 . 2 . 2 - 10 1999 - 3 D Inv.Cient.


ANÁLISE COMPARATIVA 'IN VITRO' DA EFICIÊNCIA DE LIMPEZA DE INSTRUMENTAL ENDODÔNTICO ATRAVÉS DA UTILIZAÇÃO DE DETERGENTE ENZIMÁTICO DURANTE A PRÉ-LAVAGEM
ROTHBARTH, C. P. et al.
O objetivo deste estudo é verificar a eficiência de quatro técnicas de limpeza de limas endodônticas considerando o momento da lavagem.
( 10 páginas 11 ref. 11 f.) Rev. Paraense Odont. / ABO - Pará - Ano: 1999
Cod. B14 . 4 . 2 - 12 1999 - 12 E Inv.Cient.


AVALIAÇÃO DA EFETIVIDADE DE MÉTODOS DE CONTROLE DE INFECÇÃO EM ALICATES ORTODÔNTICOS
NAVARRO, C. A. et al.
O objetivo do presente trabalho foi avaliar a efetividade de métodos de controle de infecção em alicates ortodônticos para Estreptococus orais.
( 10 páginas 32 ref. 2 f.) JBO: J. Bras. Ortod. Ortop. Facial - Ano: 1999
Cod. B15 . 4 . 24 - 12 1999 - 7 E Inv.Cient.


AVALIAÇÃO DA DUREZA DE ROCKWELL 'R' DO GIPSO QUANDO VERTIDO SOBRE HIDROCOLÓIDE IRREVERSÍVEL (ALGINATO) DESINFETADO COM DUAS SOLUÇÕES DISTINTAS: HIPOCLORITO DE SÓDIO A 1% E GLUTARALDEIDO A 2,2%
ROCHA, R. et al.
Foi feita uma avaliação da dureza Rockwell 'R' do gesso pedra tipo III ( Mossoró ) a partir da combinação, de dois tipos de alginato (Avagel e Jeltrate), e dois tipos de solução desinfetante (Glutaraldeido a 2,2% - Cidex e Hipoclorito de Sódio a 1% - Solução de Milton).
( 5 páginas 19 ref. 10 f.) Rev. SBO / RJ - Ano: 1999
Cod. D23 . 3 . 8 - 12 1999 - 7 C Inv.Cient.


ANÁLISE DA SUPERFÍCIE DOS CONES DE GUTA-PERCHA APÓS SUA DESINFECÇÃO
GONÇALVES, V. et al.
O propósito deste estudo foi verificar no microscópio eletrônico a superfície da guta-percha após imersão em soluções como glicerina fenicada à 10%, durante 60 minutos, ou glutaraldeído 2%, durante 10 hora, ou soda clorada à 5,25%, durante 1 minuto.
( 7 páginas 36 ref. 10 f.) Rev. Fac. Odont. Valença - Ano: 1999
Cod. E27 . 3 . 5 - 12 1999 - 7 D Inv.Cient.


ESTUDO DA EFETIVIDADE DE UM MEIO DE DESINFECÇÃO NO CONTROLE DE CONTAMINAÇÃO CRUZADA DURANTE O POLIMENTO DE PRÓTESES
LELES, C. R. et al.
O presente estudo avaliou a efetividade da mistura de pedra-pomes utilizada para polimento com um desinfetante químico, associada à desinfecção prévia da prótese.
( 7 páginas 18 ref. 7 f.) PCL: Rev. Bras. Prót. Clín. Lab. - Ano: 1999
Cod. B16 . 1 . 4 - 12 1999 - 5 D Inv.Cient.


DESINFECÇÃO EM ORTODONTIA
KNORST, M. E. et al.
Este trabalho avaliou as condições de biossegurança e de facilidade de manuseio oferecidas pelo desinfectante de superfície e de instrumentais Bacti Buster, StePac L. A. Ltd, de acordo com a preconização do fabricante.
( 3 páginas 16 ref. 8 f.) Rev. Científica OCEx - Ano: 1999
Cod. B28 . 3 . 3 - 12 1999 - 3 B Inv.Cient.


EFEITO DA DESINFECÇÃO POR AEROSSÓIS SOBRE A CAPACIDADE DE UMEDECIMENTO DE MOLDES DE POLIÉTER POR GESSO TIPO IV
ALVES-REZENDE, M. C. R. et al.
O propósito deste trabalho foi avaliar o grau de umedecimento de uma marca comercial depoliéter (Impregum F) por três diferentes marcas comerciais de gesso tipo IV (Herostone, Durone e olirock), após sua desinfecção por eorossóis de hipoclorito de sódio 1% (líquido de Milton) ou glutaraldeído 2% (Glutalbor II).
( 5 páginas 18 ref. 3 f.) Rev. Odont. USP / SP - Ano: 1999
Cod. C01 . 13 . 04 - 12 1999 - 7 C Inv.Cient.


PERIGO INVISÍVEL
FERREIRA, B.
O consultório dentário continuará apresentando riscos de contaminação enquanto a prevenção não for considerada prioritária e fundamental por todos os envolvidos, inclusive pacientes. Métodos corretos de esterilização, incluindo as peças de mão, reduzem os riscos a praticamente zero.
( 4 páginas 0 ref. 4 f.) Rev. ABO Nacional - Ano: 1998
Cod. A06 . 5 . 6 - 1 1998 - 3 B Rev. Liter


CONTROLE DE INFECÇÃO CRUZADA (CIC)
TEIXEIRA, M.
Uma vez conhecidas as variáveis sobre as quais teremos de atuar para a realização do CIC, devemos estabelecer os meios a serem adotados em uma seqüência lógica de implantação.
( 2 páginas 0 ref. 0 f.) Arq. Dent. Gaúcho - Ano: 1998
Cod. E23 . 5 . 2 - 6 1998 - 4 A Rev. Liter


HIGIENE NO MANUSEIO DE MATERIAIS RESINOSOS
RANDALL, R.
Em odontologia, a dermatite, proveniente de sensibilidade da pele ou de uma alergia ocupacional por contato, pode ser causada por diversos materiais de uso clínico diário como resinas, luvas de látex, produtos químicos usados em raio-x e produtos de limpeza desinfetantes.
( 1 páginas 5 ref. 0 f.) Fenestra / 3M - Ano: 1998
Cod. D09 . 5 . 10 - 6 1998 - 6 A Rev. Liter


BIOSSEGURANÇA EM ODONTOLOGIA
RAMOS, N. N.
O objetivo desse trabalho é demonstrar técnicas de Biossegurança e alertar o Cirurgião - Dentista no que se refere à transmissão de doenças infecto-contagiosas na clínica, apresentando alguns meios que devem ser rotineiramente utilizados para aumentar o controle da contaminação e transmissão.
( 10 páginas 5 ref. 9 f.) Rev. Fac. Odont. Valença - Ano: 1998
Cod. E27 . 2 . 2 - 6 1998 - 6 E Rel. Caso


DETECÇÃO DE PONTOS CRÍTICOS NO CONTROLE DE INFECÇÃO EM LABORATÓRIOS DE PRÓTESE
MATHIAS, S. A. et al.
O levantamento dos procedimentos atualmente utilizados em laboratórios de prótese do município de Curitiba foi realizado com o intuito de se definir os pontos críticos de biossegurança. Alguns procedimentos são sugeridos para manipulação de moldagens, modelos e trabalhos protéticos.
( 7 páginas 12 ref. 14 f.) JBC: J. Bras. Odont. Clínica - Ano: 1998
Cod. B19 . 2 . 8 - 4 1998 - 7 D Inv.Cient.


CONDUTAS ADOTADAS POR CIRURGIÕES-DENTISTAS NO CONTROLE DA INFECÇÃO CRUZADA
GRECCO, D.
Este estudo é uma amostra das condutas adotadas pelos Cirurgiões-Dentistas frente ao controle da infecção cruzada.
( 11 páginas 43 ref. 0 f.) JBC: J. Bras. Odont. Clínica - Ano: 1998
Cod. B19 . 2 . 8 - 4 1998 - 12 F Inv.Cient.


AVALIAÇÃO MICROBIOLÓGICA DA DESINFECÇÃO DE MOLDES DE ALGINATO
PAVARINA, A. C. et al.
O objetivo deste trabalho foi avaliar a eficácia de soluções desinfetantes na inativação de microrganismos presentes sobre moldes de alginato.
( 5 páginas 39 ref. 1 f.) Odont. Clínica / APCD Araraquara - Ano: 1998
Cod. B04 . 8 . 1 - 6 1998 - 4 C Inv.Cient.


AVALIAÇÃO DOS EFEITOS DA DESINFECÇÃO NAS MOLDAGENS COM ALGINATO
MENEZES, L. M. et al.
O objetivo dos autores neste estudo foi avaliar alguns métodos de desinfecção para as moldagens feitas em alginato, em relação à sua efetividade, influência sobre o detalhe de superfície e alteração dimensional ao modelo reproduzido em gesso.
( 12 páginas 25 ref. 15 f.) Ortodontia Gaúcha - Ano: 1998
Cod. B22 . 2 . 1 - 6 1998 - 3 F Inv.Cient.


ELÁSTICOS PLÁSTICOS: AVALIAÇÃO DA CITOTOXICIDADE APÓS ESTERILIZAÇÃO
MOREIRA, T. C. et al.
Os autores avaliaram a citotoxicidade de elásticos plásticos transparentes, de diferentes fabricantes, submetidos a dois métodos de esterilização (autoclavação e imersão em glutaraldeído), por meio do teste de difusão em ágar.
( 6 páginas 32 ref. 9 f.) Rev. SBO / RJ - Ano: 1998
Cod. D23 . 3 . 5 - 6 1998 - 8 C Inv.Cient.


EVALUACIÓN DEL PROCESO DE ESTERILIZACIÓN CON INDICADORES BIOLÓGICOS
GRANILLO, B. A. et al.
El objetivo de este trabajo fue controlar el proceso de esterilización de estufas y autoclaves a vapor de agua, pertenecientes a consultorios odontológicos, de la ciudad de San Miguel de Tucumán, Argentina.
( 8 páginas 21 ref. 5 f.) Rev. Odont. UNICID - Ano: 1998
Cod. E05 . 10 . 1 - 6 1998 - 3 D Inv.Cient.


EFEITO DE DIFERENTES MEIOS DE DESINFECÇÃO QUÍMICA SOBRE ESCALAS DE CORES DE RESINA ACRÍLICA
OLIVEIRA, M. M. M. et al.
Este estudo avaliou os efeitos de diferentes processos de desinfecção química sobre escalas de cores de resina acrílica utilizada para a seleção de dentes artificiais em prótese, quando submetidas a imersão prolongada.
( 6 páginas 19 ref. 4 f.) Rev. Fac. Odont. Univ. Fed. Goiás - Ano: 1998
Cod. E07 . 2 . 1 - 6 1998 - 5 C Inv.Cient.


CONTAMINAÇÃO ATRAVÉS DE AEROSSÓIS E PERDIGOTOS NO CAMPO OPERATÓRIO DURANTE A RASPAGEM POR ULTRA-SOM
HARREL, S. K. et al.
Com o aumento da preocupação sobre a qualidade do ar em recintos fechados, está sendo dispensada atenção aos aerossóis e perdigotos produzidos durante os procedimentos odontológicos. Este estudo quantifica a contaminação produzida por raspadores ultra-sônicos durante raspagem in vitro sem refrigeração a água.
( 9 páginas 23 ref. 7 f.) Jada Brasil - Ano: 1998
Cod. A07 . 1 . 2 - 12 1998 - 6 E Rev. Liter


PAPEL DO MEIO BUCAL NA TRANSMISSÃO DO HIV - 1
SHUGARS, D. C. & WAHL, S. M.
O vírus da imunodeficiência humana adquirida tipo 1, ou HIV-1, é raramente transmitido através da boca, ao contrário de outras regiões de mucosas. Esta revisão sintetiza os vários fatores considerados influentes na transmissão oral do HIV, focalizando a secreção a mucosa que contém uma proteína inibidora de porteasse, produzida por leucócitos, o SLPI.
( 8 páginas 49 ref. 4 f.) Jada Brasil - Ano: 1998
Cod. A07 . 1 . 1 - 10 1998 - 5 D Rev. Liter


CONDUTAS ADOTADAS POR CIRURGIÕES-DENTISTAS NO CONTROLE DA INFECÇÃO CRUZADA
GRECCO, D.
Este estudo é uma amostra das condutas adotadas pelos Cirurgiões-Dentistas frente ao controle da infecção cruzada.
( 14 páginas 33 ref. 52 f.) JBC: J. Bras. Odont. Clínica - Ano: 1998
Cod. B19 . 2 . 11 - 10 1998 - 12 F Rev. Liter


CONTROLE DE INFECÇÃO NO CONSULTÓRIO
LIMA, S. N. M. et al.
O Prof. John Molinari, Presidente do CDC de Detroit, USA, na abertura do Congresso da ADA, em Orlando 1997, reafirmou, de forma enfática, que a biossegurança nos consultórios odontológicos é um dos aspectos mais importantes a serem estudados e postos em prática pelos dentistas no final desse século.
( 1 páginas 0 ref. 1 f.) J. ACDC / Campinas - Ano: 1998
Cod. B10 . 10 . 86 - 10 1998 - 5 A Rev. Liter


LIXO AMBULATORIAL AMEAÇA A SAÚDE
CRUZ, M.
O Brasil ainda desconhece a importância do acondicionamento ideal do lixo e, ao contrário dos países desenvolvidos, não trata a questão com prioridade. A falta de campanhas educativas permanentes acentua a desinformação geral sobre o tratamento adequado dos resíduos e amplia os riscos de contaminação através dos lixos doméstico e da saúde. O lixo produzido nos consultórios médicos e odontológicos oferece perigo à população e, na maioria das vezes, não é acondicionado de maneira segura.
( 8 páginas 0 ref. 11 f.) Rev. ABO Juiz de Fora - Ano: 1998
Cod. B26 . 7 . 9 - 11 1998 - 1 D Rev. Liter


ACIDENTES BIOMECÂNICOS EM BIOSSEGURANÇA
RAMOS, N. N.
Relataremos, nesse trabalho, algumas situações que envolvem riscos Biomecânicos, que se traduzem em pequenos e corriqueiros acidentes, que ocorrem dentro do consultório odontológico, devido à falta de vigilância do profissional, levando muitas vezes à conseqüências graves para o paciente, o profissional e a auxiliar.
( 5 páginas 2 ref. 10 f.) Rev. Fac. Odont. Valença - Ano: 1998
Cod. E27 . 2 . 3 - 12 1998 - 5 C Rev. Liter


MONITORAMENTO FÍSICO NO PROCESSO DE ESTERILIZAÇÃO EM ESTUFA E AUTOCLAVE
MELO, N. S. F. O. & GARAFANI, E. C.
O monitoramento do ciclo de esterilização é parte do processo para um controle de infecção eficiente e eficaz. Faz parte deste monitoramento a aferição dos equipamentos durante todo o ciclo de esterilização. Sendo o monitoramento físico parte do processo de esterilização, este trabalho tem por objetivo definir o método de monitoramento físico dos ciclos de esterilização de estufas e autoclaves através de uma revisão de literatura.
( 6 páginas 22 ref. 13 f.) Odontologia / Ensino e Pesq. - Ano: 1998
Cod. D32 . 3 . 2 - 7 1998 - 6 C Rev. Liter


CONTROLE DE INFECÇÃO CRUZADA
TEIXEIRA, M.
Nesta edição serão abordados os recursos de limpeza e alguns aspectos sobre esterilização.
( 3 páginas 0 ref. 0 f.) Arq. Dent. Gaúcho - Ano: 1998
Cod. E23 . 5 . 3 - 10 1998 - 2 B Rev. Liter


CONTROLE DE INFECÇÃO CRUZADA II
TEIXEIRA, M.
A autoclave é um aparelho que nos permite submeter instrumentos e objetos ao vapor saturado, sob pressão e temperatura controladas, por determinado tempo. Este é um método de esterilização rápido e eficiente.
( 2 páginas 0 ref. 0 f.) Arq. Dent. Gaúcho - Ano: 1998
Cod. E23 . 5 . 4 - 12 1998 - 1 A Rev. Liter


USO DAS NORMAS DE CONTROLE DE INFECÇÃO NA PRÁTICA ODONTOLÓGICA
MEDEIROS, U. V. et al.
Este estudo foi realizado para que fosse verificado se os estudantes do último período de seis faculdades do Rio de Janeiro (UFRJ, UERJ, UFF, UGF, UNIG, AFE) estariam realizando corretamente as medidas de controle de infecção. Os resultados obtidos revelam que os alunos pesquisados não as estão seguindo corretamente. O maior percentual de acerto observado foi de 60% na UGF, a qual, apesar de se destacar dentre as outras cinco instituições, ficou aquém do esperado.
( 7 páginas 25 ref. 4 f.) Rev. Bras. Odont. - Ano: 1998
Cod. A02 . 55 . 4 - 8 1998 - 15 D Inv.Cient.


QUAL É A EFICIÊNCIA DOS ESTERILIZADORES A VAPOR QUÍMICO NA ESTERILIZAÇÃO DAS PEÇAS DE MÃO?
KOLSTAD, R. A.
Usando o protocolo da Food and Drug Administration's para testar esterilizadores utilizados na saúde, o autor pesquisou a eficiência do vapor químico e o vapor de água para esterilizar peças de mão.
( 7 páginas 12 ref. 6 f.) Jada Brasil - Ano: 1998
Cod. A07 . 1 . 1 - 10 1998 - 7 D Inv.Cient.


ANÁLISE DE ALGUMAS PROPRIEDADES FÍSICO-QUÍMICAS DAS ÁGUAS SANITÁRIAS ENCONTRADAS NO MERCADO BRASILEIRO
MARCHESAN, M. A. et al.
O hipoclorito de sódio é mundialmente utilizado como solução irrigante em procedimentos endodônticos, porém em algumas localidades é difícil a aquisição desta solução em dentais ou farmácias de manipulação. Os autores propõem o uso de água sanitária diluída na irrigação dos canais radiculares, como ocorre nos EUA e na Europa.
( 3 páginas 14 ref. 2 f.) Rev. Bras. Odont. - Ano: 1998
Cod. A02 . 55 . 5 - 10 1998 - 9 B Inv.Cient.


O CIRURGIÃO DENTISTA E SUA EQUIPE FRENTE AOS CUIDADOS DE PARAMENTAÇÃO - ESTUDO COMPORTAMENTAL
MAGRO FILHO, O. et al.
Os autores realizaram um levantamento entre 114 Cirurgiões Dentistas, 214 formandos, 59 auxiliares odontológicos e 18 enfermeiros avaliando a utilização rotineira da paramentação durante a prática profissional.
( 6 páginas 8 ref. 14 f.) JAO: J. Assess. Prestação Serv. Odont. - Ano: 1998
Cod. D16 . 2 . 11 - 12 1998 - 1 C Inv.Cient.


ACONDICIONAMENTO E DESCARTE DO LIXO GERADO EM CONSULTÓRIOS ODONTOLÓGICOS
BORK, I. M. A. G. & QUEIROZ, M. C. S.
Realizado um levantamento da atenção dispensada ao controle de infecção cruzada e normas de biossegurança nos consultórios odontológicos da cidade de Itajaí (SC), por intermédio de um questionário distribuído aos profissionais, constatou-se que os procedimentos de biossegurança são realizados sem atender às recomendações dos órgãos responsáveis.
( 4 páginas 15 ref. 5 f.) JAO: J. Assess. Prestação Serv. Odont. - Ano: 1998
Cod. D16 . 2 . 11 - 12 1998 - 2 B Inv.Cient.


ANÁLISE MICROBIOLÓGICA DE INSTRUMENTOS CORTANTES ROTATÓRIOS COLETADOS EM CONSULTÓRIOS PARTICULARES
RUSSO, E. M. A. et al.
Cientes de que a esterilização do instrumental usado pelos cirurgiões-dentistas constitui procedimento essencial na prevenção da infecção cruzada, os autores propuseram-se a verificar se profissionais de vários locais da cidade de São Paulo, graduados em anos diferentes, vêm esterilizado adequadamente os instrumentos cortantes rotatórios dos quais se utilizam.
( 7 páginas 18 ref. 3 f.) Rev. Odont. UNICID - Ano: 1998
Cod. E05 . 10 . 2 - 12 1998 - 2 D Inv.Cient.


AVALIAÇÃO MICROBIOLÓGICA DE AMOSTRAS DE ÁGUA COLHIDAS EM CONSULTÓRIOS ODONTOLÓGICOS
CHAVASCO, J. K. et al.
Neste trabalho foi coletada a água de seringa tríplice e da torneira da pia de sessenta e nove equipos odontológicos em quatro cidades. Verificou-se que as espécies prevalentes foram Pseudomonas aeruginosa e Enterococcus faecalis.
( 6 páginas 10 ref. 2 f.) Rev. Univ. Vale do Rio Verde / UNINCOR - Ano: 1998
Cod. C13 . 1 . 2 - 12 1998 - 5 C Inv.Cient.


INFLUÊNCIA DA DESINFECÇÃO DE MOLDES NA ALTERAÇÃO DIMENSIONAL DE MODELOS DE GESSO
PAVARINA, A. C. et al.
Este estudo avaliou a alteração dimensional dos modelos de gesso em razão dos materiais de moldagem e das soluções desinfetantes. Para tanto, foi utilizado um modelo-padrão de aço inoxidável, do qual foram obtidos moldes com três tipos de materiais de moldagem: hidrocolóide irreversível; silicona e polissulfeto.
( 11 páginas 30 ref. 4 f.) Rev. Odont. UNESP / SP - Ano: 1998
Cod. E04 . 27 . 2 - 12 1998 - 19 F Inv.Cient.


AVALIAÇÃO DA EFICÁCIA DE AGENTES QUÍMICOS NA DESINFECÇÃO DE MOLDES DE ALGINATO
OSORIO, A. F. et al.
A proposta deste trabalho foi avaliar a eficácia antibacteriana das soluções de glutaraldeído (2%) e hipoclorito de sódio (2%) na desinfecção dos moldes de alginato, durante a imersão de 10 min., comparando-as com lavagem em água e modelagem controle.
( 3 páginas 16 ref. 3 f.) Rev. Fac. Odont. Porto Alegre / UFRGS - Ano: 1998
Cod. E24 . 39 . 1 - 7 1998 - 4 B Inv.Cient.


ANÁLISE MICROBIOLÓGICA QUANTITATIVA DA ÁGUA QUE ALIMENTA AS CANETAS DE ALTA ROTAÇÃO DOS AMBULATÓRIOS DA FO-UFRGS
BIANCHI, R. et al.
O estudo proposto avaliou a qualidade da água que alimenta as canetas de alta rotação de 4 Ambulatórios da Faculdade de Odontologia da UFRGS, através de uma análise microbiológica quantitativa.
( 5 páginas 26 ref. 8 f.) Rev. Fac. Odont. Porto Alegre / UFRGS - Ano: 1998
Cod. E24 . 39 . 2 - 12 1998 - 1 C Inv.Cient.


COMO OS ALUNOS DE INSTITUIÇÕES DE ENSINO ODONTOLÓGICO DO ESTADO DE PERNAMBUCO ESTÃO PROCEDENDO EM RELAÇÃO AO CONTROLE DE INFECÇÃO-CRUZADA?
BURGOS, M. E. A. et al.
Os autores elaboraram uma ficha de observação com a qual analisaram, através da inspeção visual: o ambiente de trabalho; o preparo da cadeira odontológica; o equipo e a unidade auxiliar para o atendimento e proteção do operador, do auxiliar e do paciente antes, durante e após a realização do procedimento, em cinco instituições odontológicas do Estado de Pernambuco.
( 9 páginas 97 ref. 0 f.) Rev. FOP / Fac. Odont. Pernambuco - Ano: 1998
Cod. E29 . 16 . 1/2 - 12 1998 - 1 E Inv.Cient.


AVALIAÇÃO DO EMPREGO DE LUVAS POR ORTODONTISTA NA CIDADE DE CURITIBA
MELO, N. S. F. O.
Este trabalho teve como objetivo avaliar, por meio de uma amostragem, o emprego correto de luvas entre Ortodontistas na cidade de Curitiba.
( 5 páginas 19 ref. 6 f.) Odontologia / Ensino e Pesq. - Ano: 1998
Cod. D32 . 3 . 3 - 11 1998 - 1 C Inv.Cient.


BIOSSEGURANÇA EM PRÓTESE
MIGLIORINI, L. M. et al.
O presente trabalho tem como objetivo verificar se, após a publicação da CVS 11, os cirurgiões-dentistas utilizam métodos de desinfecção em prótese. (VI Reunião de Pesquisa e III Seminário de Iniciação Científica da F.O.U.S.P., 11 a 13/11/98).
( 1 páginas 0 ref. 0 f.) RPG: Rev. Pós-Graduação Fac. Odont. USP - Ano: 1998
Cod. C14 . 5 . 5 - 12 1998 - 121 X Rev. Liter


RELAÇÃO ENTRE OS DADOS CLÍNICOS APÓS RTG E OS ACHADOS DE MEV DA CONTAMINAÇÃO DE MEMBRANAS DE POLITETRAFLUORETILENO EXPANDIDO
LIMA, L. et al.
A proposta deste estudo foi descrever e quantificar a presença bacteriana e de células do hospedeiro em membranas de PTFE-e. Buscou-se verificar se a exposição da membrana e a contaminação bacteriana afetariam os resultados obtidos na RTG. (V Reunião de Pesquisa e II Seminário de Iniciação Científica da F.O.U.S.P., 11 a 13/11/97).
( 1 páginas 0 ref. 0 f.) RPG: Rev. Pós-Graduação Fac. Odont. USP - Ano: 1997
Cod. C14 . 4 . 5 - 12 1997 - 87 X Inv.Cient.


ANÁLISE DA CONTAMINAÇÃO DE MEMBRANAS DE POLITETRAFLUORETILENO EXPANDIDO POR MEIO DE MICROSCOPIA ELETRÔNICA DE VARREDURA
ROSSA, M. L. et al.
A proposta deste estudo foi descrever e quantificar a presença bacteriana e de células do hospedeiro em membranas de PTFE-e. (V Reunião de Pesquisa e II Seminário de Iniciação Científica da F.O.U.S.P., 11 a 13/11/97).
( 1 páginas 0 ref. 0 f.) RPG: Rev. Pós-Graduação Fac. Odont. USP - Ano: 1997
Cod. C14 . 4 . 5 - 12 1997 - 91 X Inv.Cient.


CONTROLE DA INFECÇÃO CRUZADA NA PRÁTICA ODONTOLÓGICA
GONÇALVES, P. M. J.
O autor avalia o comportamento e o conhecimento dos dentistas quanto a prevenção e controle da infecção cruzada, com base nos dados levantados em pesquisa realizada recentemente.
( 6 páginas 37 ref. 0 f.) Rev. CROMG - Ano: 1997
Cod. D15 . 3 . 1 - 6 1997 - 5 C Rev. Liter


CONTROLE DE INFECÇÃO NO CONSULTÓRIO ORTODÔNTICO
MIGUEL, J. A. M.
O objetivo deste artigo é relatar as técnicas hoje disponíveis para evitar a infecção cruzada no ambiente de trabalho, protegendo assim não só o ortodontista, mas também seus auxiliares, pacientes e familiares.
( 5 páginas 22 ref. 0 f.) Rev. SBO / RJ - Ano: 1997
Cod. D23 . 3 . 3 - 6 1997 - 3 C Rev. Liter


SIMPLIFICANDO O CONTROLE DE INFECÇÃO EM UM MUNDO COMPLICADO
TUNCHEL, S.
Estes são tempos complicados. Dentista, técnicos e auxiliares odontológicos encontram-se diante da possibilidade real de contaminação, eventualmente disseminação de doenças aos pacientes. Não nos é possível determinar qual paciente está infectado ou não, portanto as medidas de controle de infecção devem ser instauradas nas clínicas odontológicas, independentemente do potencial de contaminação que o paciente possa ter. O objetivo deste texto é sugerir através de regras de procedimento como o dentista e seu pessoal auxiliar devem agir de forma rotineira em seus consultórios.
( 2 páginas 0 ref. 0 f.) Arq. Dent. Gaúcho - Ano: 1997
Cod. E23 . 4 . 2 - 6 1997 - 2 A Rev. Liter


HIPOCLORITO DE SÓDIO: ANÁLISE ESTATÍSTICA DE FONTES PROMOTORAS DE INSTABILIDADE QUÍMICA
NICOLETTI, M. A. et al.
Este trabalho analisa o comportamento do hipoclorito de sódio (através de medida de concentração de cloro residual livre) em diferentes materiais de acondicionamento, em presença e ausência de tampa, quando submetido a níveis variáveis de luminosidade, por estes fatores serem freqüentes na rotina do trabalho diário.
( 5 páginas 10 ref. 8 f.) Rev. Int. Ciênc. Saúde / UNIP - SP - Ano: 1997
Cod. C07 . 15 . 1 - 6 1997 - 3 C Inv.Cient.


CONTROLE DA INFECÇÃO CRUZADA NA PRÁTICA ODONTOLÓGICA POR PERIODONTISTAS DE BELO HORIZONTE
GONÇALVES, P. M. J. & PORDEUS, I. A.
O autor propõe uma avaliação do comportamento e do conhecimento dos dentistas especialistas em Periodontia, com atuação profissional em Belo Horizonte - MG, quanto à prevenção e ao controle da infecção cruzada.
( 7 páginas 39 ref. 5 f.) Periodontia em Rev. / SOBRAP - Ano: 1997
Cod. D19 . 6 . 1 - 6 1997 - 7 D Inv.Cient.


ANALYSES OF THE SURFACES OF GUTTA-PERCHA CONES AFTER THE CHEMICAL STERILIZATION
LÓPES, H. P. et al.
Eighty gutta-percha (#50; Dentisplay and Odacam) were used.
( 3 páginas 12 ref. 5 f.) Brazilian Endodontic J. - Ano: 1997
Cod. D27 . 2 . 1 - 6 1997 - 13 B Inv.Cient.


EVALUATION OF THE STERILITY AND ANTIMICROBIAL ACTIVITY OF GUTTA-PERCHA CONES
LEONARDO, M. R. et al.
The objective of the present study was to evaluate the sterility and antimicrobial activity of gutta-percha cones.
( 4 páginas 8 ref. 3 f.) Brazilian Endodontic J. - Ano: 1997
Cod. D27 . 2 . 1 - 6 1997 - 14 B Inv.Cient.


CONTROLE DE INFECÇÃO NA FACULDADE DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE DE PASSO FUNDO
MORAES, J. C. et al.
O objetivo deste artigo é destacar a importância do controle de infecção no atendimento odontológico, medida que protegerá a equipe odontológica e os pacientes dos riscos de infecção. Transcrevem-se as normas de atendimento adotadas na Faculdade de Odontologia da Universidade de Passo Fundo.
( 5 páginas 16 ref. 0 f.) Rev. Fac. Odont. Univ. Passo Fundo - Ano: 1997
Cod. E08 . 2 . 2 - 12 1997 - 6 C Rev. Liter


PREVENÇÃO DA ENDOCARDITE BACTERIANA: RECOMENDAÇÕES ATUAIS
ABRAHÃO, J. M. B. et al.
O objetivo deste artigo é apresentar as recomendações atuais da Associação Americana do Coração referentes à prevenção da endocardite bacteriana em procedimentos odontológicos.
( 5 páginas 0 ref. 3 f.) Rev. Bras. Odont. - Ano: 1997
Cod. A02 . 54 . 6 - 12 1997 - 16 C Rev. Liter


CONTAMINAÇÃO MICROBIANA EM FORMAS FARMACÊUTICAS SÓLIDAS DE USO ORAL
NICOLETTI, M. A. et al.
Formas farmacêuticas sólidas de uso oral são consideradas preparações não estéreis, porém devem apresentar qualidade microbiológica, que é resultado do controle de inúmeros fatores e processos. O trabalho aborda os principais aspectos deste tema.
( 7 páginas 47 ref. 0 f.) Rev. Int. Ciênc. Saúde / UNIP - SP - Ano: 1997
Cod. C07 . 15 . 2 - 12 1997 - 7 D Rev. Liter


PROPOSTA DE CADEIA ASSÉPTICA PARA USO EM CLÍNICA ODONTOLÓGICA
MATTOS, F. T. R. et al.
Os autores sintetizam importantes considerações a respeito da vulnerabilidade do ambiente de Clínica Odontológica, relacionadas às possibilidades de disseminação cruzada de microorganismos, envolvendo profissionais e pacientes.
( 4 páginas 18 ref. 1 f.) Rev. Fluminense Odont. / UFF - Ano: 1997
Cod. E26 . 3 . 6 - 12 1997 - 10 B Rev. Liter


CONTROLE DE INFECÇÃO CRUZADA (CIC)
TEIXEIRA, M.
A utilização de CIC é hoje responsabilidade legal de todo profissional de saúde e não mais apenas uma questão moral. Entretanto, a implantação, manutenção e desenvolvimento do CIC envolve muito mais informação, formação e honestidade de propósito que repressão. O objetivo deste artigo é abordar os conceitos, salientando o compromisso primordial dos odontólogos como promotores da Saúde.
( 1 páginas 0 ref. 0 f.) Arq. Dent. Gaúcho - Ano: 1997
Cod. E23 . 4 . 3 - 9 1997 - 3 A Rev. Liter


A REALIZAÇÃO E O DESENVOLVIMENTO DO CONTROLE DE INFECÇÃO CRUZADA (CIC) EM UM ESTABELECIMENTO DE SAÚDE ENVOLVE A IMPLANTAÇÃO DE CONHECIMENTOS, RECURSOS MATERIAIS E TREINAMENTO DE TODA A EQUIPE
TEIXEIRA, M.
Este artigo tem por finalidade discorrer sobre as afirmações acima, expondo resumidamente, de forma didática, como realizamos e implantamos o CIC.
( 1 páginas 0 ref. 0 f.) Arq. Dent. Gaúcho - Ano: 1997
Cod. E23 . 4 . 4 - 12 1997 - 2 A Rev. Liter


CONTAMINAÇÃO MICROBIANA DO SISTEMA DE ÁGUA DO EQUIPO ODONTOLÓGICO
JARDIM JÚNIOR, E. G. & PEDRINI, D.
A contaminação microbiana do sistema de água do equipo odontológico pode atuar como fonte de infecção cruzada, especialmente quando associada à manutenção deficiente do equipo. Assim, a contaminação do sistema de água de 80 equipos odontológicos foi avaliada para se determinar a presença de coliformes fecais, leveduras e o número de bactérias/ml.
( 4 páginas 12 ref. 1 f.) Rev. Fac. Odont. Lins / UNIMEP - Ano: 1997
Cod. E02 . 10 . 2 - 12 1997 - 5 B Inv.Cient.


AVALIAÇÃO DOS NÍVEIS DE CONTAMINAÇÃO MICROBIANA EM LUVAS CIRÚRGICAS UTILIZADAS POR DOCENTES E GRADUANDOS DA FACULDADE DE ODONTOLOGIA DE ARAÇATUBA-UVESP
JARDIM JÚNIOR, E. G. & PEDRINI, D.
O presente estudo avalia os níveis de contaminação microbiana presentes na superfície externa de luvas utilizadas por alunos e professores da Faculdade de Odontologia de Araçatuba Unesp.
( 5 páginas 11 ref. 1 f.) Rev. Fac. Odont. Lins / UNIMEP - Ano: 1997
Cod. E02 . 10 . 2 - 12 1997 - 9 C Inv.Cient.


PODEM OS PROCESSOS DE DESINFECÇÃO E ESTERILIZAÇÃO AFETAR A INTEGRIDADE DE LUVAS DE LÁTEX?
RESENDE, V. L. S. et al.
Este trabalho tem o objetivo de avaliar a integridade de 100 luvas após passarem por uma simulação do procedimento recomendado ao professor durante a aula, lavando com detergente e desinfetando com álcool iodado seguido de álcool etílico, por cinco vezes, passando em seguida pelo processo de esterilização.
( 7 páginas 14 ref. 3 f.) Arq. em Odont. / Fac. Odont. UFMG - Ano: 1997
Cod. C11 . 33 . 2 - 12 1997 - 2 D Inv.Cient.


EFICÁCIA DAS TÉCNICAS DE LIMPEZA DE INSTRUMENTAIS ENDODÔNTICOS RETENTIVOS
FIGUEIREDO, J. A. et al.
O objetivo deste estudo é avaliar a eficácia das técnicas de limpeza em instrumentais endodônticos retentivos, bem como o efeito da associação destas técnicas. Foram raspados canais radiculares de dentes anteriores, cada um com uma lima diferente.
( 12 páginas 30 ref. 19 f.) Rev. Paraense Odont. / ABO - Pará - Ano: 1997
Cod. B14 . 2 . 2 - 12 1997 - 1 F Inv.Cient.


INFLUÊNCIA DE DIFERENTES MÉTODOS DE ESTERILIZAÇÃO NA CAPACIDADE DE ABSORÇÃO 'IN VITRO' DE CONES DE PAPEL
FIGUEIREDO, J. A. P. et al.
O objetivo deste estudo foi avaliar a capacidade de absorção de pontas de papel absorvente frente a diferentes métodos de esterilização. Para tanto, pontas da marca ODAHCAM calibre número oitenta (80) foram esterilizadas em estufa, autoclave e com pastilhas de formaldeído.
( 9 páginas 25 ref. 8 f.) Rev. Paraense Odont. / ABO - Pará - Ano: 1997
Cod. B14 . 2 . 2 - 12 1997 - 11 E Inv.Cient.


EVALUATION OF THE STERILITY OF ABSORBENT PAPER POINTS
LEONARDO, M. R. et al.
The objective of this study was to evaluate the sterility of 96 absorbent paper points of three commercially available brands: Tanari (assorted and individual), Conne and Odahcam.
( 2 páginas 10 ref. 1 f.) Brazilian Endodontic J. - Ano: 1997
Cod. D27 . 2 . 2 - 12 1997 - 9 A Inv.Cient.


DESINFECÇÃO AMBIENTAL EM CLÍNICA ODONTOLÓGICA
JEUNON, F. A. et al.
Com o objetivo de determinar uma concentração mínima eficaz, foram utilizados fenólicos em diferentes diluições, para desinfecção ambiental e de equipamentos odontológicos.
( 8 páginas 64 ref. 2 f.) Caderno de Odontologia - Ano: 1997
Cod. B63 . 1 . 1 - 11 1997 - 4 D Inv.Cient.


AVALIAÇÃO DA APLICAÇÃO DE CONCEITOS DE HIGIENE E ERGONOMIA EM CONSULTÓRIOS ODONTOLÓGICOS
CONRADO, C. A. et al.
Os autores levantaram dados sobre os conceitos de higiene e ergonomia em consultórios odontológicos do municípios de Maringá. Foram entrevistados 24 profissionais. Os resultados enfatizam a necessidade da reciclagem profissional como fator de qualidade no atendimento odontológico.
( 4 páginas 6 ref. 0 f.) Rev. ABO Nacional - Ano: 1996
Cod. A06 . 4 . 1 - 3 1996 - 7 B Inv.Cient.


MEDIDAS DE PRECAUÇÃO UNIVERSAL: O QUE SÃO E PARA QUE SERVEM?
OLIVEIRA, B. H. et al.
Com base na revisão da literatura, os autores explicam o conceito de 'precaução universal' e enumeram as medidas consideradas essenciais, nos dias de hoje, para a manutenção de um programa de controle de infecção adequado, no ambiente do consultório odontológico.
( 5 páginas 24 ref. 1 f.) Rev. Bras. Odont. - Ano: 1996
Cod. A02 . 53 . 2 - 4 1996 - 5 C Rev. Liter


CONTROLE DE INFECÇÃO CRUZADA NA RADIOLOGIA ODONTOLÓGICA. REVISÃO DA LITERATURA
GUGELMIN, M. C. M. S. & PARDINI, L. C.
Baseados na literatura, os autores discutiram alguns aspectos do controle de infecção cruzada na radiologia odontológica.
( 3 páginas 26 ref. 0 f.) Odontólogo Moderno - Ano: 1996
Cod. A04 . 23 . 1 - 3 1996 - 5 B Rev. Liter

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