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PALAVRA DO ESPECIALISTA
Informe Técnico : Pontas ultrassônicas de diamante CVD facilitam o tratamento odontológico infantil

Nova tecnologia elimina o desconforto e favorece um comportamento infantil colaborativo no consultório odontológico. O medo e a ansiedade são inevitáveis quando falamos em tratamentos odontológicos, principalmente para as crianças, que associam o dentista a dor e ao desconforto. Apesar dos avanços tecnológicos essa barreira ainda existe, o que reduz a cooperação do paciente ao tratamento
  ARTIGOS
Especialista americano em Odontopediatria apresenta estudos recentes sobre as pontas ultrassônicas de diamante
03/09/2010
Diamante vira vedete Odontológica
02/06/2010
Validação do questionário RDC/TMD Eixo II em português.
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Entrevista do Prof. Dr. Clóvis Marzola

Entrevista do Prof. Dr. CLóvis Marzola á Dr. Antônio Inácio Ribeiro Nosso entrevistado é uma personalidade da Odontologia. Colou grau na Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto com 20 anos. Mestre, doutor, livre-docente, professor-adjunto e professor-titular de Cirurgia da Universidade de São Paulo por concurso público. Iniciou a docência na FO de Araçatuba da UNESP, onde fez o primeiro doutorado em Cirurgia no Brasil, para depois mudar para a Faculdade de Odontologia de Bauru da USP

Serviços Odontológicos - Prevencão e Controle de Riscos
Biossegurança: O Vivenciar de sua Interdisciplinidade
Remoção de manchas do esmalte dental com eficiência. - Prof. Renato Herman Sundfeld* - Prof. Theodore P. Croll**
CLAREAMENTO DENTÁRIO
 

DENTES ESCURECIDOS APÓS O CLAREAMENTO DENTÁRIO? PROFESSOR DA USP EXPLICA ESSA E OUTRAS CONTROVÉRSIAS DA ODONTOLOGIA ATUAL

O docente da USP-Bauru faz uma seleção de casos mais controversos na Odontologia atual durante o 28º Congresso Internacional de Odontologia de São Paulo, que acontece até quarta-feira (03) de fevereiro no Anhembi.

 

Mitos e verdades são comuns em qualquer atividade profissional e isso não é diferente na Odontologia. Analisando uma série de casos rotineiros na área, o professor-titular da Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo (USP) de Bauru, Alberto Consolaro, ministrou hoje (domingo, 31 de janeiro) o curso “Controvérsias na Odontologia Atual – inquietações e dogmas clínicos”, dentro da programação do 28º Congresso Internacional de Odontologia de São Paulo (Ciosp), que acontece até quarta-feira (03 de fevereiro) no Pavilhão de Exposições do Anhembi.

 

Entre os casos apresentados por Consalaro destaca-se o escurecimento dos dentes,  após o clareamento dentário. O professor da USP explica que, até hoje, não se sabe exatamente quais pigmentos ou moléculas são responsáveis pelo escurecimento dos dentes. Mas que, dentes escurecidos certamente não são provocados pelo clareamento. “Os efeitos biológicos mais comuns do tratamento são a queima dos tecidos gengivais e hipersensibilidade, uma vez que o clareamento utiliza um ácido (peróxido de hidrogênio) que aumenta a porosidade do esmalte, podendo atravessar a dentina e irritar a polpa”, diz o professor.

 

Consolaro explica que dentes escuros são provenientes de dois tipos de casos: necrose pulpar asséptica ou metamorfose cálcica da polpa, ambos provocados por traumatismo dentário. O escurecimento dos dentes pode ocorrer até um ano após o paciente ter sofrido um traumatismo. Desta forma, é comum que se faça a relação com o clareamento quando os dentes ficam escurecidos após o tratamento. “O correto é que se faça uma radiografia antes do tratamento para diagnosticar algum tipo de concussão ocorrida no passado. Só assim o profissional poderá comprovar para o paciente que o problema já existia anteriormente ao clareamento”, conta o especialista.

 

Outro caso emblemático é o da necrose pulpar, que muitas vezes pode surgir após casos de tratamento ortodôntico, mais popularmente conhecido como uso do aparelho. O especialista explica que não existe nada na literatura científica que comprove que a necrose da polpa seja provocada pelo uso do aparelho e consequentemente pela movimentação dos dentes durante o tratamento ortodôntico. “O diagnóstico de necrose pulpar é geralmente explicado por traumatismo dentário, também conhecido por concussão. Ou seja, a necrose da polpa foi provocada por um traumatismo que o paciente sofreu antes do tratamento ortodôntico, mas que se manifestou depois”, conta o cirurgião-dentista.

 

Informações para a imprensa com Marcelo Andrade/Paula Ricupero/Nora Ferreira e Ivani Cardoso – Lu Fernandes Comunicação e Imprensa – 2089-7233/34/35.

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