MEDIDAS DE PRECAUÇÃO UNIVERSAL: O QUE SÃO
E PARA QUE SERVEM?
OLIVEIRA, B. H. et al.
Com base na revisão da literatura, os autores explicam o conceito de "precaução
universal" e enumeram as medidas consideradas essenciais, nos dias de hoje,
para a manutenção de um programa de controle de infecção
adequado, no ambiente do consultório odontológico.
(5p. 24ref. 1f.) Rev. Bras. Odont.
Cod. A02.53.2 - 0496 - 5 C-12.169
CONTROLE DE INFECÇÃO CRUZADA NA RADIOLOGIA ODONTOLÓGICA.
REVISÃO DA LITERATURA
GUGELMIN, M. C. M. S. & PARDINI, L. C.
Baseados na literatura, os autores discutiram alguns aspectos do controle
de infecção cruzada na radiologia odontológica.
(3p. 26ref. ) Odont. Moderno
Cod. A04.23.1 - 0396 - 5 B-12.170
BIOSSEGURANÇA DO EXERCÍCIO DA ODONTOLOGIA
GONÇALVES, A. C. S. et al.
A Portaria CVS - 11 de 4-7-95 e a Resolução SS186 de 19-7-95
vieram normatizar os procedimentos de bioproteção necessários
ao controle das doenças transmissíveis em consultórios
odontológicos.
(4p. 7ref. ) Rev. Pós-Graduação Fac. Odont. USP
Cod. C14.3.3 - 0996 - 9 B-12.171
BIOSEGURANÇA
GUANDALI, S. L.
Entrevista concedida pelo Dr. Sérgio Luiz Guandalini à Vanderlei
Coelho, editor do JBO.
(4p. ) JBO: J. Bras. Ortod. Ortop. Maxilar
Cod. D17.1.6 - 1296 - 1 B-12.172
RESPONSABILIDADE PROFISSIONAL FRENTE À ESTERILIZAÇÃO
E HIGIENE
MANTECCA, M. A. M.
O autor enfatiza a importância da esterilização e higiene
no dia a dia do C.D., mostrando as implicações legais que envolvem
os profissionais que não observam esta conduta.
(4p. 14ref. ) Rev. Odont. Univ. Santo Amaro
Cod. E09.1.2 - 1296 - 10 B-12.173
SÍNDROME DA IMUNODEFICIÊNCIA ADQUIRIDA: MANIFESTAÇÕES
ORAIS E BIOSSEGURANÇA NO CONSULTÓRIO ODONTOLÓGICO
SILVA, A. C. L. et al.
A síndrome da imunodeficiência adquirida (AIDS) é uma infecção
pelo vírus HIV, identificada em 1981. Manifestações orais
podem ser de origem bacteriana, viral, fúngica, neoplásica ou
desconhecida.
(7p. 30ref. ) Stomatos
Cod. E30.2.3 - 1296 - 8 D-12.174
MANTER ESTÉRIL É TÃO IMPORTANTE
QUANTO ESTERILIZAR
TUNCHEL, S.
O seguinte artigo faz uma análise das vantagens e desvantagens na utilização
de embalagens de papel kraft e tecido versus embalagens específicas
para este fim levando-se em conta as características do produto StePac/Carerite.
(1p. 3ref. 1f.) Arq. Dent. Gaúcho
Cod. E23.3.5 - 1196 - 2 A-12.175
CONTROLE DA INFECÇÃO CRUZADA NA PRÁTICA ODONTOLÓGICA
GONÇALVES, P. M. J.
O autor avalia o comportamento e o conhecimento dos dentistas quanto a prevenção
e controle da infecção cruzada, com base nos dados levantados
em pesquisa realizada recentemente.
(6p. 37ref. ) Rev. CROMG
Cod. D15.3.1 - 0697 - 5 C-12.176
CONTROLE DA INFECÇÃO CRUZADA EM ORTODONTIA: PARTE 1 -
HEPATITE B, DESINFECÇÃO E APARATOLOGIA PESSOAL
GANDINI JÚNIOR, L. G. et al.
Nesta primeira parte serão discorridos, sobre a hepatite B, os principais
métodos de desinfecção e a importância do uso da
aparatologia pessoal dando ênfase ao uso de luvas pelos ortodontistas.
(6p. 32ref. ) Rev. Dent. Press Ortod. Ortop. Maxilar
Cod. D22.2.2 - 0497 - 5 C-12.177
CONTROLE DA INFECÇÃO CRUZADA EM ORTODONTIA: PARTE 2 -
PROCESSAMENTO, ESTERILIZAÇÃO E CONTROLE DE CORROSÃO
GANDINI JÚNIOR, L. G. et al.
Dentre os meios de esterilização existentes no mercado, sem nenhuma
dúvida a autoclave e a estufa são os que oferecem maiores vantagens
dentro do consultório ortodôntico. Nesta 2ª parte, serão
comentados os principais métodos de esterilização existentes,
e como processar o instrumental para aumentar sua vida útil.
(6p. 16ref. 5f.) Rev. Dent. Press Ortod. Ortop. Maxilar
Cod. D22.2.3 - 0697 - 6 C-12.178
CONTROLE DE INFECÇÃO NO CONSULTÓRIO ORTODÔNTICO
MIGUEL, J. A. M.
O objetivo deste artigo é relatar as técnicas hoje disponíveis
para evitar a infecção cruzada no ambiente de trabalho,
protegendo assim não só o ortodontista, mas também
seus auxiliares, pacientes e familiares.
(5p. 22ref. ) Rev. SBO
Cod. D23.3.3 - 0697 - 3 C-12.179
SIMPLIFICANDO O CONTROLE DE INFECÇÃO EM
UM MUNDO COMPLICADO
TUNCHEL, S.
Estes são tempos complicados. Dentista, técnicos e auxiliares
odontológicos encontram-se diante da possibilidade real de contaminação,
eventualmente disseminação de doenças aos pacientes. Não
nos é possível determinar qual paciente está infectado
ou não, portanto as medidas de controle de infecção devem
ser instauradas nas clínicas odontológicas, independentemente
do potencial de contaminação que o paciente possa ter. O objetivo
deste texto é sugerir através de regras de procedimento como
o dentista e seu pessoal auxiliar devem agir de forma rotineira em seus consultórios.
(2p. ) Arq. Dent. Gaúcho
Cod. E23.4.2 - 0697 - 2 A-12.180
CONTROLE DE INFECÇÃO NA FACULDADE DE ODONTOLOGIA
DA UNIVERSIDADE DE PASSO FUNDO
MORAES, J. C. et al.
O objetivo deste artigo é destacar a importância do controle de
infecção no atendimento odontológico, medida que protegerá a
equipe odontológica e os pacientes dos riscos de infecção.
Transcrevem-se as normas de atendimento adotadas na Faculdade de Odontologia
da Universidade de Passo Fundo.
(5p. 16ref. ) Rev. Fac. Odont. Univ. Passo Fundo
Cod. E08.2.2 - 1297 - 6 C-12.181
PREVENÇÃO DA ENDOCARDITE BACTERIANA: RECOMENDAÇÕES
ATUAIS
ABRAHÃO, J. M. B. et al.
O objetivo deste artigo é apresentar as recomendações
atuais da Associação Americana do Coração referentes à prevenção
da endocardite bacteriana em procedimentos odontológicos.
(5p. 3f.) Rev. Bras. Odont.
Cod. A02.54.6 - 1297 - 16 C-12.182
CONTAMINAÇÃO MICROBIANA EM FORMAS FARMACÊUTICAS
SÓLIDAS DE USO ORAL
NICOLETTI, M. A. et al.
Formas farmacêuticas sólidas de uso oral são consideradas
preparações não estéreis, porém devem apresentar
qualidade microbiológica, que é resultado do controle de inúmeros
fatores e processos. O trabalho aborda os principais aspectos deste tema.
(7p. 47ref. ) Rev. Inst. Ciênc. Saúde
Cod. C07.15.2 - 1297 - 7 D-12.183
PROPOSTA DE CADEIA ASSÉPTICA PARA USO EM CLÍNICA ODONTOLÓGICA
MATTOS, F. T. R. et al.
Os autores sintetizam importantes considerações a respeito da
vulnerabilidade do ambiente de Clínica Odontológica, relacionadas às
possibilidades de disseminação cruzada de microorganismos, envolvendo
profissionais e pacientes.
(4p. 18ref. 1f.) Rev. Fluminense Odont.
Cod. E26.3.6 - 1297 - 10 B-12.184
CONTROLE DE INFECÇÃO CRUZADA (CIC)
TEIXEIRA, M.
A utilização de CIC é hoje responsabilidade legal de todo
profissional de saúde e não mais apenas uma questão moral.
Entretanto, a implantação, manutenção e desenvolvimento
do CIC envolve muito mais informação, formação
e honestidade de propósito que repressão. O objetivo deste artigo é abordar
os conceitos, salientando o compromisso primordial dos odontólogos como
promotores da Saúde.
(1p. ) Arq. Dent. Gaúcho
Cod. E23.4.3 - 0997 - 3 A-12.185
A REALIZAÇÃO E O DESENVOLVIMENTO DO CONTROLE DE INFECÇÃO
CRUZADA (CIC) EM UM ESTABELECIMENTO DE SAÚDE ENVOLVE A IMPLANTAÇÃO
DE CONHECIMENTOS, RECURSOS MATERIAIS E TREINAMENTO DE TODA A EQUIPE
TEIXEIRA, M.
Este artigo tem por finalidade discorrer sobre as afirmações
acima, expondo resumidamente, de forma didática, como realizamos e implantamos
o CIC.
(1p. ) Arq. Dent. Gaúcho
Cod. E23.4.4 - 1297 - 2 A-12.186
PERIGO INVISÍVEL
FERREIRA, B.
O consultório dentário continuará apresentando riscos
de contaminação enquanto a prevenção não
for considerada prioritária e fundamental por todos os envolvidos, inclusive
pacientes. Métodos corretos de esterilização, incluindo
as peças de mão, reduzem os riscos a praticamente zero.
(4p. 4f.) Rev. ABO Nacional
Cod. A06.5.6 - 0198 - 3 B-12.187
CONTROLE DE INFECÇÃO CRUZADA (CIC)
TEIXEIRA, M.
Uma vez conhecidas as variáveis sobre as quais teremos de atuar para
a realização do CIC, devemos estabelecer os meios a serem adotados
em uma seqüência lógica de implantação.
(2p. ) Arq. Dent. Gaúcho
Cod. E23.5.2 - 0698 - 4 A-12.188
HIGIENE NO MANUSEIO DE MATERIAIS RESINOSOS
RANDALL, R.
Em odontologia, a dermatite, proveniente de sensibilidade da pele ou
de uma alergia ocupacional por contato, pode ser causada por diversos
materiais de
uso clínico diário como resinas, luvas de látex, produtos
químicos usados em raio-x e produtos de limpeza desinfetantes.
(1p. 5ref. ) Fenestra
Cod. D09.5.10 - 0698 - 6 A-12.189
CONTAMINAÇÃO ATRAVÉS DE AEROSSÓIS E PERDIGOTOS
NO CAMPO OPERATÓRIO DURANTE A RASPAGEM POR ULTRA-SOM
HARREL, S. K. et al.
Com o aumento da preocupação sobre a qualidade do ar em recintos
fechados, está sendo dispensada atenção aos aerossóis
e perdigotos produzidos durante os procedimentos odontológicos. Este
estudo quantifica a contaminação produzida por raspadores ultra-sônicos
durante raspagem in vitro sem refrigeração a água.
(9p. 23ref. 7f.) Jada Bras.
Cod. A07.1.2 - 1298 - 6 E-12.190
PAPEL DO MEIO BUCAL NA TRANSMISSÃO DO HIV - 1
SHUGARS, D. C. & WAHL, S. M.
O vírus da imunodeficiência humana adquirida tipo 1, ou HIV-1, é raramente
transmitido através da boca, ao contrário de outras regiões
de mucosas. Esta revisão sintetiza os vários fatores considerados
influentes na transmissão oral do HIV, focalizando a secreção
a mucosa que contém uma proteína inibidora de porteasse, produzida
por leucócitos, o SLPI.
(8p. 49ref. 4f.) Jada Bras.
Cod. A07.1.1 - 1098 - 5 D-12.191
CONDUTAS ADOTADAS POR CIRURGIÕES-DENTISTAS NO CONTROLE DA INFECÇÃO
CRUZADA
GRECCO, D.
Este estudo é uma amostra das condutas adotadas pelos Cirurgiões-Dentistas
frente ao controle da infecção cruzada.
(14p. 33ref. 52f.) JBC: J. Bras. Odont. Clínica
Cod. B19.2.11 - 1098 - 12 F-12.192
PROTOCOLO DE BIOSSEGURANÇA E CONTROLE DE INFECÇÃO
CRUZADA NOS PROCEDIMENTOS UTILIZADOS EM RADIOLOGIA
FREDERIKSEN, N. L. & COSTA, C.
O controle de infecção cruzada e a aplicação de
princípios de biossegurança têm-se intensificado em Odontologia
ao longo da última década, sendo esses protocolos de trabalho
elaborados por comissões específicas, como OSHA nos EUA. (VI
Reunião de Pesquisa e III Seminário de Iniciação
Científica da F.O.U.S.P., 11 a 13/11/98).
(1p. ) Rev. Pós-Graduação Fac. Odont. USP
Cod. C14.5.esp. - 1298 - 32 A-12.193
CONTROLE DE INFECÇÕES NA PRÁTICA ENDODÔNTICA
COSTA, C. et al.
Tendo-se em vista a possibilidade de transmissibilidade de doenças através
do ambiente odontológico, o controle de infecções torna-se
imprescindível. Nossos esforços concentrar-se-ão na conscientização
do profissional em estabelecer um rigoroso conjunto de medidas de controle
de infecção a ser adotado universalmente na prática endodôntica,
de modo exeqüível e eficaz. (VI Reunião de Pesquisa e III
Seminário de Iniciação Científica da F.O.U.S.P.,
11 a 13/11/98).
(1p. ) Rev. Pós-Graduação Fac. Odont. USP
Cod. C14.5.esp. - 1298 - 52 A-12.194
BIOSSEGURANÇA EM PRÓTESE
MIGLIORINI, L. M. et al.
O presente trabalho tem como objetivo verificar se, após a publicação
da CVS 11, os cirurgiões-dentistas utilizam métodos de desinfecção
em prótese. (VI Reunião de Pesquisa e III Seminário de
Iniciação Científica da F.O.U.S.P., 11 a 13/11/98).
(1p. ) Rev. Pós-Graduação Fac. Odont. USP
Cod. C14.5.esp. - 1298 - 177 A-12.195
CONTROLE DE INFECÇÃO NO CONSULTÓRIO
LIMA, S. N. M. et al.
O Prof. John Molinari, Presidente do CDC de Detroit, USA, na abertura
do Congresso da ADA, em Orlando 1997, reafirmou, de forma enfática, que a biossegurança
nos consultórios odontológicos é um dos aspectos mais
importantes a serem estudados e postos em prática pelos dentistas no
final desse século.
(1p. 1f.) J. ACDC
Cod. B10.10.86 - 1098 - 5 A-12.196
LIXO AMBULATORIAL AMEAÇA A SAÚDE
CRUZ, M.
O Brasil ainda desconhece a importância do acondicionamento ideal do
lixo e, ao contrário dos países desenvolvidos, não trata
a questão com prioridade. A falta de campanhas educativas permanentes
acentua a desinformação geral sobre o tratamento adequado dos
resíduos e amplia os riscos de contaminação através
dos lixos doméstico e da saúde. O lixo produzido nos consultórios
médicos e odontológicos oferece perigo à população
e, na maioria das vezes, não é acondicionado de maneira segura.
(8p. 11f.) Rev. ABO Juiz de Fora
Cod. B26.7.9 - 1198 - 1 D-12.197
ACIDENTES BIOMECÂNICOS EM BIOSSEGURANÇA
RAMOS, N. N.
Relataremos, nesse trabalho, algumas situações que envolvem riscos
Biomecânicos, que se traduzem em pequenos e corriqueiros acidentes, que
ocorrem dentro do consultório odontológico, devido à falta
de vigilância do profissional, levando muitas vezes à conseqüências
graves para o paciente, o profissional e a auxiliar.
(5p. 2ref. 10f.) Rev. Fac. Odont. Valença
Cod. E27.2.3 - 1298 - 5 C-12.198
MONITORAMENTO FÍSICO NO PROCESSO DE ESTERILIZAÇÃO
EM ESTUFA E AUTOCLAVE
MELO, N. S. F. O. & GARAFANI, E. C.
O monitoramento do ciclo de esterilização é parte do processo
para um controle de infecção eficiente e eficaz. Faz parte deste
monitoramento a aferição dos equipamentos durante todo o ciclo
de esterilização. Sendo o monitoramento físico parte do
processo de esterilização, este trabalho tem por objetivo definir
o método de monitoramento físico dos ciclos de esterilização
de estufas e autoclaves através de uma revisão de literatura.
(6p. 22ref. 13f.) Odont.: Ens. Pesq. / IEPC
Cod. D32.3.2 - 0798 - 6 C-12.199