:: Busca:
:: Busca Avançada
Guia Bibliográfico Odontológico
Base de dados
11 usuários on-line neste momento.
Login  
:: ÍNDICE
Veja o índice completo
- Art. Leitura Dinâmica
- Bioengenharia
- Biossegurança
- Cirurgia T.B.M.F.
- Códigos e Manuais
- Dentística
- Diversos
- Endodontia
- Ensino Odontológico
- Ergonomia
- Estomatologia
- Evidence Based
- Geral
- Implantologia
- Materiais Dentários
- Oclusão ATM
- Odonto Legal e Ética
- Odonto Preventiva
- Odontopediatria
- Ortodontia
- Pacientes Especiais
- Periodontia
- Prótese Buco-Maxilo
- Prótese Fixa
- Prótese Removível
- Prótese Total
- Radiologia
- Saúde do C.D.
- SOS Artigos Cortesia
Biossegurança / Esterilização
FACILITE SUA PESQUISA: listar apenas DTCs sobre:
A - Trabalho ou Artigo Clínico, de Divulgação, Revisão de Literatura
B - Relato de Caso(s) e Técnica(s), Nota(s) Prévia(s)
C - Investigação Científica, Trabalho(s) de Pesquisa(s), Artigo Original
Geral
Total de Documentos Técnico-Científicos Encontrados: 667
 
:: A - Trabalho ou Artigo Clínico, de Divulgação, Revisão de Literatura

MITOS DA BIOSSEGURANÇA
BORGES, L. et al.
É fato que o assunto é de extrema importância, sobretudo, quando nos referimos às hepatites B e C e a outras doenças de alto risco ocupacional. No entanto, existem mitos que precisam ser derrubados. A maioria dos profissionais ainda trabalha com protocolos de controle de infecção ultrapassados e inapropriados.
( 2 páginas 0 ref. 2 f.) Odonto Magazine - Ano: 2013
Cod. F02 . 3 . 26 - 3 2013 - 2 X Rev. Liter

GOVERNANÇA GLOBAL E TRANSFERÊNCIA DE POLÍTICA: INFLUÊNCIAS DO PROTOCOLO DE CARTAGENA NA POLÍTICA NACIONAL DE BIOSSEGURANÇA
FONTOURA, Y. et al.
No contexto de governança global, analisamos o tema da transferência de política, no qual a formulação de políticas públicas é influenciada por experiências de contextos políticos diferentes. Neste sentido, questionamos de que forma o Protocolo de Cartagena influenciou a formulação da Política Nacional de Biossegurança (PNB).
PALAVRAS CHAVE: Governança global; Transferência de política; Protocolo de Cartagena; Política Nacional de Biossegurança.
( 21 páginas 46 ref. 2 f.) Rev. Administ. Pública - Ano: 2013
Cod. F14 . 47 . 1 - 2 2013 - 1 K Rev. Liter

SEGURANÇA É A PALAVRA DE ORDEM!
BORGES, L.
Antes mesmo de janeiro terminar, o mundo acordou em um domingo de luto. Segurança. Parece simples, mas quando verificamos em que condições a maioria dos serviços funciona em nosso país, ficamos aterrorizados.
( 1 páginas 0 ref. 2 f.) Odonto Magazine - Ano: 2013
Cod. F02 . 3 . 25 - 2 2013 - 2 X Rev. Liter

PRINCÍPIOS DE BIOSSEGURANÇA APLICADOS AOS LABORATÓRIOS DE ENSINO UNIVERSITÁRIO DE MICROBIOLOGIA E PARASITOLOGIA
SANGIONI, L. A. et al.
Esta revisão compila os principais aspectos da biossegurança relacionados aos princípios e à classificação dos riscos, dos agentes biológicos e dos níveis de contenção laboratorial, bem como aborda as boas práticas laboratoriais nos laboratórios de ensino, pesquisa e extensão em microbiologia e parasitologia.
PALAVRAS CHAVE: Risco; Segurança; Educação em biossegurança.
( 9 páginas 16 ref. 2 f.) Ciência Rural - Ano: 2013
Cod. F31 . 43 . 1 - 1 2013 - 1 E Rev. Liter

A PERSPECTIVA DO PACIENTE NO CONTROLE DE INFECÇÃO EM ODONTOLOGIA
DONATELLI, L. J. P.
Você já se colocou na posição do paciente? Já foi fazer exame de sangue e a laboratorista que atendeu você circulava tranquilamente com as mãos enluvadas, escrevendo na ficha pegando nos tubos, seringa e afirmando para você, quando questionada, que não trocava a luva porque era somente para proteção dela?
( 1 páginas 0 ref. 1 f.) Dentistry Brasil - Ano: 2012
Cod. C87 . 51 . 51 - 11 2012 - 1 X Rev. Liter

BIOSSEGURANÇA EM ODONTOLOGIA A QUATRO MÃOS - O PAPEL DA EQUIPE AUXILIAR NO CONTROLE DE INFECÇÃO
DONATELLI, L. J. P.
As medidas de controle de infecção para reduzir o risco ocupacional e de transmissão de microorganismos nos serviços de saúde propostas como precauções padrão, foram incorporadas paulatinamente pelos profissionais da Odontologia desde o final da década de 80.
( 1 páginas 0 ref. 1 f.) Dentistry Brasil - Ano: 2012
Cod. C87 . 50 . 50 - 10 2012 - 5 X Rev. Liter

VINDO DOS PÉS A BIOSSEGURANÇA ODONTOLÓGICA
SILVA, D. J. et al.
Empresa nasceu da necessidade da beleza humana, mudando o foco mercadológico, chegando à biossegurança dos profissionais da Odontologia, conquistando mercado e destacando-se no quesito praticidade e segurança.
( 1 páginas 0 ref. 1 f.) Dentistry Brasil - Ano: 2012
Cod. C87 . 50 . 50 - 10 2012 - 9 X Rev. Liter

COQUELUCHE: UMA DOENÇA REEMERGENTE NO MUNDO
BORGES, L.
A coqueluche, também conhecida como tosse comprida é uma doença altamente contagiosa que causa episódios de tosse violentos e graves. O agente etiológico é a bactéria Bordetella Pertussis. Embora, atualmente, adolescentes e adultos sejam frequentemente afetados, lactentes muito novos, ainda não completamente imunizados, podem contrair a infecção, geralmente transmitida por um membro da família, e evoluir para um quadro grave, que pode levar ao óbito.
( 2 páginas 0 ref. 1 f.) Odonto Magazine - Ano: 2012
Cod. F02 . 2 . 21 - 10 2012 - 1 X Rev. Liter

HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS
BORGES, L.
A higienização das mãos é considerada a ação isolada mais importante no controle de infecções em serviços de saúde. Porém, a falta de adesão dos prossionais de saúde a esta prática é uma realidade que vem sendo constatada ao longo dos anos e tem sido objeto de estudos em diversas partes do mundo. A utilização simples de água e sabão pode reduzir a população microbiana presente nas mãos e, na maioria das vezes, interromper a cadeia de transmissão de doenças.
( 1 páginas 0 ref. 1 f.) Odonto Magazine - Ano: 2012
Cod. F02 . 2 . 20 - 9 2012 - 1 X Rev. Liter

NO INVERNO, O CUIDADO COM A BIOSSEGURANÇA DEVE SER REDOBRADO
CECÍLIO, Â. M. A. et al.
Com a vinda do inverno e do tempo mais seco e frio ficamos mais vulneráveis a doenças, principalmente as típicas da estação, como gripe, resfriado, rinite, sinusite, bronquite e pneumonia. Um problema agravante é passar muito tempo em ambientes fechados com pouca circulação de ar. O aumento da concentração de pessoas em locais públicos como shoppings e cinemas, entre outros ambientes, constitui um fator que contribui para a disseminação de viroses. É importante conhecer as formas de transmissão para instituir medidas de prevenção.
( 1 páginas 0 ref. 1 f.) Dentistry Brasil - Ano: 2012
Cod. C87 . 48 . 48 - 8 2012 - 8 X Rev. Liter

ONDE CIRCULA O PERIGO
BORGES, L.
A clínica odontológica é, a princípio, um ambiente de promoção de saúde, mas poucos imaginam que pode ser também um lugar de propagação de doenças. Materiais esterilizados incorretamente, equipe de trabalho sem o devido equipamento de proteção e procedimentos clínicos inadequados podem contribuir para que infecções sejam transmitidas do paciente para o dentista e deste para outro paciente, ou até de um paciente para outro por meio de instrumental e objetos contaminados.
( 1 páginas 0 ref. 1 f.) Odonto Magazine - Ano: 2012
Cod. F02 . 2 . 19 - 8 2012 - 1 X Rev. Liter

A IMPORTÂNCIA DA ABORDAGEM CONTEXTUAL NO ENSINO DE BIOSSEGURANÇA
PEREIRA, M. E. C. et al.
A biossegurança é um campo do conhecimento que insere questões voltadas para organismos geneticamente modificados e relacionadas à proteção social e ocupacional do trabalhador. O seu processo educativo visa à formação de um agente participativo-transformador e, portanto, deve ultrapassar a simples ideia da normalização.
PALAVRAS CHAVE: Ensino de biossegurança; Contexto histórico; Conceitos estruturantes.
( 6 páginas 38 ref. 0 f.) Ciência & Saúde Coletiva - Ano: 2012
Cod. C62 . 17 . 6 - 6 2012 - 3 C Rev. Liter

HEPATITE C – OS BABY BOOMERS SÃO 3 EM CADA 4 INFECTADOS NOS EUA. CDC (CENTERS FOR DISEASE CONTROL AND PREVENTION) PROPÕE TESTES ANTI-HCV PARA TODOS DA GERAÇÃO
DONATELLI, L. J. P. et al.
Doença silenciosa, a hepatite C afeta cerca de 2,5 milhões de pessoas nos Estados Unidos, número semelhante ao previsto de infectados no Brasil, segundo o levantamento publicado em 2011 pela revista da Fapesp. Nos Estados Unidos, as mortes em decorrência da hepatite C já ultrapassam em número as por consequência do HIV.
( 1 páginas 0 ref. 0 f.) Dentistry Brasil - Ano: 2012
Cod. C87 . 46 . 46 - 6 2012 - 8 X Rev. Liter

DO ESPECIALISTA PARA O CLÍNICO
TRAITEL, M. et al.
O clínico Marcelo Traitel entrevista Dr. Bernardo Ballarin, especialista em Biossegurança pela Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ) e cirurgião-dentista graduado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
( 2 páginas 0 ref. 2 f.) Rev. Bras. Odont. - Ano: 2012
Cod. A02 . 69 . 1 - 6 2012 - 11 X Rev. Liter

NOVIDADE! LANÇAMENTO DE VÍDEO – DICAS PRÁTICAS DE BIOSSEGURANÇA PARA O SEU CONSULTÓRIO
DONATELLI, L. J. P.
O novo vídeo como o nome já diz, traz dicas práticas de Biossegurança, através de imagens de textos. Produzido pela Cristófoli dentro do Projeto Biossegurança em Odontologia, tem a Internet como principal veículo, tornando- o acessível para a grande maioria dos consultórios. Com a finalidade de percorrer boa parte dos procedimentos para o Controle de Infeção nos consultórios odontológicos, propõe ainda sugestões para que o dentista construa o seu manual de rotinas e procedimentos. É uma ferramenta prática para levar informações e recordar procedimentos.
( 1 páginas 0 ref. 1 f.) Dentistry Brasil - Ano: 2012
Cod. C87 . 45 . 45 - 5 2012 - 6 X Rev. Liter

ACIDENTE OCUPACIONAL NA ODONTOLOGIA
BORGES, L.
Biossegurança em ambientes clínicos é hoje uma preocupação mundial. É preciso estar ciente do alto risco de contaminação que profissionais da área odontológica estão expostos. Não podemos fechar os olhos para as hepatites viróticas, especialmente as hepatites B e C.
( 1 páginas 0 ref. 2 f.) Odonto Magazine - Ano: 2012
Cod. F02 . 2 . 16 - 5 2012 - 2 X Rev. Liter

LIMPEZA DE ARTIGOS NO CONTROLE DE INFECÇÃO EM ODONTOLOGIA: DETALHES QUE FAZEM A DIFERENÇA
DONATELLI, L. J. P.
A prevenção de riscos e controle de infecção nos consultórios odontológicos é um conjunto de procedimentos dos quais fazem parte a instalação física do consultório e seus equipamentos, a capacitação da equipe, a organização de procedimentos operacionais padronizados estabelecendo rotinas para as diversas atividades realizados no dia a dia. Entre elas esta o processamento de artigos que é composto etapas: limpeza, inspeção visual, preparo, embalagem, esterilização, armazenamento, monitorização da esterilização e registros, onde cada fase é importante para garantir a segurança de pacientes e profissionais.
( 1 páginas 0 ref. 1 f.) Dentistry Brasil - Ano: 2012
Cod. C87 . 44 . 44 - 4 2012 - 8 X Rev. Liter

BIOSSEGURANÇA, PROTEÇÃO AMBIENTAL E SAÚDE: COMPONDO O MOSAICO
ROCHA, S. S. et al.
O presente trabalho faz uma reflexão sobre a construção do campo da Biossegurança, apresenta sua abrangência, os complexos temas tratados e sua perspectiva interdisciplinar. O objetivo desse campo é propor ações capazes de prevenir e controlar riscos de agravos à saúde ambiental e humana, respondendo aos desafios teóricos e práticos impostos pelas constantes mudanças no mundo, decorrentes das intervenções humanas sobre a natureza, mediadas pelos avanços científicos e tecnológicos.
PALAVRAS CHAVE: Doenças emergentes e reemergentes; Risco ambiental; Sustentabilidade.
( 6 páginas 17 ref. 0 f.) Ciência & Saúde Coletiva - Ano: 2012
Cod. C62 . 17 . 2 - 2 2012 - 1 C Rev. Liter

REFLEXÃO CRÍTICA SOBRE A INVISIBILIDADE DA BIOSSEGURANÇA E DA BIOSSEGURIDADE
AUGUSTO, L. G. S. et al.
Gostaria de destacar no artigo em debate a sua atualidade e a perspectiva de não redução da biossegurança a procedimentos de avaliação de risco, ampliando-a para um escopo que inclui sua contextualização fundamental para atitudes precaucionárias tanto no nível individual, como no social e no institucional.
( 2 páginas 3 ref. 0 f.) Ciência & Saúde Coletiva - Ano: 2012
Cod. C62 . 17 . 2 - 2 2012 - 2 X Rev. Liter

BIOSSEGURANÇA, SAÚDE, AMBIENTE E COMUNICAÇÃO DE RISCOS: UM DEBATE NECESSÁRIO
PERES, F.
O artigo de Rocha e colaboradores, intitulado Biossegurança, Proteção Ambiental e Saúde: compondo o mosaico, trata de um tema da mais alta relevância e atualidade para a Saúde Coletiva: a construção do campo da biossegurança no país e de alguns marcos históricos e regulatórios relacionados. Coloca, com objetividade, a questão da biossegurança no âmbito do processo global de desenvolvimento, desde as formas através das quais o homem se apropria dos recursos naturais e transforma a natureza (causando diversos desequilíbrios que compõem parte significativa do objeto de estudo da biossegurança) até os diferentes padrões de produção e consumo observados ao redor do planeta.
( 4 páginas 0 ref. 0 f.) Ciência & Saúde Coletiva - Ano: 2012
Cod. C62 . 17 . 2 - 2 2012 - 3 X Rev. Liter

MONITORIZAÇÃO DA ESTERILIZAÇÃO EM AUTOCLAVES: POR QUE AGORA É OBRIGATÓRIO?
DONATELLI, L. J. P.
A verificação da esterilização tem sido exigida com mais contundência pela vigilância sanitária em todos país, em especial nos últimos anos. A verdade é que a norma técnica de 1994 (Manual de Processamento de Artigos e Superfícies-MS), já preconizava o seu uso, além de várias legislações (SS15- SP Portaria 500-RS) e publicações que o sucederam (ANVISA 2006).
( 1 páginas 0 ref. 2 f.) Dentistry Brasil - Ano: 2012
Cod. C87 . 42 . 42 - 2 2012 - 7 X Rev. Liter

DÚVIDAS FREQUENTES SOBRE BIOSSEGURANÇA ODONTOLÓGICA
BORGES, L.
A Dra. Lusiane Borges, cirurgiã-dentista especialista em biossegurança, esclarece as principais dúvidas sobre a segurança na Odontologia. Como proceder na falta da caixa de papelão para descarte de perfurocortantes? Existe algum teste que pode ser realizado para testar a eficiência da minha autoclave? Como elaborar o Manual de Rotinas e Procedimentos da Clínica/Consultório Odontológico?
( 1 páginas 0 ref. 1 f.) Odonto Magazine - Ano: 2012
Cod. F02 . 2 . 12 - 1 2012 - 1 X Rev. Liter

ODONTOLOGIA E MEDICINA UNIDAS PELO BEM-ESTAR DO PACIENTE
GENNARI, C.
A união das diversas áreas da saúde no atendimento clínico e hospitalar favorece a redução de custos em saúde pública, mas não existe dúvida que a grande beneficiada é a sociedade. Pacientes e famílias aderem ao tratamento mais rapidamente quando tratados por uma equipe multiprofissional voltada ao cuidado e atenção com a saúde integral do indivíduo. Ações desta natureza, com resultados positivos, despertam o interesse dos políticos.
( 3 páginas 0 ref. 2 f.) Odonto Magazine - Ano: 2012
Cod. F02 . 2 . 12 - 1 2012 - 2 B Rev. Liter

A IMPORTÂNCIA DAS LUVAS NO COTIDIANO DO CONSULTÓRIO
REBOLA, F. S. et al.
Tem de proteção importante, mas que pode ser uma dor de cabeça. Pouca gente sabe, mas as luvas podem trazer sérios problemas, tanto para o paciente quanto para quem utiliza o produto no dia a dia. Principalmente se na composição houver látex. Com a evolução de materiais sintéticos, produtos com látex estão cada vez mais perdendo mercado. Hoje, o látex sofre um processo semelhante ao que ocorreu com o amianto no mercado de construção, anos atrás, quando passou a ser clafissicado como potencialmente perigoso para a saúde.
( 2 páginas 0 ref. 1 f.) Odonto Magazine - Ano: 2012
Cod. F02 . 2 . 12 - 1 2012 - 4 X Rev. Liter

DÚVIDAS FREQUENTES SOBRE BIOSSEGURANÇA ODONTOLÓGICA
BORGES, L.
A autora responde as seguintes perguntas: Quais são as doenças de risco ocupacional para Odontologia? Qual é a importância da utilização do detergente enzimático no processamento do instrumental a ser esterilizado? Existem no mercado vários tipos e qualidades de embalagens diferentes. Como podemos definir qual embalagem utilizar para a esterilização de instrumental odontológico?
( 1 páginas 0 ref. 1 f.) Odonto Magazine - Ano: 2011
Cod. F02 . 1 . 11 - 12 2011 - 1 X Rev. Liter

DÚVIDAS FREQUENTES SOBRE BIOSSEGURANÇA ODONTOLÓGICA
BORGES, L..
A Dra. Lusiane Borges, cirurgiã-dentista especialista em biossegurança, esclarece as principais dúvidas sobre a segurança na odontologia. 1- Quais são etapas essenciais para uma esterilização segura? 2- Quais são as vacinas necessárias para o profissional de odontologia? 3- Como podemos utilizar o Peracético no dia-a-dia da Odontologia já que a esterilização líquida é proibida pela ANVISA? 4- Como é realizado o descarte de resíduos na odontologia?
( 1 páginas 0 ref. 1 f.) Odonto Magazine - Ano: 2011
Cod. F02 . 1 . 10 - 11 2011 - 1 X Rev. Liter

O DESAFIO DA ESTERILIZAÇÃO DAS PEÇAS DE MÃO NA PRÁTICA ODONTOLÓGICA
CECILIO, A. M. A. et al.
O tema biossegurança é fundamental nos dias atuais, mas essa preocupação existe desde a antiguidade. As formas de disseminação e controle das doenças sempre foram um desafio para as ciências e medicina.
( 5 páginas 10 ref. 9 f.) Odonto Magazine - Ano: 2011
Cod. F02 . 1 . 10 - 11 2011 - 9 C Rev. Liter

DÚVIDAS FREQUENTES SOBRE BIOSSEGURANÇA ODONTOLÓGICA
BORGES, L..
A Dra. Lusiane Borges, cirurgiã-dentista especialista em biossegurança, esclarece as principais dúvidas sobre a segurança na odontologia. 1- Podemos esterilizar o instrumental ou artigos com o ácido peracético? Quais são as indicações para utilização na odontologia? 2- Quais embalagens são consideradas seguras para esterilização? 3- Que tipo de detergente devemos utilizar para lavar o instrumental? É normal após a esterilização verificarmos que o material ficou úmido? Como devemos preceder?
( 1 páginas 0 ref. 1 f.) Odonto Magazine - Ano: 2011
Cod. F02 . 1 . 9 - 10 2011 - 1 X Rev. Liter

ESPAÇOS SAUDÁVEIS E SUSTENTÁVEIS, BIOSSEGURANÇA E RESÍDUOS
COHEN, S. C. et al.
Objetivou-se abordar os fatores necessários ao desenvolvimento de um plano de ação no sentido da construção de políticas públicas saudáveis no âmbito habitacional. Como método utilizado conjuga-se conceito e prática da habitação saudável e de outros conceitos correlatos, como ambiente e entorno saudável, padrão de habitabilidade, fator de risco, atenção primária ambiental, vigilância em saúde ambiental e sobre as dimensões da habitação: cultural, econômica, ecológica, sociológica e da saúde humana.
PALAVRAS CHAVE: Políticas Públicas; Indicadores de Desenvolvimento Sustentável; Exposição a Agentes Biológicos; Resíduos Sólidos; Saúde Ambiental.
( 10 páginas 16 ref. 3 f.) Rev. Bras. Prom. Saúde - Ano: 2011
Cod. E44 . 24 . 3 - 9 2011 - 2 E Rev. Liter

GRIPE A: PREVENÇÃO NO CONSULTÓRIO ODONTOLÓGICO
Fonte: Associação Brasileira de Odontologia – ABO
Apesar de não haver muitos sinais de que a pandemia da Gripe A esteja bem controlada, agora já há mais informações sobre como prevenir a transmissão do vírus H1N1 e quais as primeiras medidas que devem ser tomadas em caso de suspeita e de confirmação. Além de divulgar e reforçar estas informações, a ABO orienta sobre os cuidados específicos para a prevenção dentro do consultório odontológico, com base nas opiniões e pareceres de especialistas em biossegurança e de entidades e órgãos de saúde e sanitários.
( 1 páginas 0 ref. 1 f.) Odonto Magazine - Ano: 2011
Cod. F02 . 1 . 8 - 9 2011 - 1 X Rev. Liter

DÚVIDAS FREQUENTES SOBRE BIOSSEGURANÇA ODONTOLÓGICA
BORGES, L..
A Dra. Lusiane Borges, cirurgiã-dentista especialista em biossegurança, esclarece as principais dúvidas sobre a segurança na odontologia. 1- É realmente necessária a utilização de água destilada na autoclave? 2- Devo fechar as embalagens de papel grau cirúrgico com seladora ou posso fechar com a fita adesiva de autoclave? 3- Se selarmos a embalagem de forma que fique hermeticamente fechada, como o vapor irá penetrar no material? 4- As embalagens para esterilização podem ser reesterilizadas? 5- Qual o tipo de detergente que devo utilizar na lavadora ultrassônica?.
( 1 páginas 0 ref. 1 f.) Odonto Magazine - Ano: 2011
Cod. F02 . 1 . 8 - 9 2011 - 2 X Rev. Liter

DÚVIDAS FREQUENTES SOBRE BIOSSEGURANÇA ODONTOLÓGICA
BORGES, L..
A Dra. Lusiane Borges, cirurgiã-dentista especialista em biossegurança, esclarece as principais dúvidas sobre a segurança na odontologia. 1- Após o processo de esterilização, por quanto tempo o material pode permanecer no interior da autoclave, mesmo com ela aberta? 2- O processo de esterilização por meio de autoclave a vapor é o método mais eficiente de esterilização? 3- Utilizo uma embalagem de papel grau cirúrgico que possui um indicador que muda de cor após a esterilização. Isso prova que o material está realmente esterilizado? 4- Após todo o processo de esterilização, percebo que o material ainda sai úmido ou às vezes molhado de dentro da autoclave. Existe algum problema em utilizar este material?
( 1 páginas 0 ref. 1 f.) Odonto Magazine - Ano: 2011
Cod. F02 . 1 . 7 - 8 2011 - 1 X Rev. Liter

DÚVIDAS FREQUENTES SOBRE BIOSSEGURANÇA ODONTOLÓGICA
BORGES, L..
A Dra. Lusiane Borges, cirurgiã-dentista especialista em biossegurança, esclarece as principais dúvidas sobre a segurança na odontologia.1- Quais são os riscos aos quais se submetem o profissional de saúde bucal ao atender um paciente sem controle de infecção? 2- Quais são as etapas que garantem o processo de esterilização? 3- O glutaraldeído está proibido pela Vigilância Sanitária? Existe substituto?
( 1 páginas 0 ref. 1 f.) Odonto Magazine - Ano: 2011
Cod. F02 . 1 . 6 - 7 2011 - 1 X Rev. Liter

ODONTOLOGIA HOSPITALAR: UMA ABORDAGEM DIFERENCIADA DA PRÁTICA ODONTOLÓGICA
GENNARI, C..
É uma questão de saúde pública a diminuição das infecções hospitalares. A prática da odontologia no ambiente hospitalar pode contribuir (e muito) nesse processo.
( 4 páginas 0 ref. 2 f.) Odonto Magazine - Ano: 2011
Cod. F02 . 1 . 6 - 7 2011 - 2 B Rev. Liter

A IMPORTÂNCIA DE AGREGAR BIOSSEGURANÇA AO ATENDIMENTO ODONTOLÓGICO
VERAS, R. et al.
Sabemos da importância que a odontologia possui para a saúde geral da população. Mas será que estamos fazendo um atendimento odontológico ideal, sem oferecermos riscos de possíveis infecções cruzadas aos nossos pacientes? Preocupados com isto, a OMS (Organização Mundial da Saúde) e vários órgãos mundiais de saúde como o CDC-USA (Centro de Controle de Doenças dos Estados Unidos) têm trabalhado no sentido de conscientizar não só os cirurgiões-dentistas, mas também os usuários dos serviços de odontologia, sobre a importância de frequentar um ambiente onde a biossegurança seja uma realidade.
( 1 páginas 3 ref. 1 f.) O Sorriso - Ano: 2011
Cod. C90 . 8 . 32 - 6 2011 - 3 X Rev. Liter

MONITORAMENTO DA ESTERILIZAÇÃO
ROSA, C. S. O. et al.
Todo o processo de esterilização deve ser monitorado para assegurar sua eficácia. De acordo com o Manual de Biossegurança da Anvisa o monitoramento da esterilização pode ser de duas formas: Química ou Biológica.
( 2 páginas 1 ref. 4 f.) Dentistry Brasil - Ano: 2011
Cod. C87 . 34 . 34 - 6 2011 - 6 A Rev. Liter

QUAL EMBALAGEM ESCOLHER?
ROSA, C. S. O..
O tipo da embalagem escolhida deve levar em conta alguns fatores como: qual o processo de esterilização que será utilizado, quais os materiais e como será armazenado após a esterilização. O principal objetivo da embalagem é permitir a penetração do agente esterilizante e proteger o artigo de modo a assegurar a esterilidade até sua abertura.
( 1 páginas 1 ref. 1 f.) Dentistry Brasil - Ano: 2011
Cod. C87 . 33 . 33 - 5 2011 - 8 X Rev. Liter

HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS: UMA MEDIDA IMPORTANTE NO CONTROLE DAS INFECÇÕES
ROSA, C. S. O..
São muitas as doenças que podem ser transmitidas aos profissionais de saúde! Quando falamos de biossegurança imaginamos procedimentos complexos como esterilização ou desinfecção que demandam de equipamentos e processos demorados. Porém, vamos tratar de um tema bastante simples, considerado a medida mais importante no controle das infecções: A Higienização das mãos.
( 1 páginas 0 ref. 0 f.) Dentistry Brasil - Ano: 2011
Cod. C87 . 32 . 32 - 4 2011 - 7 X Rev. Liter

REGIMES DE PROFILAXIA APÓS EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL AO HIV: REVISÃO DA LITERATURA
SANTOS, D. L. et al.
Os acidentes ocupacionais com materiais biológicos contaminados com HIV geram grande impacto no trabalhador que se acidenta, apesar de serem responsáveis por um número pequeno de soroconversões. Desde o início da epidemia da AIDS, uma grande preocupação tem sido demonstrada na prevensão dessa infecção relacionada ao trabalho. Este estudo teve como objetivo rever a literatura sobre os regimes de profilaxia após exposição ocupacional ao vírus HIV, bem como comparar as recomendações existentes nos diferentes países e auxiliar os médicos frente à situação de um acidente ocupacional com material biológico potencialmente contaminado com HIV.
PALAVRAS CHAVE: AIDS; Anti-retrovirais; Acidente ocupacional; Materiais biológicos.
( 9 páginas 29 ref. 0 f.) Saúde, Ética & Justiça - Ano: 2011
Cod. D08 . 15 . 1 - 3 2011 - 1 E Rev. Liter

AUTOCLAVE: PROCESSO ECONÔMICO, SEGURO E EFICAZ EM ESTERILIZAÇÃO
ROSA, C. S. O. et al.
São muitas as doenças que podem ser transmitidas aos profissionais de saúde! Diante desse risco é importante que sejam tomadas algumas medidas de biossegurança para proteção do profissional e do próprio paciente. Dentre essas medidas podemos destacar o processo de esterilização, uma importante ferramenta na destruição dos microrganismos. São muitas as doenças que podem ser transmitidas aos profissionais de saúde!
( 1 páginas 0 ref. 1 f.) Dentistry Brasil - Ano: 2011
Cod. C87 . 31 . 31 - 3 2011 - 8 X Rev. Liter

MEDIDAS DE BIOSSEGURANÇA E PREVENÇÃO NOS ACIDENTES COM MATERIAL BIOLÓGICO
DELONGHI, L. C. et al.
Os acidentes com material biológico são considerados como problema para os profissionais da área de saúde, pela possibilidade de transmissão ocupacional de patógenos veiculados pelo sangue e fluidos corporais, como o vírus da imunodeficiência humana (HIV), vírus da Hepatite B (HBV) e o vírus da Hepatite C (HCV). O presente artigo tem como objetivo apresentar uma revisão de literatura sobre as principais causas de acidentes com material biológico, bem como as estratégias de prevenção dos mesmos.
PALAVRAS CHAVE: Material Biológico; Prevenção; Biossegurança.
( 8 páginas 26 ref. 0 f.) UNINGÁ Review - Ano: 2010
Cod. F05 . 4 . 4-4 - 12 2010 - 1 D Rev. Liter

EDUCAÇÃO EM BIOSSEGURANÇA: CONTRIBUIÇÕES PEDAGÓGICAS PARA A FORMAÇÃO PROFISSIONAL EM SAÚDE
COSTA, M. A. F. et al.
O estudo, realizado no período 2004-2005, teve como objetivo geral analisar percepções docentes e discentes sobre os processos de ensino-aprendizagem da biossegurança em cursos de nível médio da área de saúde. Teve como foco de coleta de dados seis cursos de nível médio da Fundação Oswaldo Cruz, no Rio de Janeiro.
PALAVRAS CHAVE: Ensino de biossegurança; Educação profissional em saúde; Processo de ensino-aprendizagem.
( 10 páginas 41 ref. 0 f.) Ciência & Saúde Coletiva - Ano: 2010
Cod. C62 . 15 . Supl.1 - 8 2010 - 9 E Rev. Liter

BIOSSEGURANÇA À LUZ DA ERGOLOGIA: POSSIBILIDADES PARA A SAÚDE DO TRABALHADOR
NEVES, T. P. et al.
Estudo de natureza teórico-conceitual, que discute como os aportes da abordagem ergológica podem contribuir para uma compreensão mais ampliada da biossegurança. Como tal abordagem francesa considera o trabalho como uso de si, isto é, compreende que trabalhar nunca se resume a repetir normas preestabelecidas, no presente estudo argumenta-se que somente pela participação dos trabalhadores é possível construir estratégias de prevenção de riscos adequadas.
PALAVRAS CHAVE: Biossegurança; Ergologia; Saúde do trabalhador.
( 12 páginas 27 ref. 0 f.) Rev. Baiana de Saúde Pública - Ano: 2010
Cod. C39 . 34 . 2 - 6 2010 - 1 F Rev. Liter

AMÁLGAMA DENTÁRIO : CONTROLE DOS FATORES DE RISCO À EXPOSIÇÃO MERCURIAL
ALVES-REZENDE, M. C. R. et al.
O amálgama dentário tem sido utilizado há mais de um século e ainda constitui importante material restaurador na Odontologia. Durante a confecção ou remoção de restaurações mercúrio pode ser liberado para o ambiente. Resíduos de amálgama gerados na prática odontológica constituem importante fonte de liberação de mercúrio para o ambiente se descartados no lixo comum ou descarregados no sistema de esgoto.
PALAVRAS CHAVE: Amálgama dentário; Riscos ocupacionais; Toxicidade.
( 5 páginas 36 ref. 6 f.) Rev. Odont. Araçatuba - Ano: 2009
Cod. B46 . 29 . 2 - 8 2009 - 1 C Rev. Liter

AVALIAÇÃO DAS NORMAS DE BIOSSEGURANÇA NAS CLÍNICAS ODONTOLÓGICAS DA UFPE
MÁRCIA MARIA VENDICIANO BARBOSA VASCONCELOS; CATARINA DA MOTA VASCONCELOS BRASI; CLÁUDIA CRISTINA BRAINER DE OLIVEIRA MOTA; NATALIA RABELO DE CARVALHO.
O objetivo deste trabalho foi observar o cumprimento das normas de biossegurança e os cuidados com os riscos ocupacionais pelos alunos que atenderam nas clínicas de Odontologia Preventiva, Odontopediatria; Dentística; Endodontia e nos procedimentos cirúrgicos nas clínicas de Periodontia e Cirurgia, da Faculdade de Odontologia da Universidade Federal de Pernambuco.
PALAVRAS CHAVE: Biossegurança; Riscos ocupacionais; Prevenção; EPI; Contaminação.
( 6 páginas 23 ref. 1 f.) Odont. Clínico-científica / CROPE - Ano: 2009
Cod. E40 . 8 . 2 - 6 2009 - 10 C Rev. Liter

HIGIENIZAÇÃO DAS ESCOVAS: COMO PROCEDER

Entrevista com Prof. Dr. Hugo Roberto Lewgoy, Especialista, Mestre e Doutor pela FOUSP; Professor Titular de Biomateriais da UNIBAN; Membro do GEO - Grupo de Estudos em Odontologia da UNIBAN e Professor do Curso de Especialização em Dentística e Estética da ABO.A escova dental é o principal instrumento que a população dispõe para efetuar a remoção da placa bacteriana. Sendo assim, é importante que os pacientes sejam orientados por seu dentista sobre os cuidados que devem ser tomados para que uma contaminação cruzada seja evitada.
( 1 páginas 0 ref. 1 f.) Dentistry Brasil - Ano: 2009
Cod. C87 . 10 . 10 - 6 2009 - 1 X Rev. Liter

HEPATITES VIRAIS: UM FATOR DE RISCO NA PRÁTICA ODONTOLÓGICA
SILVA, F. A. G. et al.
Durante o atendimento odontológico existe um risco potencial para a transmissão de doenças infecciosas tanto para o paciente como para o dentista. Dentre estas doenças, incluem-se as hepatites virais, devido a sua forma de transmissão, com possíveis complicações, como cirrose e câncer. Os vírus das hepatites B, C e D representam maior importância para o dentista. Existe crescente evidência de que outros vírus da hepatite como o G, TT e SEN-V podem ser transmitidos por via parenteral representando também risco ocupacional no atendimento odontológico.
PALAVRAS CHAVE: Hepatites virais; Riscos ocupacionais; Atendimento odontológico; Controle de infecções; Biossegurança.
( 5 páginas 21 ref. 1 f.) Rev. Bras. Odont. - Ano: 2009
Cod. A02 . 66 . 1 - 6 2009 - 6 C Rev. Liter

INFLUENZA A: ATENÇÃO REDOBRADA NO CONSULTÓRIO
DIAS, E..
Entrevista com Renata Pittella, Consultora da ABO Nacional em Biossegurança, Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial. Doutora em Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial pela PUC/RS.O vírus influenza A (H1N1) ou gripe suína, como ficou popularmente conhecido, tem deixado em alerta profissionais de saúde em todo o mundo. Os cirurgiões-dentistas também devem estar atentos para os cuidados a serem tomados no consultório diante dos riscos de contaminação. Toda a equipe odontológica deve dar atenção especial aos cuidados em biossegurança recomendados e observar possíveis sintomas da gripe nos pacientes.
( 2 páginas 0 ref. 1 f.) Dentistry Brasil - Ano: 2009
Cod. C87 . 9 . 9 - 5 2009 - 1 A Rev. Liter

BIOSSEGURANÇA: CUIDADOS EVITAM RISCO DE INFECÇÃO CRUZADA NOS ATENDIMENTOS ODONTOLÓGICOS
FABIANO DE SANTANA DOS SANTOS; FÁBIO LUIZ FERREIRA SCANNAVINO; ALEX TADEU MARTINS.
Os autores respondem a várias questões que envolvem biossegurança no consultório odontológico, a fim de evitar a contaminação cruzada.
( 1 páginas 0 ref. 2 f.) Rev. APCD - Ano: 2009
Cod. A01 . 63 . 2 - 4 2009 - 6 X Rev. Liter

HEPATITE C NA ODONTOLOGIA: RISCOS E CUIDADOS
ROCHA, C. T. et al.
A hepatite C é uma infecção que merece destaque especial na Odontologia. O vírus da hepatite C já foi detectado na saliva de indivíduos infectados, o que confere uma possível via de transmissão não parenteral do mesmo. Desse modo, o cirurgião-dentista está suscetível, tendo em vista seu grande contato com fluidos corporais, além de estar sujeito a injúrias pérfuro-cortantes durante o trabalho. O objetivo deste trabalho é realizar uma revisão de literatura sobre a hepatite C, com o intuito de esclarecer os profissionais da área odontológica e discutir sobre os riscos e os cuidados que devem ter durante a prática clínica.
PALAVRAS CHAVE: Hepatite C; Riscos ocupacionais; Controle de infecções.
( 7 páginas 41 ref. 0 f.) Rev. Odont. Univ. Cidade São Paulo - Ano: 2009
Cod. C67 . 21 . 1 - 4 2009 - 8 D Rev. Liter

A RESPONSABILIDADE DOS CIRURGIÕES-DENTISTAS COM AS QUESTÕES AMBIENTAIS, SOCIAIS E ECONÔMICAS
ISRAEL CORREIA DE LIMA.
O profissional da Odontologia precisa estar ciente de sua importância no processo de preservação da natureza. Para se ter uma idéia, hoje, em âmbito nacional, são 219 mil cirurgiões-dentistas que geram grandes impactos ao meio ambiente. Aproximadamente dois milhões de pares de luvas de borracha são descartadas em lixo comum diariamente.
( 3 páginas 0 ref. 8 f.) Essencial em Revista - Ano: 2008
Cod. B69 . 6 . 32 - 12 2008 - 3 B Rev. Liter

BROCAS DE USO ODONTOLÓGICO, COMO CONSERVA-LAS
PUBLICADO APCD NEWS ARARAQUARA Vol 10 nº 150 2008
As brocas de baixa-rotação fabricadas em aço carbono e as brocas de alta-rotação fabricadas em aço carbide são utilizadas rotineiramente na prática odontológica para desgastar os tecidos dentários.
( 1 páginas 0 ref. 0 f.) APCD News - Araraquara - Ano: 2008
Cod. B78 . 10 . 150 - 8 2008 - 1 X Rev. Liter

CONDUTA NOS CONTATOS DE DOENÇAS INFECTO-CONTAGIOSAS
MYRTES AMORELLI GONZAGA; ADRIANE SILVA CRUZ; NATASHA SBRAGIO GANEM; MAURÍCIO GUIMARÃES GASPAR FILHO; TIAGO BINOTI SIMAS.
A finalidade deste artigo é abordar diversas situações comuns na prática diária e qual conduta adotar com relação aos contatos, não só a comunidade como na infecção hospitalar.
( 5 páginas 8 ref. 0 f.) JBM - Jornal Bras. Medicina - Ano: 2008
Cod. D84 . 94 . 6 - 6 2008 - 1 C Rev. Liter

ÁCIDO PERACÉTICO: UMA NOVIDADE ECOLÓGICA
LUSIANE CAMILO BORGES.
No mundo moderno, tempo e segurança são palavras de ordem para todo e qualquer procedimento. Mecanismos de desinfecção e esterilização a frio têm sido utilizados em larga escala nos últimos anos, diante da necessidade de esterilização de superfícies termo-sensíveis.
( 1 páginas 0 ref. 1 f.) Só Técnicas Estéticas - Ano: 2008
Cod. C37 . 4 . 4 - 3 2008 - 4 A Rev. Liter

DETECÇÃO DO VÍRUS DA HEPATITE C NA SALIVA E SUAS IMPLICAÇÕES NA PRÁTICA ODONTOLÓGICA
LILIANE LINS; LAÍS GOMES; RODRIGO PIMENTEL.
O vírus da hepatite C (VHC) é considerado o principal agente etiológico das hepatites virais não-A e não-B. O objetivo deste estudo é realizar uma revisão de literatura sobre os métodos para sua detecção na saliva e ressaltar a implicação deste achado na prática odontológica.
PALAVRAS CHAVE: Hepatite C; Elisa; Reação em cadeia de polimerase; Saliva; Patologia bucal.
( 5 páginas 34 ref. 1 f.) Rev. ABO Nacional - Ano: 2008
Cod. A06 . 15 . 6 - 1 2008 - 4 C Rev. Liter

AVALIAÇÃO DOS MÉTODOS DE BIOSSEGURANÇA UTILIZADOS NOS CONSULTÓRIOS DE ORTODONTIA
GOMES, G. S. F. et al.
Biossegurança em Odontologia é definida como um conjunto de medidas preventivas que envolvem a desinfecção do ambiente, a esterilização do instrumental e o uso de equipamentos de proteção individual pelo profissional e equipe.
( 4 páginas 27 ref. 0 f.) Rev. Gaúcha Odont. - Ano: 2008
Cod. A05 . Multi . 1 - 1 2008 - 12 B Rev. Liter

RECICLAGEM DE RESÍDUOS AJUDA A PROTEGER O MEIO AMBIENTE.
JESUS DJALMA PÉCORA.
Embora o mercúrio venha sendo usado na odontologia desde o século 19, quando ainda não se falava em preservação ambiental, é possível ser ecoeficiente hoje recuperando o metal contido nos resíduos de amálgama dental.
( 2 páginas 0 ref. 0 f.) Implant News - Ano: 2007
Cod. A08 . 4 . 4 - 8 2007 - 13 A Rev. Liter

RESPEITAR A NATUREZA É NORMA DA ANVISA!
LUSIANE CAMILO BORGES.
O Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS) tem o objetivo de apontar e descrever as ações relativas ao manejo do resíduos sólidos, no âmbito dos estabelecimentos, comtemplando os aspectos referentes à geração, segregação, acondicionamento, coleta, armazenamento, transporte, tratamento e destinação final dos mesmos.
( 1 páginas 0 ref. 1 f.) Só Técnicas Estéticas - Ano: 2007
Cod. C37 . 4 . 1 - 6 2007 - 6 A Rev. Liter

RECICLAGEM DE RESÍDUOS AJUDA A PROTEGER O MEIO AMBIENTE
JESUS DJALMA PÉCORA.
Embora o mercúrio venha sendo usado na Odontologia desde o século XIX, quando ainda não se falava em preservação ambiental, é possível ser ecoeficiente hoje recuperando o metal contido nos resíduos de amálgama dental.
( 2 páginas 0 ref. 1 f.) Perio News - Ano: 2007
Cod. A26 . 1 . 2 - 6 2007 - 11 A Rev. Liter

O QUE FAZER EM CASO DE ACIDENTE COM MATERIAL BIOLÓGICO ?
COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR DO HOSPITAL EMÍLIO RIBAS.
Conheça os cuidados para evitar riscos de contaminação e aprenda os procedimentos corretos a serem seguidos após o acidente.
( 2 páginas 0 ref. 2 f.) Interativo Rev. / APCD S. André - Ano: 2007
Cod. E11 . 11 . 82 - 4 2007 - 1 A Rev. Liter

BIOÉTICA E BIOSEGURANÇA
ANA PAULA PACHECO CLEMENTE; LIGIA FARIA GOMES ALEVA.
A importância da biossegurança aplicada nessas instituições é a validação dos princípios da bioética como forma de preservar a dignidade humana.
PALAVRAS CHAVE: bioética; biossegurança; odontologia.
( 6 páginas 34 ref. 0 f.) Dental Science - Clínica e Pesquisa Integrada - Ano: 2007
Cod. D67 . 1 . 1 - 3 2007 - 11 C Rev. Liter

LIMPEZA DE ARTIGOS E MATERIAIS ODONTOLÓGICOS EM UMA INSTITUIÇÃO FEDERAL DE ENSINO
DULCE APARECIDA MARTINS; GEÓRGIA SABRINA LIBRELON.
Este trabalho foi desenvolvido na Clínica Integrada de Odontologia de uma instituição federal de ensino superior, na qual observamos a prática dos procedimentos de limpeza dos instrumentais odontológicos realizada por acadêmicos de Odontologia.
PALAVRAS CHAVE: Desinfecção; Enfermagem prioperatória; Instrumentos odontológicos.
( 5 páginas 7 ref. 0 f.) SOBECC em Rev. - Ano: 2007
Cod. C76 . 12 . 1 - 3 2007 - 1 C Rev. Liter

ACIDENTE OCUPACIONAL NA ODONTOLOGIA
BORGES, L. C. et al.
Biossegurança em ambientes clínicos é hoje uma preocupação mundial. É preciso estar ciente do alto risco de contaminação a que estão expostos os profissionais da área odontológica.
( 1 páginas 0 ref. 2 f.) Só Técnicas Estéticas - Ano: 2006
Cod. C37 . 3 . 3 - 12 2006 - 4 A Rev. Liter

BIOSSEGURANÇA EM PRÓTESE DENTÁRIA: PROPOSTA DE PROTOCOLO. PARTE III
KALENA DE MELO MARANHÃO; THAÍS COELHO LOPES; RENATA ANTUNES ESTEVES.
Este estudo se propõe a elaborar um protocolo clínico, orientando os profissionais nas atitudes que deverão ter com relação à desinfecção dos trabalhos protéticos, reduzindo as possibilidades de transmissão destas doenças nos consultórios odontológicos.
PALAVRAS CHAVE: Contaminação cruzada; Prótese dentária; Desinfecção.
( 7 páginas 21 ref. 6 f.) PCL: Rev. Bras. Prót. Clín. Lab. - Ano: 2006
Cod. B16 . 8 . 42 - 12 2006 - 9 D Rev. Liter

GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DE SERVIÇOS ODONTOLÓGICOS: ASPECTOS TÉCNICOS OPERACIONAIS
ELIANA NAPOLEÃO COZENDEY DA SILVA; MARIA DE FÁTIMA BARROZO DA COSTA.
Este artigo analisa e identifica o cenário que envolve os aspectos técnicos e gerenciais dos Resíduos de Serviços Odontológicos (RSO) à luz da biossegurança, das resoluções regulamentadoras e dos textos científicos que dizem respeito aos RSO.
PALAVRAS CHAVE: Gerenciamento de resíduos; Resíduos odontológicos; Biossegurança.
( 6 páginas 23 ref. 2 f.) Rev. Bras. Odont. - Ano: 2006
Cod. A02 . 63 . 3/4 - 12 2006 - 3 C Rev. Liter

DESINFECÇÃO DE MOLDES
LEANDRO PUPIO; GIOVANI DE OLIVEIRA CORRÊA; EDWIN FERNANDO RUIZ CONTRERAS
O objetivo deste estudo foi obter informações sobre os métodos utilizados nos laboratórios de prótese dental e nos consultórios odontológicos para prevenir a transmissão de microorganismos durante a confecção das próteses, com medidas de biossegurança relevantes no controle da infecção na prática odontológica; a desinfecção de moldes pode ser definida como etapa clínica que visa destruir grande parte dos microorganismos patogênicos da superfície de um molde, sendo importante a correta seleção do método de desinfecção e da solução desinfetante a ser utilizada.
PALAVRAS CHAVE: Desinfecção de moldes; Biossegurança; Prótese Dental.
( 17 páginas 20 ref. 3 f.) Rev. UNINGÁ - Ano: 2006
Cod. E77 . 10 . 10 - 12 2006 - 2 J Rev. Liter

BIOSSEGURANÇA NA ODONTOLOGIA
SANTOS, M. V. A. et al.
A prática da odontologia abrange grande variedade de procedimentos, que podem incluir desde um simples exame clínico até uma cirurgia mais complexa. Estes procedimentos geralmente implicam em contato com secreções da cavidade bucal como saliva, sangue, secreções purulentas, respiratórias e aerossóis. O risco de transmissão de patógenos importantes tem despertado grande preocupação devido ao risco de exposição do paciente, do profissional e da equipe odontológica.
PALAVRAS CHAVE: Biossegurança; Odontologia; Saúde Ocupacional.
( 8 páginas 25 ref. 1 f.) Rev. Uniara - Ano: 2006
Cod. C93 . 19 . 19 - 12 2006 - 1 D Rev. Liter

GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS ODONTOLÓGICOS
LEILA POSENATO GARCIA.
São apresentados os procedimentos determinados pela resolução da Anvisa para o gerenciamento dos RSS e discutidas as suas implicações na prática odontológica.
PALAVRAS CHAVE: Disposição de resíduos de serviços de saúde; Resíduos odontológicos; Saúde pública; Saúde do trabalhador.
( 7 páginas 22 ref. 6 f.) Rev. ABO Nacional - Ano: 2006
Cod. A06 . 14 . 5 - 11 2006 - 8 D Rev. Liter

A MAIOR EPIDEMIA DA HISTÓRIA DA HUMANIDADE - HEPATITE C
BORGES, L. C.
O que preocupa é o fato da Hepatite C ser uma doença silenciosa, ou seja, ela pode demorar mais de 20 anos para manifestar seus sintomas.
( 2 páginas 0 ref. 4 f.) Rev. APCD / S. Bernardo - Ano: 2006
Cod. B36 . 12 . 57 - 9 2006 - 1 A Rev. Liter

EFFECT OF MICROWAVE DISINFECTION ON DENTURE BASE ADAPTATION AND RESIN SURFACE ROUGHNESS
SARTORI, E. A. et al.
Este estudo avaliou o efeito de métodos de desinfecção [desinfecção química (imersão em solução clorada 100 ppm) ou desinfecção por microondas (690 W por 6 min)] na adaptação interna de bases de próteses totais e na rugosidade superficial da resina.
PALAVRAS CHAVE: Acrylic resin; Complete dentures; Microwave disinfection; Internal adaptation; Surface roughness.
( 6 páginas 20 ref. 1 f.) Braz. Dental J. / FORP-USP - Ano: 2006
Cod. C06 . 17 . 3 - 9 2006 - 3 C Rev. Liter

BIOSSEGURANÇA EM BANCOS DE OSSOS NO BRASIL
OGATA, D. V. G. et al.
Os autores apresentam uma revisão bibliográfica sobre a segurança da utilização de enxertos ósseos provenientes de bancos de ossos existentes no Brasil, concentrando-se na questão da possibilidade de transmissão de doenças de origens virais e bacterianas.
PALAVRAS CHAVE: Enxerto ósseo; Banco de ossos; Biossegurança.
( 5 páginas 14 ref. 3 f.) Implant News - Ano: 2006
Cod. A08 . 3 . 4 - 8 2006 - 4 C Rev. Liter

INFECÇÃO CRUZADA EM ODONTOLOGIA: RISCOS E DIRETRIZES
ZENKNER, C. L..
A Odontologia caracteriza-se por ser uma profissão onde existe o contato do profissional com agentes biológicos, durante o atendimento do paciente, como sangue, saliva e outros fluídos. Estes dados levam a indicação de um efetivo controle da infecção, através da adoção de protocolos que são descritos por diversos órgãos de saúde como o Ministério da Saúde, Center for Diseases Control (CDC), American Dental Association (ADA) entre outros.
PALAVRAS CHAVE: Controle de infecção; Prática dental.
( 7 páginas 20 ref. 1 f.) Rev. Endod. Pesq. Ensino - Ano: 2006
Cod. B85 . 2 . 3 - 6 2006 - 2 D Rev. Liter

AVALIAÇÃO DO NÍVEL DE CONTAMINAÇÃO MICROBIANA DA ÁGUA DE EQUIPO ODONTOLÓGICO PELO MÉTODO PETRIFILM AC
EVANDRO WATANABLE; FABIANA CRISTINA PIMENTA; ALESSANDRA MARÇAL AGOSTINHO; WILSON MATSUMOTO; IZABEL YOKO ITO.
O objetivo desta pesquisa foi avaliar o nível de contaminação microbiana das amostras de água de seringas tríplices e de alta rotação, de 5 equipos odontológicos da Clínica de Cirurgia da Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto - USP, bem como da água de torneira da Clínica de Cirurgia e da água filtrada que abastecia esses equipos.
PALAVRAS CHAVE: Água; Biofilmes; Contagem de Colônias Microbianas; Equipamento Odontológico.
( 7 páginas 33 ref. 1 f.) Rev. Biociências / Univ. Taubaté - Ano: 2006
Cod. E25 . 12 . 1-2 - 4 2006 - 2 D Rev. Liter

AVALIAÇÃO DA INFECÇÃO CRUZADA NA CLÍNICA ODONTOLÓGICA
MIRANZI, M. A. S. et al.
O propósito deste trabalho foi avaliar o comportamento dos professores, estudantes e equipes de trabalhadores quanto à prevenção e controle da infecção cruzada na clínica odontológica da Universidade de Uberaba - Brasil.
PALAVRAS CHAVE: Infecção cruzada; HIV; Aids; Transmissão de doenças.
( 15 páginas 50 ref. 27 f.) JBC: J. Bras. Clín. Odont. Integrada - Ano: 2006
Cod. B37 . 10 . 52 - 3 2006 - 4 F Rev. Liter

IGNAZ SEMMELWEIS - THE FATHER OF INFECTION CONTROL - HISTORY
WILSON DENIS MARTINS, PHD, DDS.
Today we routinely wash our in our offices or hospitals, as an affective infection control procedure.
( 2 páginas 6 ref. 0 f.) Rev. Clín. Pesq. Odontológica - Ano: 2006 - TEXTO EM INGLÊS
Cod. E46 . 2 . 3 - 3 2006 - 6 A Rev. Liter

DESINFECÇÃO E ESTERELIZAÇÃO EM ORTODONTIA
FREITAS, V.M.C. et al.
O objetivo do presente trabalho, foi fazer um estudo, com base no que foi colhido na literatura e nos resultados das observações anexas, sobre eficáciados métodos físicos e químicos na desinfecção e esterelização de material e instrumental utilizados em procedimentos ortodônticos.
PALAVRAS CHAVE: esterelização, desinfecção, contaminação cruzada
( 4 páginas 48 ref. 0 f.) Rev. Gaúcha Odont. - Ano: 2005
Cod. A05 . 53 . 4 - 12 2005 - 14 B Rev. Liter

10 MITOS DA BIOSSEGURANÇA ODONTOLÓGICA
BORGES, L.C. et al.
Infecção cruzada, assepsia e esterelização são termos insistentemente abordados na odontologia da atualidade.
( 2 páginas 0 ref. 4 f.) Só Técnicas Estéticas - Ano: 2005
Cod. C37 . 2 . 3 - 12 2005 - 5 A Rev. Liter

SUGESTÕES DE PROTOCOLO PARA O CONTROLE DE INFECÇÃO CRUZADA EM CLÍNICAS DE RADIOLOGIA ODONTOLÓGICA
RENATA CRISTINA GOBBI DE OLIVEIRA.
O presente trabalho analisou estudos referentes aos procedimentos para o controle de infecção cruzada nas Clínicas de Radiologia. Inicialmente foram abordados os estudos que comprovaram a existência da infecção cruzada nas clínicas.
PALAVRAS CHAVE: Clínica Radiológica; Controle da infecção cruzada.
( 13 páginas 18 ref. 0 f.) Rev. UNINGÁ - Ano: 2005
Cod. E77 . 6 . 6 - 12 2005 - 5 F Rev. Liter

ESTERILIZAÇÃO - VOCÊ CONFIA NA SUA?
LUSIANE CAMILO BORGES.
É indiscutível a importância do controle de infecção também na área odontológica haja vista o grande números de colegas acometidos pelas hepatites B e C.
( 1 páginas 0 ref. 1 f.) Rev. APCD Vila Mariana - Ano: 2005
Cod. B68 . 3 . 10 - 12 2005 - 4 X Rev. Liter

HEPATITE VIRAL E SOROLOGIA: CONHECIMENTOS INDISPENSÁVEIS AO CIRURGIÃO-DENTISTA
FARIAS, J. G. et al.
O objetivo deste trabalho foi realizar uma revista da literatura sobre sorologia de uma forma geral e seus diversos métodos, relacionando as indicações e contraindicações, enfatizando a hepatite viral transmitida por via parenteral com seus marcadores sorológicos e testes diagnósticos mais indicados.
PALAVRAS CHAVE: Sorologia; Hepatite viral; Biossegurança.
( 5 páginas 17 ref. 4 f.) Internat. Journal Dentistry - Ano: 2005
Cod. C88 . 4 . 2 - 12 2005 - 5 C Rev. Liter

OS RISCOS DO MERCÚRIO DO AMÁLGAMA DENTÁRIO
PINHEIRO, T.N. et al.
O amálgama dentário é um material consagrado há mais de 160 anos na Odontologia mundial, seus riscos á saúde das pessoas é considerado baixo pelas principais organizações reguladoras do mundo, porém esse conceito vem sendo questionado cientificamente.
PALAVRAS CHAVE: amálgama dentário, mercúrio, toxidade, metais pesados
( 4 páginas 22 ref. 0 f.) Rev. ABO Nacional - Ano: 2005
Cod. A06 . 13 . 5 - 11 2005 - 10 B Rev. Liter

TRATAMENTO DE RESÍDUOS QUÍMICOS EM LABORATÓRIOS DE QUÍMICA ANALÍTICA
RICARDO LOPES DE ALMEIDA.
Se a redução da fonte geradora não é possível, então a poluição deve ser reciclada de maneira ambientalmente segura. Se a reciclagem também não for possível, então a poluição deve ser evitada, com modificação metodológica do processo analítico. O descarte no ambiente deverá ser entendido e praticado como último recurso, sendo realizado de maneira ambientalmente segura.
PALAVRAS CHAVE: Controle ambiental; Descarte de resíduos e tratamento.
( 6 páginas 4 ref. 4 f.) Rev. UNINGÁ - Ano: 2005
Cod. E77 . 5 . 5 - 9 2005 - 5 C Rev. Liter

HEPATITES MAIS COMUNS
ADILSON LOPES CARDOSO; JAQUELINE MARIA FADONI; MARCOS BENATTI ANTUNES; PAULO GUSTAVO KLOSTER DA SILVA; ROSELI ORDIG.
Através deste trabalho será detalhado a hepatite A, B e C, sendo que, existe também a hepatite D e a E, que não será discutida neste presente trabalho que tem como objetivo fundamentar as hepatites, uma doença de notificação compulsória, que ainda hoje atinge tantas pessoas. A hepatite é uma doença infecciosa aguda ou crônica, devido seu alto índice de ocorrência e alta transmissibilidade, constitui um grande problema de saúde pública.
( 9 páginas 4 ref. 0 f.) Rev. UNINGÁ - Ano: 2005
Cod. E77 . 5 . 5 - 9 2005 - 6 E Rev. Liter

ESTERILIZAÇÃO: VOCÊ CONFIA NA SUA?
BORGES, L. C..
Nas duas últimas décadas fomos solapados com a chegada de doenças graves e emergentes - como AIDS, Hepatite C, Tuberculose Multirresistente, Pneumonia Asiática e outras. Estas chegaram para mudar de maneira drástica condutas e paradigmas de controle de infecção médico-odontológico em âmbito mundial.
( 1 páginas 0 ref. 1 f.) O Sorriso - Ano: 2005
Cod. C90 . 2 . 9 - 9 2005 - 1 X Rev. Liter

ÁCIDO PERACÉTICO
BORGES, L. C.
Biossegurança é garantia de saúde. Agregar esse diferencial a sua atividade traduz respeito e confiança!
( 2 páginas 0 ref. 0 f.) Só Técnicas Estéticas - Ano: 2005
Cod. C37 . 2 . 1 - 6 2005 - 5 A Rev. Liter

BIOSSEGURANÇA EM ODONTOLOGIA
FARACO, F. N. et al.
A incidência de infecção cruzada por determinados microorganismos no ambiente odontológico é bem documentada, porém a transmissão de alguns patógenos ainda não está bem determinada.
PALAVRAS CHAVE: Infecção cruzada; Biossegurança; Bioética; Doenças infecciosas.
( 9 páginas 25 ref. 4 f.) Rev. Odont. Univ. Santo Amaro - Ano: 2005
Cod. E09 . 10 . 1 - 6 2005 - 3 E Rev. Liter

UTILIZAÇÃO DO ÓXIDO DE ETILENO PARA ESTERILIZAÇÃO DE MATERIAL MÉDICO – HOSPITALAR
RÚBIAN MESSIAS DA SILVA; APARECIDA DE PAULA GONÇALVES SANDRI; VIVIANE NAKANO; SHEILA ALEXANDRA BELINI NISHIYAMA.
Este trabalho teve por objetivo discutir as particularidades da manipulação do ETO, visando à qualificação profissional e o estabelecimento de rigorosos procedimentos de biossegurança, aprimorando execução do trabalho, minimizando-se os riscos oferecidos. Assim, o ETO pode contribuir com segurança para o controle da infecção hospitalar e assegurar a melhoria da assistência ao paciente.
PALAVRAS CHAVE: Óxido de etileno; Esterilização; Infecção hospitalar.
( 14 páginas 28 ref. 1 f.) Rev. UNINGÁ - Ano: 2005
Cod. E77 . 4 . 4 - 6 2005 - 4 F Rev. Liter

HEPATITE C EM PROFISSIONAIS DA SAÚDE: RISCO DE EXPOSIÇÃO E INFECÇÃO
LUIZ ALBERTO DE SOUZA CIORLIA; DIRCE MARIA TREVISAN ZANETTA.
Este artigo de revisão discute aspectos da hepatite C em profissionais da saúde e seu risco de exposição e infecção.
PALAVRAS CHAVE: Hepatite C; Profissionais da saúde; Acidente de trabalho; Material biológico.
( 10 páginas 66 ref. 0 f.) Rev. Bras. Saúde Ocupacional - Ano: 2005
Cod. D86 . 28 . 107-08 - 6 2005 - 2 E Rev. Liter

BIOSSEGURANÇA EM PRÓTESE DENTÁRIA: PROPOSTA DE PROTOCOLO. PARTE I
MARANHÃO, K. M. & ESTEVES, R. A.
O presente trabalho consiste em conferir maiores informações, com o propósito de orientar os profissionais da área odontológica acerca do perigo da contaminação cruzada no consultório odontológico.
( 6 páginas 52 ref. 0 f.) PCL: Rev. Bras. Prót. Clín. Lab. - Ano: 2004
Cod. B16 . 6 . 34 - 12 2004 - 10 C Rev. Liter

TRABALHANDO COM BIOSSEGURANÇA
GUIMARÃES JUNIOR, J.
A despeito do tremendo benefício dos implantes dentais, todos estes dispositivos apresentam um risco de infecção que representam uma causa da perda da osteointegração e de problemas de infecção do leito ósseo implantado, ou seja abscesso endósseo ou osteomielite. O espaço aqui disponível não permite que detalhemos toda a biossegurança odontológica.
( 4 páginas 1 ref. 0 f.) Implant News - Ano: 2004
Cod. A08 . 1 . 6 - 12 2004 - 8 B Rev. Liter

CONTROLE DA ESTERILIZAÇÃO EM AUTOCLAVE POR MEIO DE MÉTODOS QUÍMICOS E BIOLÓGICOS
LAUFER NETO, J. et al.
O objetivo deste estudo foi comparar a eficácia de métodos químicos e biológicos no controle da esterilização em autoclave.
PALAVRAS CHAVE: Bacillus stearothermophylus; Esterilização; autoclave.
( 6 páginas 15 ref. 1 f.) Publicatio Univ. Est. Ponta Grossa - PR - Ano: 2004
Cod. E28 . 10 . 3/4 - 12 2004 - 5 C Rev. Liter

MEDIDAS DE BIOSSEGURANÇA E A OCORRÊNCIA DE ENDOCARDITES E OUTRAS CONDIÇÕES SISTÊMICAS
MÁRCIA WEILAND.
Procedimentos odontológicos capazes de resultar em sangramento têm potencial para dar origem a bacteremias transitórias, criando condições para que as bactérias da microbiota bucal se espalhem através da corrente circulatória.
( 2 páginas 9 ref. 0 f.) Rev. Odontis - Ano: 2004
Cod. D43 . 4 . 12 - 12 2004 - 4 A Rev. Liter

VOCÊ CONFIA EM SUA ESTERILIZAÇÃO?
BORGES, L..
Ao longo do tempo a Odontologia identificou-se como modelo cirúrgico- restaurador desenvolvendo-se como prática e não como ciência, realizando suas ações independentes dos riscos reais de infecção inerente. Em pleno século XXI nos deparamos com condutas inapropriadas para procedimentos clínicos e cirúrgicos na área odontológica e há de se fazer algo para nos proteger e dar a devida proteção biológica aos nossos pacientes.
( 1 páginas 0 ref. 0 f.) O Sorriso - Ano: 2004
Cod. C90 . 1 . 6 - 12 2004 - 4 X Rev. Liter

CONTROLE DE INFECÇÃO EM IMAGINOLOGIA DENTO-MAXILO-FACIAL
BERTANI, T. D. et al.
Através de revisão bibliográfica os autores discutem a importância da biossegurança na Imaginologia Dento-Maxilo-Facial e mostram métodos de como reduzir e/ou eliminar o risco de infecções, durante a execução das diversas técnicas radiográficas.
( 4 páginas 7 ref. 0 f.) Rev. Odont. UNICID - Ano: 2004
Cod. E05 . 16 . 2 - 8 2004 - 16 B Rev. Liter

BIOSSEGURANÇA: UMA QUESTÃO DE CONSCIÊNCIA
BORGES, L..
A Odontologia ao longo do tempo identificou-se com o modelo cirúrgico-restaurador desenvolvendo-se como prática e não como ciência, realizando suas ações independentes dos riscos reais de infecção inerente. Na década 80, com o aparecimento dos primeiros casos de AIDS, surge um novo conceito de atendimento médico-odontológico e uma mudança brusca nos paradigmas da área da saúde. Buscando o aumento de segurança e proteção, profissionais da área médica modificaram drasticamente suas condutas de atendimento em ambientes ambulatorial e cirúrgico.
( 2 páginas 0 ref. 0 f.) O Sorriso - Ano: 2004
Cod. C90 . 1 . 4 - 8 2004 - 2 A Rev. Liter

IMPACTO DOS RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE SOBRE O HOMEM E O MEIO AMBIENTE
MOTA, S. M. et al.
A proposta deste trabalho foi, mediante revisão da literatura, conhecer aspectos relacionados à geração e ao gerenciamento dos resíduos, especialmente aqueles produzidos nos consultórios odontológicos, abordando seus possíveis impactos sobre o homem e o meio ambiente.
PALAVRAS CHAVE: Resíduos sólidos, Resíduos de serviços de saúde (RSS), Gerenciamento de resíduos de saúde (GRSS), Resíduos odontológicos.
( 15 páginas 46 ref. 0 f.) Arq. em Odont. / Fac. Odont. UFMG - Ano: 2004
Cod. C11 . 40 . 2 - 6 2004 - 5 F Rev. Liter

BIOSSEGURANÇA EM PRIMEIRO LUGAR
SANCHES, M. Y. A.
As vistorias visam garantir que as condições dos estabelecimentos não comprometam a saúde do paciente e do cirurgião-dentista.
( 2 páginas 1 ref. 2 f.) Interativo Rev. / APCD S. André - Ano: 2004
Cod. E11 . 8 . 64 - 4 2004 - 1 A Rev. Liter

AVALIAÇÃO DO CONHECIMENTO SOBRE BIOSSEGURANÇA ENTRE DOCENTES DO CURSO DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE PARANAENSE CAMPUS UMUARAMA SEDE
RIBEIRO, M. A. et al.
A biossegurança nas práticas odontológicas é empregada como um conjunto de técnicas com o objetivo de proteger a equipe, quanto aos riscos ocupacionais, além de proteger o paciente e o acompanhante em ambiente clínico. Esse conjunto de medidas preventivas compreende todos os princípios do controle de infecção, e segurança no posto de trabalho.
( 2 páginas 6 ref. 0 f.) Arq. Ciênc. Saúde UNIPAR - Ano: 2004
Cod. E34 . 8 . Supl.1 - 4 2004 - 2 A Rev. Liter

NORMAS DE PROCEDIMENTO PARA O CONTROLE DE INFECÇÃO NOS LOCAIS DE TRATAMENTO ODONTOLÓGICO - 2003
KOHN, W. G. et al.
Os Centers for Disease Control and Prevention, ou CDC e o comitê federal líder para prevenção de doenças nos Estados Unidos. Há 10 anos, as normas de procedimentos dos CDC para o controle de infecção nos locais para tratamento odontológico foram publicadas pela última vez. Durante estes 10 anos, novas tecnologias e argumentos surgiram, e outras normas de procedimentos dos CDC para o controle de infecção de ambientes de tratamento odontológico foram atualizadas.
( 15 páginas 6 ref. 0 f.) Jada Brasil - Ano: 2004
Cod. A07 . 7 . 1 - 2 2004 - 1 F Rev. Liter

CONTROLE DE INFECÇÃO EM RADIOLOGIA BUCOMAXILOFACIAL - REVISÃO DE LITERATURA
SILVA, M. A. et al.
O objetivo deste artigo foi revisar a literatura sobre a contaminação microbiana no ambiente de radiologia e apresentar um protocolo de controle de infecção para o atendimento de pacientes submetidos às tomadas radiográficas nas clínicas da Faculdade de Odontologia de Anápolis (FOA).
( 4 páginas 21 ref. 6 f.) Rev. Fac. Odont. Anápolis / FOA - Ano: 2003
Cod. E14 . 5 . 2 - 12 2003 - 17 B Rev. Liter


Site desenvolvido por: imira.com.br