®
 
Bio-segurança  / Esterilização
ÍNDICE
PAGINA INICIAL
SOLICITE O ARTIGO
Número de artigos encontrados >>>
169- DE 1996 A 2001
PÁGINA 1 DE 8
.Artigos anteriores a 1996 -22 

061- DE 2002 a 2003

ir para a página Ver código de cores
1
2
3
4
5
6
7
8
Você está pesquisando os artigos publicados de 1996 a 2001

 

MEDIDAS DE PRECAUÇÃO UNIVERSAL: O QUE SÃO E PARA QUE SERVEM?
OLIVEIRA, B. H. et al.
Com base na revisão da literatura, os autores explicam o conceito de "precaução universal" e enumeram as medidas consideradas essenciais, nos dias de hoje, para a manutenção de um programa de controle de infecção adequado, no ambiente do consultório odontológico.
(5p. 24ref. 1f.) Rev. Bras. Odont.
Cod. A02.53.2 - 0496 - 5 C-12.169

CONTROLE DE INFECÇÃO CRUZADA NA RADIOLOGIA ODONTOLÓGICA. REVISÃO DA LITERATURA
GUGELMIN, M. C. M. S. & PARDINI, L. C.
Baseados na literatura, os autores discutiram alguns aspectos do controle de infecção cruzada na radiologia odontológica.
(3p. 26ref. ) Odont. Moderno
Cod. A04.23.1 - 0396 - 5 B-12.170

BIOSSEGURANÇA DO EXERCÍCIO DA ODONTOLOGIA
GONÇALVES, A. C. S. et al.
A Portaria CVS - 11 de 4-7-95 e a Resolução SS186 de 19-7-95 vieram normatizar os procedimentos de bioproteção necessários ao controle das doenças transmissíveis em consultórios odontológicos.
(4p. 7ref. ) Rev. Pós-Graduação Fac. Odont. USP
Cod. C14.3.3 - 0996 - 9 B-12.171

BIOSEGURANÇA
GUANDALI, S. L.
Entrevista concedida pelo Dr. Sérgio Luiz Guandalini à Vanderlei Coelho, editor do JBO.
(4p. ) JBO: J. Bras. Ortod. Ortop. Maxilar
Cod. D17.1.6 - 1296 - 1 B-12.172

RESPONSABILIDADE PROFISSIONAL FRENTE À ESTERILIZAÇÃO E HIGIENE
MANTECCA, M. A. M.
O autor enfatiza a importância da esterilização e higiene no dia a dia do C.D., mostrando as implicações legais que envolvem os profissionais que não observam esta conduta.
(4p. 14ref. ) Rev. Odont. Univ. Santo Amaro
Cod. E09.1.2 - 1296 - 10 B-12.173

SÍNDROME DA IMUNODEFICIÊNCIA ADQUIRIDA: MANIFESTAÇÕES ORAIS E BIOSSEGURANÇA NO CONSULTÓRIO ODONTOLÓGICO
SILVA, A. C. L. et al.
A síndrome da imunodeficiência adquirida (AIDS) é uma infecção pelo vírus HIV, identificada em 1981. Manifestações orais podem ser de origem bacteriana, viral, fúngica, neoplásica ou desconhecida.
(7p. 30ref. ) Stomatos
Cod. E30.2.3 - 1296 - 8 D-12.174

MANTER ESTÉRIL É TÃO IMPORTANTE QUANTO ESTERILIZAR
TUNCHEL, S.
O seguinte artigo faz uma análise das vantagens e desvantagens na utilização de embalagens de papel kraft e tecido versus embalagens específicas para este fim levando-se em conta as características do produto StePac/Carerite.
(1p. 3ref. 1f.) Arq. Dent. Gaúcho
Cod. E23.3.5 - 1196 - 2 A-12.175

CONTROLE DA INFECÇÃO CRUZADA NA PRÁTICA ODONTOLÓGICA
GONÇALVES, P. M. J.
O autor avalia o comportamento e o conhecimento dos dentistas quanto a prevenção e controle da infecção cruzada, com base nos dados levantados em pesquisa realizada recentemente.
(6p. 37ref. ) Rev. CROMG
Cod. D15.3.1 - 0697 - 5 C-12.176

CONTROLE DA INFECÇÃO CRUZADA EM ORTODONTIA: PARTE 1 - HEPATITE B, DESINFECÇÃO E APARATOLOGIA PESSOAL
GANDINI JÚNIOR, L. G. et al.
Nesta primeira parte serão discorridos, sobre a hepatite B, os principais métodos de desinfecção e a importância do uso da aparatologia pessoal dando ênfase ao uso de luvas pelos ortodontistas.
(6p. 32ref. ) Rev. Dent. Press Ortod. Ortop. Maxilar
Cod. D22.2.2 - 0497 - 5 C-12.177

CONTROLE DA INFECÇÃO CRUZADA EM ORTODONTIA: PARTE 2 - PROCESSAMENTO, ESTERILIZAÇÃO E CONTROLE DE CORROSÃO
GANDINI JÚNIOR, L. G. et al.
Dentre os meios de esterilização existentes no mercado, sem nenhuma dúvida a autoclave e a estufa são os que oferecem maiores vantagens dentro do consultório ortodôntico. Nesta 2ª parte, serão comentados os principais métodos de esterilização existentes, e como processar o instrumental para aumentar sua vida útil.
(6p. 16ref. 5f.) Rev. Dent. Press Ortod. Ortop. Maxilar
Cod. D22.2.3 - 0697 - 6 C-12.178

CONTROLE DE INFECÇÃO NO CONSULTÓRIO ORTODÔNTICO
MIGUEL, J. A. M.
O objetivo deste artigo é relatar as técnicas hoje disponíveis para evitar a infecção cruzada no ambiente de trabalho, protegendo assim não só o ortodontista, mas também seus auxiliares, pacientes e familiares.
(5p. 22ref. ) Rev. SBO
Cod. D23.3.3 - 0697 - 3 C-12.179

SIMPLIFICANDO O CONTROLE DE INFECÇÃO EM UM MUNDO COMPLICADO
TUNCHEL, S.
Estes são tempos complicados. Dentista, técnicos e auxiliares odontológicos encontram-se diante da possibilidade real de contaminação, eventualmente disseminação de doenças aos pacientes. Não nos é possível determinar qual paciente está infectado ou não, portanto as medidas de controle de infecção devem ser instauradas nas clínicas odontológicas, independentemente do potencial de contaminação que o paciente possa ter. O objetivo deste texto é sugerir através de regras de procedimento como o dentista e seu pessoal auxiliar devem agir de forma rotineira em seus consultórios.
(2p. ) Arq. Dent. Gaúcho
Cod. E23.4.2 - 0697 - 2 A-12.180

CONTROLE DE INFECÇÃO NA FACULDADE DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE DE PASSO FUNDO
MORAES, J. C. et al.
O objetivo deste artigo é destacar a importância do controle de infecção no atendimento odontológico, medida que protegerá a equipe odontológica e os pacientes dos riscos de infecção. Transcrevem-se as normas de atendimento adotadas na Faculdade de Odontologia da Universidade de Passo Fundo.
(5p. 16ref. ) Rev. Fac. Odont. Univ. Passo Fundo
Cod. E08.2.2 - 1297 - 6 C-12.181

PREVENÇÃO DA ENDOCARDITE BACTERIANA: RECOMENDAÇÕES ATUAIS
ABRAHÃO, J. M. B. et al.
O objetivo deste artigo é apresentar as recomendações atuais da Associação Americana do Coração referentes à prevenção da endocardite bacteriana em procedimentos odontológicos.
(5p. 3f.) Rev. Bras. Odont.
Cod. A02.54.6 - 1297 - 16 C-12.182

CONTAMINAÇÃO MICROBIANA EM FORMAS FARMACÊUTICAS SÓLIDAS DE USO ORAL
NICOLETTI, M. A. et al.
Formas farmacêuticas sólidas de uso oral são consideradas preparações não estéreis, porém devem apresentar qualidade microbiológica, que é resultado do controle de inúmeros fatores e processos. O trabalho aborda os principais aspectos deste tema.
(7p. 47ref. ) Rev. Inst. Ciênc. Saúde
Cod. C07.15.2 - 1297 - 7 D-12.183

PROPOSTA DE CADEIA ASSÉPTICA PARA USO EM CLÍNICA ODONTOLÓGICA
MATTOS, F. T. R. et al.
Os autores sintetizam importantes considerações a respeito da vulnerabilidade do ambiente de Clínica Odontológica, relacionadas às possibilidades de disseminação cruzada de microorganismos, envolvendo profissionais e pacientes.
(4p. 18ref. 1f.) Rev. Fluminense Odont.
Cod. E26.3.6 - 1297 - 10 B-12.184

CONTROLE DE INFECÇÃO CRUZADA (CIC)
TEIXEIRA, M.
A utilização de CIC é hoje responsabilidade legal de todo profissional de saúde e não mais apenas uma questão moral. Entretanto, a implantação, manutenção e desenvolvimento do CIC envolve muito mais informação, formação e honestidade de propósito que repressão. O objetivo deste artigo é abordar os conceitos, salientando o compromisso primordial dos odontólogos como promotores da Saúde.
(1p. ) Arq. Dent. Gaúcho
Cod. E23.4.3 - 0997 - 3 A-12.185

A REALIZAÇÃO E O DESENVOLVIMENTO DO CONTROLE DE INFECÇÃO CRUZADA (CIC) EM UM ESTABELECIMENTO DE SAÚDE ENVOLVE A IMPLANTAÇÃO DE CONHECIMENTOS, RECURSOS MATERIAIS E TREINAMENTO DE TODA A EQUIPE
TEIXEIRA, M.
Este artigo tem por finalidade discorrer sobre as afirmações acima, expondo resumidamente, de forma didática, como realizamos e implantamos o CIC.
(1p. ) Arq. Dent. Gaúcho
Cod. E23.4.4 - 1297 - 2 A-12.186

PERIGO INVISÍVEL
FERREIRA, B.
O consultório dentário continuará apresentando riscos de contaminação enquanto a prevenção não for considerada prioritária e fundamental por todos os envolvidos, inclusive pacientes. Métodos corretos de esterilização, incluindo as peças de mão, reduzem os riscos a praticamente zero.
(4p. 4f.) Rev. ABO Nacional
Cod. A06.5.6 - 0198 - 3 B-12.187

CONTROLE DE INFECÇÃO CRUZADA (CIC)
TEIXEIRA, M.
Uma vez conhecidas as variáveis sobre as quais teremos de atuar para a realização do CIC, devemos estabelecer os meios a serem adotados em uma seqüência lógica de implantação.
(2p. ) Arq. Dent. Gaúcho
Cod. E23.5.2 - 0698 - 4 A-12.188

HIGIENE NO MANUSEIO DE MATERIAIS RESINOSOS
RANDALL, R.
Em odontologia, a dermatite, proveniente de sensibilidade da pele ou de uma alergia ocupacional por contato, pode ser causada por diversos materiais de uso clínico diário como resinas, luvas de látex, produtos químicos usados em raio-x e produtos de limpeza desinfetantes.
(1p. 5ref. ) Fenestra
Cod. D09.5.10 - 0698 - 6 A-12.189

CONTAMINAÇÃO ATRAVÉS DE AEROSSÓIS E PERDIGOTOS NO CAMPO OPERATÓRIO DURANTE A RASPAGEM POR ULTRA-SOM
HARREL, S. K. et al.
Com o aumento da preocupação sobre a qualidade do ar em recintos fechados, está sendo dispensada atenção aos aerossóis e perdigotos produzidos durante os procedimentos odontológicos. Este estudo quantifica a contaminação produzida por raspadores ultra-sônicos durante raspagem in vitro sem refrigeração a água.
(9p. 23ref. 7f.) Jada Bras.
Cod. A07.1.2 - 1298 - 6 E-12.190

PAPEL DO MEIO BUCAL NA TRANSMISSÃO DO HIV - 1
SHUGARS, D. C. & WAHL, S. M.
O vírus da imunodeficiência humana adquirida tipo 1, ou HIV-1, é raramente transmitido através da boca, ao contrário de outras regiões de mucosas. Esta revisão sintetiza os vários fatores considerados influentes na transmissão oral do HIV, focalizando a secreção a mucosa que contém uma proteína inibidora de porteasse, produzida por leucócitos, o SLPI.
(8p. 49ref. 4f.) Jada Bras.
Cod. A07.1.1 - 1098 - 5 D-12.191

CONDUTAS ADOTADAS POR CIRURGIÕES-DENTISTAS NO CONTROLE DA INFECÇÃO CRUZADA
GRECCO, D.
Este estudo é uma amostra das condutas adotadas pelos Cirurgiões-Dentistas frente ao controle da infecção cruzada.
(14p. 33ref. 52f.) JBC: J. Bras. Odont. Clínica
Cod. B19.2.11 - 1098 - 12 F-12.192

PROTOCOLO DE BIOSSEGURANÇA E CONTROLE DE INFECÇÃO CRUZADA NOS PROCEDIMENTOS UTILIZADOS EM RADIOLOGIA
FREDERIKSEN, N. L. & COSTA, C.
O controle de infecção cruzada e a aplicação de princípios de biossegurança têm-se intensificado em Odontologia ao longo da última década, sendo esses protocolos de trabalho elaborados por comissões específicas, como OSHA nos EUA. (VI Reunião de Pesquisa e III Seminário de Iniciação Científica da F.O.U.S.P., 11 a 13/11/98).
(1p. ) Rev. Pós-Graduação Fac. Odont. USP
Cod. C14.5.esp. - 1298 - 32 A-12.193

CONTROLE DE INFECÇÕES NA PRÁTICA ENDODÔNTICA
COSTA, C. et al.
Tendo-se em vista a possibilidade de transmissibilidade de doenças através do ambiente odontológico, o controle de infecções torna-se imprescindível. Nossos esforços concentrar-se-ão na conscientização do profissional em estabelecer um rigoroso conjunto de medidas de controle de infecção a ser adotado universalmente na prática endodôntica, de modo exeqüível e eficaz. (VI Reunião de Pesquisa e III Seminário de Iniciação Científica da F.O.U.S.P., 11 a 13/11/98).
(1p. ) Rev. Pós-Graduação Fac. Odont. USP
Cod. C14.5.esp. - 1298 - 52 A-12.194

BIOSSEGURANÇA EM PRÓTESE
MIGLIORINI, L. M. et al.
O presente trabalho tem como objetivo verificar se, após a publicação da CVS 11, os cirurgiões-dentistas utilizam métodos de desinfecção em prótese. (VI Reunião de Pesquisa e III Seminário de Iniciação Científica da F.O.U.S.P., 11 a 13/11/98).
(1p. ) Rev. Pós-Graduação Fac. Odont. USP
Cod. C14.5.esp. - 1298 - 177 A-12.195

CONTROLE DE INFECÇÃO NO CONSULTÓRIO
LIMA, S. N. M. et al.
O Prof. John Molinari, Presidente do CDC de Detroit, USA, na abertura do Congresso da ADA, em Orlando 1997, reafirmou, de forma enfática, que a biossegurança nos consultórios odontológicos é um dos aspectos mais importantes a serem estudados e postos em prática pelos dentistas no final desse século.
(1p. 1f.) J. ACDC
Cod. B10.10.86 - 1098 - 5 A-12.196

LIXO AMBULATORIAL AMEAÇA A SAÚDE
CRUZ, M.
O Brasil ainda desconhece a importância do acondicionamento ideal do lixo e, ao contrário dos países desenvolvidos, não trata a questão com prioridade. A falta de campanhas educativas permanentes acentua a desinformação geral sobre o tratamento adequado dos resíduos e amplia os riscos de contaminação através dos lixos doméstico e da saúde. O lixo produzido nos consultórios médicos e odontológicos oferece perigo à população e, na maioria das vezes, não é acondicionado de maneira segura.
(8p. 11f.) Rev. ABO Juiz de Fora
Cod. B26.7.9 - 1198 - 1 D-12.197

ACIDENTES BIOMECÂNICOS EM BIOSSEGURANÇA
RAMOS, N. N.
Relataremos, nesse trabalho, algumas situações que envolvem riscos Biomecânicos, que se traduzem em pequenos e corriqueiros acidentes, que ocorrem dentro do consultório odontológico, devido à falta de vigilância do profissional, levando muitas vezes à conseqüências graves para o paciente, o profissional e a auxiliar.
(5p. 2ref. 10f.) Rev. Fac. Odont. Valença
Cod. E27.2.3 - 1298 - 5 C-12.198

MONITORAMENTO FÍSICO NO PROCESSO DE ESTERILIZAÇÃO EM ESTUFA E AUTOCLAVE
MELO, N. S. F. O. & GARAFANI, E. C.
O monitoramento do ciclo de esterilização é parte do processo para um controle de infecção eficiente e eficaz. Faz parte deste monitoramento a aferição dos equipamentos durante todo o ciclo de esterilização. Sendo o monitoramento físico parte do processo de esterilização, este trabalho tem por objetivo definir o método de monitoramento físico dos ciclos de esterilização de estufas e autoclaves através de uma revisão de literatura.
(6p. 22ref. 13f.) Odont.: Ens. Pesq. / IEPC
Cod. D32.3.2 - 0798 - 6 C-12.199

TOPO - PRÓXIMA PAGINA