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    Total de Documentos Técnico-Científicos Encontrados: 667
    A - Trabalho ou Artigo Clínico, de Divulgação, Revisão de Literatura
    MITOS DA BIOSSEGURANÇA
    BORGES, L. et al.
    É fato que o assunto é de extrema importância, sobretudo, quando nos referimos às hepatites B e C e a outras doenças de alto risco ocupacional. No entanto, existem mitos que precisam ser derrubados. A maioria dos profissionais ainda trabalha com protocolos de controle de infecção ultrapassados e inapropriados.
    ( 2 páginas 0 ref. 2 f.) Odonto Magazine - Ano: 2013
    Cod. F02 . 3 . 26 - 3 2013 - 2 X Rev. Liter
    GOVERNANÇA GLOBAL E TRANSFERÊNCIA DE POLÍTICA: INFLUÊNCIAS DO PROTOCOLO DE CARTAGENA NA POLÍTICA NACIONAL DE BIOSSEGURANÇA
    FONTOURA, Y. et al.
    No contexto de governança global, analisamos o tema da transferência de política, no qual a formulação de políticas públicas é influenciada por experiências de contextos políticos diferentes. Neste sentido, questionamos de que forma o Protocolo de Cartagena influenciou a formulação da Política Nacional de Biossegurança (PNB).
    PALAVRAS CHAVE: Governança global; Transferência de política; Protocolo de Cartagena; Política Nacional de Biossegurança.
    ( 21 páginas 46 ref. 2 f.) Rev. Administ. Pública - Ano: 2013
    Cod. F14 . 47 . 1 - 2 2013 - 1 K Rev. Liter
    SEGURANÇA É A PALAVRA DE ORDEM!
    BORGES, L.
    Antes mesmo de janeiro terminar, o mundo acordou em um domingo de luto. Segurança. Parece simples, mas quando verificamos em que condições a maioria dos serviços funciona em nosso país, ficamos aterrorizados.
    ( 1 páginas 0 ref. 2 f.) Odonto Magazine - Ano: 2013
    Cod. F02 . 3 . 25 - 2 2013 - 2 X Rev. Liter
    PRINCÍPIOS DE BIOSSEGURANÇA APLICADOS AOS LABORATÓRIOS DE ENSINO UNIVERSITÁRIO DE MICROBIOLOGIA E PARASITOLOGIA
    SANGIONI, L. A. et al.
    Esta revisão compila os principais aspectos da biossegurança relacionados aos princípios e à classificação dos riscos, dos agentes biológicos e dos níveis de contenção laboratorial, bem como aborda as boas práticas laboratoriais nos laboratórios de ensino, pesquisa e extensão em microbiologia e parasitologia.
    PALAVRAS CHAVE: Risco; Segurança; Educação em biossegurança.
    ( 9 páginas 16 ref. 2 f.) Ciência Rural - Ano: 2013
    Cod. F31 . 43 . 1 - 1 2013 - 1 E Rev. Liter
    A PERSPECTIVA DO PACIENTE NO CONTROLE DE INFECÇÃO EM ODONTOLOGIA
    DONATELLI, L. J. P.
    Você já se colocou na posição do paciente? Já foi fazer exame de sangue e a laboratorista que atendeu você circulava tranquilamente com as mãos enluvadas, escrevendo na ficha pegando nos tubos, seringa e afirmando para você, quando questionada, que não trocava a luva porque era somente para proteção dela?
    ( 1 páginas 0 ref. 1 f.) Dentistry Brasil - Ano: 2012
    Cod. C87 . 51 . 51 - 11 2012 - 1 X Rev. Liter
    BIOSSEGURANÇA EM ODONTOLOGIA A QUATRO MÃOS - O PAPEL DA EQUIPE AUXILIAR NO CONTROLE DE INFECÇÃO
    DONATELLI, L. J. P.
    As medidas de controle de infecção para reduzir o risco ocupacional e de transmissão de microorganismos nos serviços de saúde propostas como precauções padrão, foram incorporadas paulatinamente pelos profissionais da Odontologia desde o final da década de 80.
    ( 1 páginas 0 ref. 1 f.) Dentistry Brasil - Ano: 2012
    Cod. C87 . 50 . 50 - 10 2012 - 5 X Rev. Liter
    VINDO DOS PÉS A BIOSSEGURANÇA ODONTOLÓGICA
    SILVA, D. J. et al.
    Empresa nasceu da necessidade da beleza humana, mudando o foco mercadológico, chegando à biossegurança dos profissionais da Odontologia, conquistando mercado e destacando-se no quesito praticidade e segurança.
    ( 1 páginas 0 ref. 1 f.) Dentistry Brasil - Ano: 2012
    Cod. C87 . 50 . 50 - 10 2012 - 9 X Rev. Liter
    COQUELUCHE: UMA DOENÇA REEMERGENTE NO MUNDO
    BORGES, L.
    A coqueluche, também conhecida como tosse comprida é uma doença altamente contagiosa que causa episódios de tosse violentos e graves. O agente etiológico é a bactéria Bordetella Pertussis. Embora, atualmente, adolescentes e adultos sejam frequentemente afetados, lactentes muito novos, ainda não completamente imunizados, podem contrair a infecção, geralmente transmitida por um membro da família, e evoluir para um quadro grave, que pode levar ao óbito.
    ( 2 páginas 0 ref. 1 f.) Odonto Magazine - Ano: 2012
    Cod. F02 . 2 . 21 - 10 2012 - 1 X Rev. Liter
    HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS
    BORGES, L.
    A higienização das mãos é considerada a ação isolada mais importante no controle de infecções em serviços de saúde. Porém, a falta de adesão dos prossionais de saúde a esta prática é uma realidade que vem sendo constatada ao longo dos anos e tem sido objeto de estudos em diversas partes do mundo. A utilização simples de água e sabão pode reduzir a população microbiana presente nas mãos e, na maioria das vezes, interromper a cadeia de transmissão de doenças.
    ( 1 páginas 0 ref. 1 f.) Odonto Magazine - Ano: 2012
    Cod. F02 . 2 . 20 - 9 2012 - 1 X Rev. Liter
    NO INVERNO, O CUIDADO COM A BIOSSEGURANÇA DEVE SER REDOBRADO
    CECÍLIO, Â. M. A. et al.
    Com a vinda do inverno e do tempo mais seco e frio ficamos mais vulneráveis a doenças, principalmente as típicas da estação, como gripe, resfriado, rinite, sinusite, bronquite e pneumonia. Um problema agravante é passar muito tempo em ambientes fechados com pouca circulação de ar. O aumento da concentração de pessoas em locais públicos como shoppings e cinemas, entre outros ambientes, constitui um fator que contribui para a disseminação de viroses. É importante conhecer as formas de transmissão para instituir medidas de prevenção.
    ( 1 páginas 0 ref. 1 f.) Dentistry Brasil - Ano: 2012
    Cod. C87 . 48 . 48 - 8 2012 - 8 X Rev. Liter
    ONDE CIRCULA O PERIGO
    BORGES, L.
    A clínica odontológica é, a princípio, um ambiente de promoção de saúde, mas poucos imaginam que pode ser também um lugar de propagação de doenças. Materiais esterilizados incorretamente, equipe de trabalho sem o devido equipamento de proteção e procedimentos clínicos inadequados podem contribuir para que infecções sejam transmitidas do paciente para o dentista e deste para outro paciente, ou até de um paciente para outro por meio de instrumental e objetos contaminados.
    ( 1 páginas 0 ref. 1 f.) Odonto Magazine - Ano: 2012
    Cod. F02 . 2 . 19 - 8 2012 - 1 X Rev. Liter
    A IMPORTÂNCIA DA ABORDAGEM CONTEXTUAL NO ENSINO DE BIOSSEGURANÇA
    PEREIRA, M. E. C. et al.
    A biossegurança é um campo do conhecimento que insere questões voltadas para organismos geneticamente modificados e relacionadas à proteção social e ocupacional do trabalhador. O seu processo educativo visa à formação de um agente participativo-transformador e, portanto, deve ultrapassar a simples ideia da normalização.
    PALAVRAS CHAVE: Ensino de biossegurança; Contexto histórico; Conceitos estruturantes.
    ( 6 páginas 38 ref. 0 f.) Ciência & Saúde Coletiva - Ano: 2012
    Cod. C62 . 17 . 6 - 6 2012 - 3 C Rev. Liter
    HEPATITE C – OS BABY BOOMERS SÃO 3 EM CADA 4 INFECTADOS NOS EUA. CDC (CENTERS FOR DISEASE CONTROL AND PREVENTION) PROPÕE TESTES ANTI-HCV PARA TODOS DA GERAÇÃO
    DONATELLI, L. J. P. et al.
    Doença silenciosa, a hepatite C afeta cerca de 2,5 milhões de pessoas nos Estados Unidos, número semelhante ao previsto de infectados no Brasil, segundo o levantamento publicado em 2011 pela revista da Fapesp. Nos Estados Unidos, as mortes em decorrência da hepatite C já ultrapassam em número as por consequência do HIV.
    ( 1 páginas 0 ref. 0 f.) Dentistry Brasil - Ano: 2012
    Cod. C87 . 46 . 46 - 6 2012 - 8 X Rev. Liter
    DO ESPECIALISTA PARA O CLÍNICO
    TRAITEL, M. et al.
    O clínico Marcelo Traitel entrevista Dr. Bernardo Ballarin, especialista em Biossegurança pela Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ) e cirurgião-dentista graduado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
    ( 2 páginas 0 ref. 2 f.) Rev. Bras. Odont. - Ano: 2012
    Cod. A02 . 69 . 1 - 6 2012 - 11 X Rev. Liter
    NOVIDADE! LANÇAMENTO DE VÍDEO – DICAS PRÁTICAS DE BIOSSEGURANÇA PARA O SEU CONSULTÓRIO
    DONATELLI, L. J. P.
    O novo vídeo como o nome já diz, traz dicas práticas de Biossegurança, através de imagens de textos. Produzido pela Cristófoli dentro do Projeto Biossegurança em Odontologia, tem a Internet como principal veículo, tornando- o acessível para a grande maioria dos consultórios. Com a finalidade de percorrer boa parte dos procedimentos para o Controle de Infeção nos consultórios odontológicos, propõe ainda sugestões para que o dentista construa o seu manual de rotinas e procedimentos. É uma ferramenta prática para levar informações e recordar procedimentos.
    ( 1 páginas 0 ref. 1 f.) Dentistry Brasil - Ano: 2012
    Cod. C87 . 45 . 45 - 5 2012 - 6 X Rev. Liter
    ACIDENTE OCUPACIONAL NA ODONTOLOGIA
    BORGES, L.
    Biossegurança em ambientes clínicos é hoje uma preocupação mundial. É preciso estar ciente do alto risco de contaminação que profissionais da área odontológica estão expostos. Não podemos fechar os olhos para as hepatites viróticas, especialmente as hepatites B e C.
    ( 1 páginas 0 ref. 2 f.) Odonto Magazine - Ano: 2012
    Cod. F02 . 2 . 16 - 5 2012 - 2 X Rev. Liter
    LIMPEZA DE ARTIGOS NO CONTROLE DE INFECÇÃO EM ODONTOLOGIA: DETALHES QUE FAZEM A DIFERENÇA
    DONATELLI, L. J. P.
    A prevenção de riscos e controle de infecção nos consultórios odontológicos é um conjunto de procedimentos dos quais fazem parte a instalação física do consultório e seus equipamentos, a capacitação da equipe, a organização de procedimentos operacionais padronizados estabelecendo rotinas para as diversas atividades realizados no dia a dia. Entre elas esta o processamento de artigos que é composto etapas: limpeza, inspeção visual, preparo, embalagem, esterilização, armazenamento, monitorização da esterilização e registros, onde cada fase é importante para garantir a segurança de pacientes e profissionais.
    ( 1 páginas 0 ref. 1 f.) Dentistry Brasil - Ano: 2012
    Cod. C87 . 44 . 44 - 4 2012 - 8 X Rev. Liter
    BIOSSEGURANÇA, PROTEÇÃO AMBIENTAL E SAÚDE: COMPONDO O MOSAICO
    ROCHA, S. S. et al.
    O presente trabalho faz uma reflexão sobre a construção do campo da Biossegurança, apresenta sua abrangência, os complexos temas tratados e sua perspectiva interdisciplinar. O objetivo desse campo é propor ações capazes de prevenir e controlar riscos de agravos à saúde ambiental e humana, respondendo aos desafios teóricos e práticos impostos pelas constantes mudanças no mundo, decorrentes das intervenções humanas sobre a natureza, mediadas pelos avanços científicos e tecnológicos.
    PALAVRAS CHAVE: Doenças emergentes e reemergentes; Risco ambiental; Sustentabilidade.
    ( 6 páginas 17 ref. 0 f.) Ciência & Saúde Coletiva - Ano: 2012
    Cod. C62 . 17 . 2 - 2 2012 - 1 C Rev. Liter
    REFLEXÃO CRÍTICA SOBRE A INVISIBILIDADE DA BIOSSEGURANÇA E DA BIOSSEGURIDADE
    AUGUSTO, L. G. S. et al.
    Gostaria de destacar no artigo em debate a sua atualidade e a perspectiva de não redução da biossegurança a procedimentos de avaliação de risco, ampliando-a para um escopo que inclui sua contextualização fundamental para atitudes precaucionárias tanto no nível individual, como no social e no institucional.
    ( 2 páginas 3 ref. 0 f.) Ciência & Saúde Coletiva - Ano: 2012
    Cod. C62 . 17 . 2 - 2 2012 - 2 X Rev. Liter
    BIOSSEGURANÇA, SAÚDE, AMBIENTE E COMUNICAÇÃO DE RISCOS: UM DEBATE NECESSÁRIO
    PERES, F.
    O artigo de Rocha e colaboradores, intitulado Biossegurança, Proteção Ambiental e Saúde: compondo o mosaico, trata de um tema da mais alta relevância e atualidade para a Saúde Coletiva: a construção do campo da biossegurança no país e de alguns marcos históricos e regulatórios relacionados. Coloca, com objetividade, a questão da biossegurança no âmbito do processo global de desenvolvimento, desde as formas através das quais o homem se apropria dos recursos naturais e transforma a natureza (causando diversos desequilíbrios que compõem parte significativa do objeto de estudo da biossegurança) até os diferentes padrões de produção e consumo observados ao redor do planeta.
    ( 4 páginas 0 ref. 0 f.) Ciência & Saúde Coletiva - Ano: 2012
    Cod. C62 . 17 . 2 - 2 2012 - 3 X Rev. Liter
    MONITORIZAÇÃO DA ESTERILIZAÇÃO EM AUTOCLAVES: POR QUE AGORA É OBRIGATÓRIO?
    DONATELLI, L. J. P.
    A verificação da esterilização tem sido exigida com mais contundência pela vigilância sanitária em todos país, em especial nos últimos anos. A verdade é que a norma técnica de 1994 (Manual de Processamento de Artigos e Superfícies-MS), já preconizava o seu uso, além de várias legislações (SS15- SP Portaria 500-RS) e publicações que o sucederam (ANVISA 2006).
    ( 1 páginas 0 ref. 2 f.) Dentistry Brasil - Ano: 2012
    Cod. C87 . 42 . 42 - 2 2012 - 7 X Rev. Liter
    DÚVIDAS FREQUENTES SOBRE BIOSSEGURANÇA ODONTOLÓGICA
    BORGES, L.
    A Dra. Lusiane Borges, cirurgiã-dentista especialista em biossegurança, esclarece as principais dúvidas sobre a segurança na Odontologia. Como proceder na falta da caixa de papelão para descarte de perfurocortantes? Existe algum teste que pode ser realizado para testar a eficiência da minha autoclave? Como elaborar o Manual de Rotinas e Procedimentos da Clínica/Consultório Odontológico?
    ( 1 páginas 0 ref. 1 f.) Odonto Magazine - Ano: 2012
    Cod. F02 . 2 . 12 - 1 2012 - 1 X Rev. Liter
    ODONTOLOGIA E MEDICINA UNIDAS PELO BEM-ESTAR DO PACIENTE
    GENNARI, C.
    A união das diversas áreas da saúde no atendimento clínico e hospitalar favorece a redução de custos em saúde pública, mas não existe dúvida que a grande beneficiada é a sociedade. Pacientes e famílias aderem ao tratamento mais rapidamente quando tratados por uma equipe multiprofissional voltada ao cuidado e atenção com a saúde integral do indivíduo. Ações desta natureza, com resultados positivos, despertam o interesse dos políticos.
    ( 3 páginas 0 ref. 2 f.) Odonto Magazine - Ano: 2012
    Cod. F02 . 2 . 12 - 1 2012 - 2 B Rev. Liter
    A IMPORTÂNCIA DAS LUVAS NO COTIDIANO DO CONSULTÓRIO
    REBOLA, F. S. et al.
    Tem de proteção importante, mas que pode ser uma dor de cabeça. Pouca gente sabe, mas as luvas podem trazer sérios problemas, tanto para o paciente quanto para quem utiliza o produto no dia a dia. Principalmente se na composição houver látex. Com a evolução de materiais sintéticos, produtos com látex estão cada vez mais perdendo mercado. Hoje, o látex sofre um processo semelhante ao que ocorreu com o amianto no mercado de construção, anos atrás, quando passou a ser clafissicado como potencialmente perigoso para a saúde.
    ( 2 páginas 0 ref. 1 f.) Odonto Magazine - Ano: 2012
    Cod. F02 . 2 . 12 - 1 2012 - 4 X Rev. Liter
    DÚVIDAS FREQUENTES SOBRE BIOSSEGURANÇA ODONTOLÓGICA
    BORGES, L.
    A autora responde as seguintes perguntas: Quais são as doenças de risco ocupacional para Odontologia? Qual é a importância da utilização do detergente enzimático no processamento do instrumental a ser esterilizado? Existem no mercado vários tipos e qualidades de embalagens diferentes. Como podemos definir qual embalagem utilizar para a esterilização de instrumental odontológico?
    ( 1 páginas 0 ref. 1 f.) Odonto Magazine - Ano: 2011
    Cod. F02 . 1 . 11 - 12 2011 - 1 X Rev. Liter
    DÚVIDAS FREQUENTES SOBRE BIOSSEGURANÇA ODONTOLÓGICA
    BORGES, L..
    A Dra. Lusiane Borges, cirurgiã-dentista especialista em biossegurança, esclarece as principais dúvidas sobre a segurança na odontologia. 1- Quais são etapas essenciais para uma esterilização segura? 2- Quais são as vacinas necessárias para o profissional de odontologia? 3- Como podemos utilizar o Peracético no dia-a-dia da Odontologia já que a esterilização líquida é proibida pela ANVISA? 4- Como é realizado o descarte de resíduos na odontologia?
    ( 1 páginas 0 ref. 1 f.) Odonto Magazine - Ano: 2011
    Cod. F02 . 1 . 10 - 11 2011 - 1 X Rev. Liter
    O DESAFIO DA ESTERILIZAÇÃO DAS PEÇAS DE MÃO NA PRÁTICA ODONTOLÓGICA
    CECILIO, A. M. A. et al.
    O tema biossegurança é fundamental nos dias atuais, mas essa preocupação existe desde a antiguidade. As formas de disseminação e controle das doenças sempre foram um desafio para as ciências e medicina.
    ( 5 páginas 10 ref. 9 f.) Odonto Magazine - Ano: 2011
    Cod. F02 . 1 . 10 - 11 2011 - 9 C Rev. Liter
    DÚVIDAS FREQUENTES SOBRE BIOSSEGURANÇA ODONTOLÓGICA
    BORGES, L..
    A Dra. Lusiane Borges, cirurgiã-dentista especialista em biossegurança, esclarece as principais dúvidas sobre a segurança na odontologia. 1- Podemos esterilizar o instrumental ou artigos com o ácido peracético? Quais são as indicações para utilização na odontologia? 2- Quais embalagens são consideradas seguras para esterilização? 3- Que tipo de detergente devemos utilizar para lavar o instrumental? É normal após a esterilização verificarmos que o material ficou úmido? Como devemos preceder?
    ( 1 páginas 0 ref. 1 f.) Odonto Magazine - Ano: 2011
    Cod. F02 . 1 . 9 - 10 2011 - 1 X Rev. Liter
    ESPAÇOS SAUDÁVEIS E SUSTENTÁVEIS, BIOSSEGURANÇA E RESÍDUOS
    COHEN, S. C. et al.
    Objetivou-se abordar os fatores necessários ao desenvolvimento de um plano de ação no sentido da construção de políticas públicas saudáveis no âmbito habitacional. Como método utilizado conjuga-se conceito e prática da habitação saudável e de outros conceitos correlatos, como ambiente e entorno saudável, padrão de habitabilidade, fator de risco, atenção primária ambiental, vigilância em saúde ambiental e sobre as dimensões da habitação: cultural, econômica, ecológica, sociológica e da saúde humana.
    PALAVRAS CHAVE: Políticas Públicas; Indicadores de Desenvolvimento Sustentável; Exposição a Agentes Biológicos; Resíduos Sólidos; Saúde Ambiental.
    ( 10 páginas 16 ref. 3 f.) Rev. Bras. Prom. Saúde - Ano: 2011
    Cod. E44 . 24 . 3 - 9 2011 - 2 E Rev. Liter
    GRIPE A: PREVENÇÃO NO CONSULTÓRIO ODONTOLÓGICO
    Fonte: Associação Brasileira de Odontologia – ABO
    Apesar de não haver muitos sinais de que a pandemia da Gripe A esteja bem controlada, agora já há mais informações sobre como prevenir a transmissão do vírus H1N1 e quais as primeiras medidas que devem ser tomadas em caso de suspeita e de confirmação. Além de divulgar e reforçar estas informações, a ABO orienta sobre os cuidados específicos para a prevenção dentro do consultório odontológico, com base nas opiniões e pareceres de especialistas em biossegurança e de entidades e órgãos de saúde e sanitários.
    ( 1 páginas 0 ref. 1 f.) Odonto Magazine - Ano: 2011
    Cod. F02 . 1 . 8 - 9 2011 - 1 X Rev. Liter
    DÚVIDAS FREQUENTES SOBRE BIOSSEGURANÇA ODONTOLÓGICA
    BORGES, L..
    A Dra. Lusiane Borges, cirurgiã-dentista especialista em biossegurança, esclarece as principais dúvidas sobre a segurança na odontologia. 1- É realmente necessária a utilização de água destilada na autoclave? 2- Devo fechar as embalagens de papel grau cirúrgico com seladora ou posso fechar com a fita adesiva de autoclave? 3- Se selarmos a embalagem de forma que fique hermeticamente fechada, como o vapor irá penetrar no material? 4- As embalagens para esterilização podem ser reesterilizadas? 5- Qual o tipo de detergente que devo utilizar na lavadora ultrassônica?.
    ( 1 páginas 0 ref. 1 f.) Odonto Magazine - Ano: 2011
    Cod. F02 . 1 . 8 - 9 2011 - 2 X Rev. Liter
    DÚVIDAS FREQUENTES SOBRE BIOSSEGURANÇA ODONTOLÓGICA
    BORGES, L..
    A Dra. Lusiane Borges, cirurgiã-dentista especialista em biossegurança, esclarece as principais dúvidas sobre a segurança na odontologia. 1- Após o processo de esterilização, por quanto tempo o material pode permanecer no interior da autoclave, mesmo com ela aberta? 2- O processo de esterilização por meio de autoclave a vapor é o método mais eficiente de esterilização? 3- Utilizo uma embalagem de papel grau cirúrgico que possui um indicador que muda de cor após a esterilização. Isso prova que o material está realmente esterilizado? 4- Após todo o processo de esterilização, percebo que o material ainda sai úmido ou às vezes molhado de dentro da autoclave. Existe algum problema em utilizar este material?
    ( 1 páginas 0 ref. 1 f.) Odonto Magazine - Ano: 2011
    Cod. F02 . 1 . 7 - 8 2011 - 1 X Rev. Liter
    DÚVIDAS FREQUENTES SOBRE BIOSSEGURANÇA ODONTOLÓGICA
    BORGES, L..
    A Dra. Lusiane Borges, cirurgiã-dentista especialista em biossegurança, esclarece as principais dúvidas sobre a segurança na odontologia.1- Quais são os riscos aos quais se submetem o profissional de saúde bucal ao atender um paciente sem controle de infecção? 2- Quais são as etapas que garantem o processo de esterilização? 3- O glutaraldeído está proibido pela Vigilância Sanitária? Existe substituto?
    ( 1 páginas 0 ref. 1 f.) Odonto Magazine - Ano: 2011
    Cod. F02 . 1 . 6 - 7 2011 - 1 X Rev. Liter
    ODONTOLOGIA HOSPITALAR: UMA ABORDAGEM DIFERENCIADA DA PRÁTICA ODONTOLÓGICA
    GENNARI, C..
    É uma questão de saúde pública a diminuição das infecções hospitalares. A prática da odontologia no ambiente hospitalar pode contribuir (e muito) nesse processo.
    ( 4 páginas 0 ref. 2 f.) Odonto Magazine - Ano: 2011
    Cod. F02 . 1 . 6 - 7 2011 - 2 B Rev. Liter
    A IMPORTÂNCIA DE AGREGAR BIOSSEGURANÇA AO ATENDIMENTO ODONTOLÓGICO
    VERAS, R. et al.
    Sabemos da importância que a odontologia possui para a saúde geral da população. Mas será que estamos fazendo um atendimento odontológico ideal, sem oferecermos riscos de possíveis infecções cruzadas aos nossos pacientes? Preocupados com isto, a OMS (Organização Mundial da Saúde) e vários órgãos mundiais de saúde como o CDC-USA (Centro de Controle de Doenças dos Estados Unidos) têm trabalhado no sentido de conscientizar não só os cirurgiões-dentistas, mas também os usuários dos serviços de odontologia, sobre a importância de frequentar um ambiente onde a biossegurança seja uma realidade.
    ( 1 páginas 3 ref. 1 f.) O Sorriso - Ano: 2011
    Cod. C90 . 8 . 32 - 6 2011 - 3 X Rev. Liter
    MONITORAMENTO DA ESTERILIZAÇÃO
    ROSA, C. S. O. et al.
    Todo o processo de esterilização deve ser monitorado para assegurar sua eficácia. De acordo com o Manual de Biossegurança da Anvisa o monitoramento da esterilização pode ser de duas formas: Química ou Biológica.
    ( 2 páginas 1 ref. 4 f.) Dentistry Brasil - Ano: 2011
    Cod. C87 . 34 . 34 - 6 2011 - 6 A Rev. Liter
    QUAL EMBALAGEM ESCOLHER?
    ROSA, C. S. O..
    O tipo da embalagem escolhida deve levar em conta alguns fatores como: qual o processo de esterilização que será utilizado, quais os materiais e como será armazenado após a esterilização. O principal objetivo da embalagem é permitir a penetração do agente esterilizante e proteger o artigo de modo a assegurar a esterilidade até sua abertura.
    ( 1 páginas 1 ref. 1 f.) Dentistry Brasil - Ano: 2011
    Cod. C87 . 33 . 33 - 5 2011 - 8 X Rev. Liter
    HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS: UMA MEDIDA IMPORTANTE NO CONTROLE DAS INFECÇÕES
    ROSA, C. S. O..
    São muitas as doenças que podem ser transmitidas aos profissionais de saúde! Quando falamos de biossegurança imaginamos procedimentos complexos como esterilização ou desinfecção que demandam de equipamentos e processos demorados. Porém, vamos tratar de um tema bastante simples, considerado a medida mais importante no controle das infecções: A Higienização das mãos.
    ( 1 páginas 0 ref. 0 f.) Dentistry Brasil - Ano: 2011
    Cod. C87 . 32 . 32 - 4 2011 - 7 X Rev. Liter
    REGIMES DE PROFILAXIA APÓS EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL AO HIV: REVISÃO DA LITERATURA
    SANTOS, D. L. et al.
    Os acidentes ocupacionais com materiais biológicos contaminados com HIV geram grande impacto no trabalhador que se acidenta, apesar de serem responsáveis por um número pequeno de soroconversões. Desde o início da epidemia da AIDS, uma grande preocupação tem sido demonstrada na prevensão dessa infecção relacionada ao trabalho. Este estudo teve como objetivo rever a literatura sobre os regimes de profilaxia após exposição ocupacional ao vírus HIV, bem como comparar as recomendações existentes nos diferentes países e auxiliar os médicos frente à situação de um acidente ocupacional com material biológico potencialmente contaminado com HIV.
    PALAVRAS CHAVE: AIDS; Anti-retrovirais; Acidente ocupacional; Materiais biológicos.
    ( 9 páginas 29 ref. 0 f.) Saúde, Ética & Justiça - Ano: 2011
    Cod. D08 . 15 . 1 - 3 2011 - 1 E Rev. Liter
    AUTOCLAVE: PROCESSO ECONÔMICO, SEGURO E EFICAZ EM ESTERILIZAÇÃO
    ROSA, C. S. O. et al.
    São muitas as doenças que podem ser transmitidas aos profissionais de saúde! Diante desse risco é importante que sejam tomadas algumas medidas de biossegurança para proteção do profissional e do próprio paciente. Dentre essas medidas podemos destacar o processo de esterilização, uma importante ferramenta na destruição dos microrganismos. São muitas as doenças que podem ser transmitidas aos profissionais de saúde!
    ( 1 páginas 0 ref. 1 f.) Dentistry Brasil - Ano: 2011
    Cod. C87 . 31 . 31 - 3 2011 - 8 X Rev. Liter
    MEDIDAS DE BIOSSEGURANÇA E PREVENÇÃO NOS ACIDENTES COM MATERIAL BIOLÓGICO
    DELONGHI, L. C. et al.
    Os acidentes com material biológico são considerados como problema para os profissionais da área de saúde, pela possibilidade de transmissão ocupacional de patógenos veiculados pelo sangue e fluidos corporais, como o vírus da imunodeficiência humana (HIV), vírus da Hepatite B (HBV) e o vírus da Hepatite C (HCV). O presente artigo tem como objetivo apresentar uma revisão de literatura sobre as principais causas de acidentes com material biológico, bem como as estratégias de prevenção dos mesmos.
    PALAVRAS CHAVE: Material Biológico; Prevenção; Biossegurança.
    ( 8 páginas 26 ref. 0 f.) UNINGÁ Review - Ano: 2010
    Cod. F05 . 4 . 4-4 - 12 2010 - 1 D Rev. Liter
    EDUCAÇÃO EM BIOSSEGURANÇA: CONTRIBUIÇÕES PEDAGÓGICAS PARA A FORMAÇÃO PROFISSIONAL EM SAÚDE
    COSTA, M. A. F. et al.
    O estudo, realizado no período 2004-2005, teve como objetivo geral analisar percepções docentes e discentes sobre os processos de ensino-aprendizagem da biossegurança em cursos de nível médio da área de saúde. Teve como foco de coleta de dados seis cursos de nível médio da Fundação Oswaldo Cruz, no Rio de Janeiro.
    PALAVRAS CHAVE: Ensino de biossegurança; Educação profissional em saúde; Processo de ensino-aprendizagem.
    ( 10 páginas 41 ref. 0 f.) Ciência & Saúde Coletiva - Ano: 2010
    Cod. C62 . 15 . Supl.1 - 8 2010 - 9 E Rev. Liter
    BIOSSEGURANÇA À LUZ DA ERGOLOGIA: POSSIBILIDADES PARA A SAÚDE DO TRABALHADOR
    NEVES, T. P. et al.
    Estudo de natureza teórico-conceitual, que discute como os aportes da abordagem ergológica podem contribuir para uma compreensão mais ampliada da biossegurança. Como tal abordagem francesa considera o trabalho como uso de si, isto é, compreende que trabalhar nunca se resume a repetir normas preestabelecidas, no presente estudo argumenta-se que somente pela participação dos trabalhadores é possível construir estratégias de prevenção de riscos adequadas.
    PALAVRAS CHAVE: Biossegurança; Ergologia; Saúde do trabalhador.
    ( 12 páginas 27 ref. 0 f.) Rev. Baiana de Saúde Pública - Ano: 2010
    Cod. C39 . 34 . 2 - 6 2010 - 1 F Rev. Liter
    AMÁLGAMA DENTÁRIO : CONTROLE DOS FATORES DE RISCO À EXPOSIÇÃO MERCURIAL
    ALVES-REZENDE, M. C. R. et al.
    O amálgama dentário tem sido utilizado há mais de um século e ainda constitui importante material restaurador na Odontologia. Durante a confecção ou remoção de restaurações mercúrio pode ser liberado para o ambiente. Resíduos de amálgama gerados na prática odontológica constituem importante fonte de liberação de mercúrio para o ambiente se descartados no lixo comum ou descarregados no sistema de esgoto.
    PALAVRAS CHAVE: Amálgama dentário; Riscos ocupacionais; Toxicidade.
    ( 5 páginas 36 ref. 6 f.) Rev. Odont. Araçatuba - Ano: 2009
    Cod. B46 . 29 . 2 - 8 2009 - 1 C Rev. Liter
    AVALIAÇÃO DAS NORMAS DE BIOSSEGURANÇA NAS CLÍNICAS ODONTOLÓGICAS DA UFPE
    MÁRCIA MARIA VENDICIANO BARBOSA VASCONCELOS; CATARINA DA MOTA VASCONCELOS BRASI; CLÁUDIA CRISTINA BRAINER DE OLIVEIRA MOTA; NATALIA RABELO DE CARVALHO.
    O objetivo deste trabalho foi observar o cumprimento das normas de biossegurança e os cuidados com os riscos ocupacionais pelos alunos que atenderam nas clínicas de Odontologia Preventiva, Odontopediatria; Dentística; Endodontia e nos procedimentos cirúrgicos nas clínicas de Periodontia e Cirurgia, da Faculdade de Odontologia da Universidade Federal de Pernambuco.
    PALAVRAS CHAVE: Biossegurança; Riscos ocupacionais; Prevenção; EPI; Contaminação.
    ( 6 páginas 23 ref. 1 f.) Odont. Clínico-científica / CROPE - Ano: 2009
    Cod. E40 . 8 . 2 - 6 2009 - 10 C Rev. Liter
    HIGIENIZAÇÃO DAS ESCOVAS: COMO PROCEDER

    Entrevista com Prof. Dr. Hugo Roberto Lewgoy, Especialista, Mestre e Doutor pela FOUSP; Professor Titular de Biomateriais da UNIBAN; Membro do GEO - Grupo de Estudos em Odontologia da UNIBAN e Professor do Curso de Especialização em Dentística e Estética da ABO.A escova dental é o principal instrumento que a população dispõe para efetuar a remoção da placa bacteriana. Sendo assim, é importante que os pacientes sejam orientados por seu dentista sobre os cuidados que devem ser tomados para que uma contaminação cruzada seja evitada.
    ( 1 páginas 0 ref. 1 f.) Dentistry Brasil - Ano: 2009
    Cod. C87 . 10 . 10 - 6 2009 - 1 X Rev. Liter
    HEPATITES VIRAIS: UM FATOR DE RISCO NA PRÁTICA ODONTOLÓGICA
    SILVA, F. A. G. et al.
    Durante o atendimento odontológico existe um risco potencial para a transmissão de doenças infecciosas tanto para o paciente como para o dentista. Dentre estas doenças, incluem-se as hepatites virais, devido a sua forma de transmissão, com possíveis complicações, como cirrose e câncer. Os vírus das hepatites B, C e D representam maior importância para o dentista. Existe crescente evidência de que outros vírus da hepatite como o G, TT e SEN-V podem ser transmitidos por via parenteral representando também risco ocupacional no atendimento odontológico.
    PALAVRAS CHAVE: Hepatites virais; Riscos ocupacionais; Atendimento odontológico; Controle de infecções; Biossegurança.
    ( 5 páginas 21 ref. 1 f.) Rev. Bras. Odont. - Ano: 2009
    Cod. A02 . 66 . 1 - 6 2009 - 6 C Rev. Liter
    INFLUENZA A: ATENÇÃO REDOBRADA NO CONSULTÓRIO
    DIAS, E..
    Entrevista com Renata Pittella, Consultora da ABO Nacional em Biossegurança, Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial. Doutora em Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial pela PUC/RS.O vírus influenza A (H1N1) ou gripe suína, como ficou popularmente conhecido, tem deixado em alerta profissionais de saúde em todo o mundo. Os cirurgiões-dentistas também devem estar atentos para os cuidados a serem tomados no consultório diante dos riscos de contaminação. Toda a equipe odontológica deve dar atenção especial aos cuidados em biossegurança recomendados e observar possíveis sintomas da gripe nos pacientes.
    ( 2 páginas 0 ref. 1 f.) Dentistry Brasil - Ano: 2009
    Cod. C87 . 9 . 9 - 5 2009 - 1 A Rev. Liter
    BIOSSEGURANÇA: CUIDADOS EVITAM RISCO DE INFECÇÃO CRUZADA NOS ATENDIMENTOS ODONTOLÓGICOS
    FABIANO DE SANTANA DOS SANTOS; FÁBIO LUIZ FERREIRA SCANNAVINO; ALEX TADEU MARTINS.
    Os autores respondem a várias questões que envolvem biossegurança no consultório odontológico, a fim de evitar a contaminação cruzada.
    ( 1 páginas 0 ref. 2 f.) Rev. APCD - Ano: 2009
    Cod. A01 . 63 . 2 - 4 2009 - 6 X Rev. Liter
    HEPATITE C NA ODONTOLOGIA: RISCOS E CUIDADOS
    ROCHA, C. T. et al.
    A hepatite C é uma infecção que merece destaque especial na Odontologia. O vírus da hepatite C já foi detectado na saliva de indivíduos infectados, o que confere uma possível via de transmissão não parenteral do mesmo. Desse modo, o cirurgião-dentista está suscetível, tendo em vista seu grande contato com fluidos corporais, além de estar sujeito a injúrias pérfuro-cortantes durante o trabalho. O objetivo deste trabalho é realizar uma revisão de literatura sobre a hepatite C, com o intuito de esclarecer os profissionais da área odontológica e discutir sobre os riscos e os cuidados que devem ter durante a prática clínica.
    PALAVRAS CHAVE: Hepatite C; Riscos ocupacionais; Controle de infecções.
    ( 7 páginas 41 ref. 0 f.) Rev. Odont. Univ. Cidade São Paulo - Ano: 2009
    Cod. C67 . 21 . 1 - 4 2009 - 8 D Rev. Liter