AVALIAÇÃO DAS NORMAS DE BIOSSEGURANÇA NAS CLÍNICAS ODONTOLÓGICAS DA UFPE MÁRCIA MARIA VENDICIANO BARBOSA VASCONCELOS; CATARINA DA MOTA VASCONCELOS BRASI; CLÁUDIA CRISTINA BRAINER DE OLIVEIRA MOTA; NATALIA RABELO DE CARVALHO. O objetivo deste trabalho foi observar o cumprimento das normas de biossegurança e os cuidados com os riscos ocupacionais pelos alunos que atenderam nas clínicas de Odontologia Preventiva, Odontopediatria; Dentística; Endodontia e nos procedimentos cirúrgicos nas clínicas de Periodontia e Cirurgia, da Faculdade de Odontologia da Universidade Federal de Pernambuco. PALAVRAS CHAVE: Biossegurança; Riscos ocupacionais; Prevenção; EPI; Contaminação. ( 6 páginas 23 ref. 1 f.) Odont. Clínico-científica / CROPE - Ano: 2009 Cod. E40 . 8 . 2 - 6 2009 - 10 C Rev. Liter
BIOSSEGURANÇA: CUIDADOS EVITAM RISCO DE INFECÇÃO CRUZADA NOS ATENDIMENTOS ODONTOLÓGICOS FABIANO DE SANTANA DOS SANTOS; FÁBIO LUIZ FERREIRA SCANNAVINO; ALEX TADEU MARTINS. Os autores respondem a várias questões que envolvem biossegurança no consultório odontológico, a fim de evitar a contaminação cruzada. ( 1 páginas 0 ref. 2 f.) Rev. APCD - Ano: 2009 Cod. A01 . 63 . 2 - 4 2009 - 6 X Rev. Liter
A RESPONSABILIDADE DOS CIRURGIÕES-DENTISTAS COM AS QUESTÕES AMBIENTAIS, SOCIAIS E ECONÔMICAS ISRAEL CORREIA DE LIMA. O profissional da Odontologia precisa estar ciente de sua importância no processo de preservação da natureza. Para se ter uma idéia, hoje, em âmbito nacional, são 219 mil cirurgiões-dentistas que geram grandes impactos ao meio ambiente. Aproximadamente dois milhões de pares de luvas de borracha são descartadas em lixo comum diariamente. ( 3 páginas 0 ref. 8 f.) Essencial em Revista - Ano: 2008 Cod. B69 . 6 . 32 - 12 2008 - 3 B Rev. Liter
BROCAS DE USO ODONTOLÓGICO, COMO CONSERVA-LAS PUBLICADO APCD NEWS ARARAQUARA Vol 10 nº 150 2008 As brocas de baixa-rotação fabricadas em aço carbono e as brocas de alta-rotação fabricadas em aço carbide são utilizadas rotineiramente na prática odontológica para desgastar os tecidos dentários. ( 1 páginas 0 ref. 0 f.) APCD News - Araraquara - Ano: 2008 Cod. B78 . 10 . 150 - 8 2008 - 1 X Rev. Liter
CONDUTA NOS CONTATOS DE DOENÇAS INFECTO-CONTAGIOSAS MYRTES AMORELLI GONZAGA; ADRIANE SILVA CRUZ; NATASHA SBRAGIO GANEM; MAURÍCIO GUIMARÃES GASPAR FILHO; TIAGO BINOTI SIMAS. A finalidade deste artigo é abordar diversas situações comuns na prática diária e qual conduta adotar com relação aos contatos, não só a comunidade como na infecção hospitalar. ( 5 páginas 8 ref. 0 f.) JBM - Jornal Bras. Medicina - Ano: 2008 Cod. D84 . 94 . 6 - 6 2008 - 1 C Rev. Liter
ÁCIDO PERACÉTICO: UMA NOVIDADE ECOLÓGICA LUSIANE CAMILO BORGES. No mundo moderno, tempo e segurança são palavras de ordem para todo e qualquer procedimento. Mecanismos de desinfecção e esterilização a frio têm sido utilizados em larga escala nos últimos anos, diante da necessidade de esterilização de superfícies termo-sensíveis. ( 1 páginas 0 ref. 1 f.) Só Técnicas Estéticas - Ano: 2008 Cod. C37 . 4 . 4 - 3 2008 - 4 A Rev. Liter
DETECÇÃO DO VÍRUS DA HEPATITE C NA SALIVA E SUAS IMPLICAÇÕES NA PRÁTICA ODONTOLÓGICA LILIANE LINS; LAÍS GOMES; RODRIGO PIMENTEL. O vírus da hepatite C (VHC) é considerado o principal agente etiológico das hepatites virais não-A e não-B. O objetivo deste estudo é realizar uma revisão de literatura sobre os métodos para sua detecção na saliva e ressaltar a implicação deste achado na prática odontológica. PALAVRAS CHAVE: Hepatite C; Elisa; Reação em cadeia de polimerase; Saliva; Patologia bucal. ( 5 páginas 34 ref. 1 f.) Rev. ABO Nacional - Ano: 2008 Cod. A06 . 15 . 6 - 1 2008 - 4 C Rev. Liter
RECICLAGEM DE RESÍDUOS AJUDA A PROTEGER O MEIO AMBIENTE. JESUS DJALMA PÉCORA. Embora o mercúrio venha sendo usado na odontologia desde o século 19, quando ainda não se falava em preservação ambiental, é possível ser ecoeficiente hoje recuperando o metal contido nos resíduos de amálgama dental. ( 2 páginas 0 ref. 0 f.) Implant News - Ano: 2007 Cod. A08 . 4 . 4 - 8 2007 - 13 A Rev. Liter
RESPEITAR A NATUREZA É NORMA DA ANVISA! LUSIANE CAMILO BORGES. O Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS) tem o objetivo de apontar e descrever as ações relativas ao manejo do resíduos sólidos, no âmbito dos estabelecimentos, comtemplando os aspectos referentes à geração, segregação, acondicionamento, coleta, armazenamento, transporte, tratamento e destinação final dos mesmos. ( 1 páginas 0 ref. 1 f.) Só Técnicas Estéticas - Ano: 2007 Cod. C37 . 4 . 1 - 6 2007 - 6 A Rev. Liter
RECICLAGEM DE RESÍDUOS AJUDA A PROTEGER O MEIO AMBIENTE JESUS DJALMA PÉCORA. Embora o mercúrio venha sendo usado na Odontologia desde o século XIX, quando ainda não se falava em preservação ambiental, é possível ser ecoeficiente hoje recuperando o metal contido nos resíduos de amálgama dental. ( 2 páginas 0 ref. 1 f.) Perio News - Ano: 2007 Cod. A26 . 1 . 2 - 6 2007 - 11 A Rev. Liter
O QUE FAZER EM CASO DE ACIDENTE COM MATERIAL BIOLÓGICO ? COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR DO HOSPITAL EMÍLIO RIBAS. Conheça os cuidados para evitar riscos de contaminação e aprenda os procedimentos corretos a serem seguidos após o acidente. ( 2 páginas 0 ref. 2 f.) Interativo Rev. / APCD S. André - Ano: 2007 Cod. E11 . 11 . 82 - 4 2007 - 1 A Rev. Liter
BIOÉTICA E BIOSEGURANÇA ANA PAULA PACHECO CLEMENTE; LIGIA FARIA GOMES ALEVA. A importância da biossegurança aplicada nessas instituições é a validação dos princípios da bioética como forma de preservar a dignidade humana. PALAVRAS CHAVE: bioética; biossegurança; odontologia. ( 6 páginas 34 ref. 0 f.) Dental Science - Clínica e Pesquisa Integrada - Ano: 2007 Cod. D67 . 1 . 1 - 3 2007 - 11 C Rev. Liter
LIMPEZA DE ARTIGOS E MATERIAIS ODONTOLÓGICOS EM UMA INSTITUIÇÃO FEDERAL DE ENSINO DULCE APARECIDA MARTINS; GEÓRGIA SABRINA LIBRELON. Este trabalho foi desenvolvido na Clínica Integrada de Odontologia de uma instituição federal de ensino superior, na qual observamos a prática dos procedimentos de limpeza dos instrumentais odontológicos realizada por acadêmicos de Odontologia. PALAVRAS CHAVE: Desinfecção; Enfermagem prioperatória; Instrumentos odontológicos. ( 5 páginas 7 ref. 0 f.) SOBECC em Rev. - Ano: 2007 Cod. C76 . 12 . 1 - 3 2007 - 1 C Rev. Liter
ACIDENTE OCUPACIONAL NA ODONTOLOGIA BORGES, L. C. et al. Biossegurança em ambientes clínicos é hoje uma preocupação mundial. É preciso estar ciente do alto risco de contaminação a que estão expostos os profissionais da área odontológica. ( 1 páginas 0 ref. 2 f.) Só Técnicas Estéticas - Ano: 2006 Cod. C37 . 3 . 3 - 12 2006 - 4 A Rev. Liter
BIOSSEGURANÇA EM PRÓTESE DENTÁRIA: PROPOSTA DE PROTOCOLO. PARTE III KALENA DE MELO MARANHÃO; THAÍS COELHO LOPES; RENATA ANTUNES ESTEVES. Este estudo se propõe a elaborar um protocolo clínico, orientando os profissionais nas atitudes que deverão ter com relação à desinfecção dos trabalhos protéticos, reduzindo as possibilidades de transmissão destas doenças nos consultórios odontológicos. PALAVRAS CHAVE: Contaminação cruzada; Prótese dentária; Desinfecção. ( 7 páginas 21 ref. 6 f.) PCL: Rev. Bras. Prót. Clín. Lab. - Ano: 2006 Cod. B16 . 8 . 42 - 12 2006 - 9 D Rev. Liter
GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DE SERVIÇOS ODONTOLÓGICOS: ASPECTOS TÉCNICOS OPERACIONAIS ELIANA NAPOLEÃO COZENDEY DA SILVA; MARIA DE FÁTIMA BARROZO DA COSTA. Este artigo analisa e identifica o cenário que envolve os aspectos técnicos e gerenciais dos Resíduos de Serviços Odontológicos (RSO) à luz da biossegurança, das resoluções regulamentadoras e dos textos científicos que dizem respeito aos RSO. PALAVRAS CHAVE: Gerenciamento de resíduos; Resíduos odontológicos; Biossegurança. ( 6 páginas 23 ref. 2 f.) Rev. Bras. Odont. - Ano: 2006 Cod. A02 . 63 . 3/4 - 12 2006 - 3 C Rev. Liter
DESINFECÇÃO DE MOLDES LEANDRO PUPIO; GIOVANI DE OLIVEIRA CORRÊA; EDWIN FERNANDO RUIZ CONTRERAS O objetivo deste estudo foi obter informações sobre os métodos utilizados nos laboratórios de prótese dental e nos consultórios odontológicos para prevenir a transmissão de microorganismos durante a confecção das próteses, com medidas de biossegurança relevantes no controle da infecção na prática odontológica; a desinfecção de moldes pode ser definida como etapa clínica que visa destruir grande parte dos microorganismos patogênicos da superfície de um molde, sendo importante a correta seleção do método de desinfecção e da solução desinfetante a ser utilizada. PALAVRAS CHAVE: Desinfecção de moldes; Biossegurança; Prótese Dental. ( 17 páginas 20 ref. 3 f.) Rev. UNINGÁ - Ano: 2006 Cod. E77 . 10 . 10 - 12 2006 - 2 J Rev. Liter
BIOSSEGURANÇA NA ODONTOLOGIA SANTOS, M. V. A. et al. A prática da odontologia abrange grande variedade de procedimentos, que podem incluir desde um simples exame clínico até uma cirurgia mais complexa. Estes procedimentos geralmente implicam em contato com secreções da cavidade bucal como saliva, sangue, secreções purulentas, respiratórias e aerossóis. O risco de transmissão de patógenos importantes tem despertado grande preocupação devido ao risco de exposição do paciente, do profissional e da equipe odontológica. PALAVRAS CHAVE: Biossegurança; Odontologia; Saúde Ocupacional. ( 8 páginas 25 ref. 1 f.) Rev. Uniara - Ano: 2006 Cod. C93 . 19 . 19 - 12 2006 - 1 D Rev. Liter
GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS ODONTOLÓGICOS LEILA POSENATO GARCIA. São apresentados os procedimentos determinados pela resolução da Anvisa para o gerenciamento dos RSS e discutidas as suas implicações na prática odontológica. PALAVRAS CHAVE: Disposição de resíduos de serviços de saúde; Resíduos odontológicos; Saúde pública; Saúde do trabalhador. ( 7 páginas 22 ref. 6 f.) Rev. ABO Nacional - Ano: 2006 Cod. A06 . 14 . 5 - 11 2006 - 8 D Rev. Liter
A MAIOR EPIDEMIA DA HISTÓRIA DA HUMANIDADE - HEPATITE C BORGES, L. C. O que preocupa é o fato da Hepatite C ser uma doença silenciosa, ou seja, ela pode demorar mais de 20 anos para manifestar seus sintomas. ( 2 páginas 0 ref. 4 f.) Rev. APCD / S. Bernardo - Ano: 2006 Cod. B36 . 12 . 57 - 9 2006 - 1 A Rev. Liter
EFFECT OF MICROWAVE DISINFECTION ON DENTURE BASE ADAPTATION AND RESIN SURFACE ROUGHNESS SARTORI, E. A. et al. Este estudo avaliou o efeito de métodos de desinfecção [desinfecção química (imersão em solução clorada 100 ppm) ou desinfecção por microondas (690 W por 6 min)] na adaptação interna de bases de próteses totais e na rugosidade superficial da resina. PALAVRAS CHAVE: Acrylic resin; Complete dentures; Microwave disinfection; Internal adaptation; Surface roughness. ( 6 páginas 20 ref. 1 f.) Braz. Dental J. / FORP-USP - Ano: 2006 Cod. C06 . 17 . 3 - 9 2006 - 3 C Rev. Liter
BIOSSEGURANÇA EM BANCOS DE OSSOS NO BRASIL OGATA, D. V. G. et al. Os autores apresentam uma revisão bibliográfica sobre a segurança da utilização de enxertos ósseos provenientes de bancos de ossos existentes no Brasil, concentrando-se na questão da possibilidade de transmissão de doenças de origens virais e bacterianas. PALAVRAS CHAVE: Enxerto ósseo; Banco de ossos; Biossegurança. ( 5 páginas 14 ref. 3 f.) Implant News - Ano: 2006 Cod. A08 . 3 . 4 - 8 2006 - 4 C Rev. Liter
INFECÇÃO CRUZADA EM ODONTOLOGIA: RISCOS E DIRETRIZES ZENKNER, C. L.. A Odontologia caracteriza-se por ser uma profissão onde existe o contato do profissional com agentes biológicos, durante o atendimento do paciente, como sangue, saliva e outros fluídos. Estes dados levam a indicação de um efetivo controle da infecção, através da adoção de protocolos que são descritos por diversos órgãos de saúde como o Ministério da Saúde, Center for Diseases Control (CDC), American Dental Association (ADA) entre outros. PALAVRAS CHAVE: Controle de infecção; Prática dental. ( 7 páginas 20 ref. 1 f.) Rev. Endod. Pesq. Ensino - Ano: 2006 Cod. B85 . 2 . 3 - 6 2006 - 2 D Rev. Liter
AVALIAÇÃO DO NÍVEL DE CONTAMINAÇÃO MICROBIANA DA ÁGUA DE EQUIPO ODONTOLÓGICO PELO MÉTODO PETRIFILM AC EVANDRO WATANABLE; FABIANA CRISTINA PIMENTA; ALESSANDRA MARÇAL AGOSTINHO; WILSON MATSUMOTO; IZABEL YOKO ITO. O objetivo desta pesquisa foi avaliar o nível de contaminação microbiana das amostras de água de seringas tríplices e de alta rotação, de 5 equipos odontológicos da Clínica de Cirurgia da Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto - USP, bem como da água de torneira da Clínica de Cirurgia e da água filtrada que abastecia esses equipos. PALAVRAS CHAVE: Água; Biofilmes; Contagem de Colônias Microbianas; Equipamento Odontológico. ( 7 páginas 33 ref. 1 f.) Rev. Biociências / Univ. Taubaté - Ano: 2006 Cod. E25 . 12 . 1-2 - 4 2006 - 2 D Rev. Liter
AVALIAÇÃO DA INFECÇÃO CRUZADA NA CLÍNICA ODONTOLÓGICA MIRANZI, M. A. S. et al. O propósito deste trabalho foi avaliar o comportamento dos professores, estudantes e equipes de trabalhadores quanto à prevenção e controle da infecção cruzada na clínica odontológica da Universidade de Uberaba - Brasil. PALAVRAS CHAVE: Infecção cruzada; HIV; Aids; Transmissão de doenças. ( 15 páginas 50 ref. 27 f.) JBC: J. Bras. Clín. Odont. Integrada - Ano: 2006 Cod. B37 . 10 . 52 - 3 2006 - 4 F Rev. Liter
IGNAZ SEMMELWEIS - THE FATHER OF INFECTION CONTROL - HISTORY WILSON DENIS MARTINS, PHD, DDS. Today we routinely wash our in our offices or hospitals, as an affective infection control procedure. ( 2 páginas 6 ref. 0 f.) Rev. Clín. Pesq. Odontológica - Ano: 2006 - TEXTO EM INGLÊS Cod. E46 . 2 . 3 - 3 2006 - 6 A Rev. Liter
DESINFECÇÃO E ESTERELIZAÇÃO EM ORTODONTIA FREITAS, V.M.C. et al. O objetivo do presente trabalho, foi fazer um estudo, com base no que foi colhido na literatura e nos resultados das observações anexas, sobre eficáciados métodos físicos e químicos na desinfecção e esterelização de material e instrumental utilizados em procedimentos ortodônticos. PALAVRAS CHAVE: esterelização, desinfecção, contaminação cruzada ( 4 páginas 48 ref. 0 f.) Rev. Gaúcha Odont. - Ano: 2005 Cod. A05 . 53 . 4 - 12 2005 - 14 B Rev. Liter
10 MITOS DA BIOSSEGURANÇA ODONTOLÓGICA BORGES, L.C. et al. Infecção cruzada, assepsia e esterelização são termos insistentemente abordados na odontologia da atualidade. ( 2 páginas 0 ref. 4 f.) Só Técnicas Estéticas - Ano: 2005 Cod. C37 . 2 . 3 - 12 2005 - 5 A Rev. Liter
SUGESTÕES DE PROTOCOLO PARA O CONTROLE DE INFECÇÃO CRUZADA EM CLÍNICAS DE RADIOLOGIA ODONTOLÓGICA RENATA CRISTINA GOBBI DE OLIVEIRA. O presente trabalho analisou estudos referentes aos procedimentos para o controle de infecção cruzada nas Clínicas de Radiologia. Inicialmente foram abordados os estudos que comprovaram a existência da infecção cruzada nas clínicas. PALAVRAS CHAVE: Clínica Radiológica; Controle da infecção cruzada. ( 13 páginas 18 ref. 0 f.) Rev. UNINGÁ - Ano: 2005 Cod. E77 . 6 . 6 - 12 2005 - 5 F Rev. Liter
ESTERILIZAÇÃO - VOCÊ CONFIA NA SUA? LUSIANE CAMILO BORGES. É indiscutível a importância do controle de infecção também na área odontológica haja vista o grande números de colegas acometidos pelas hepatites B e C. ( 1 páginas 0 ref. 1 f.) Rev. APCD Vila Mariana - Ano: 2005 Cod. B68 . 3 . 10 - 12 2005 - 4 X Rev. Liter
HEPATITE VIRAL E SOROLOGIA: CONHECIMENTOS INDISPENSÁVEIS AO CIRURGIÃO-DENTISTA FARIAS, J. G. et al. O objetivo deste trabalho foi realizar uma revista da literatura sobre sorologia de uma forma geral e seus diversos métodos, relacionando as indicações e contraindicações, enfatizando a hepatite viral transmitida por via parenteral com seus marcadores sorológicos e testes diagnósticos mais indicados. PALAVRAS CHAVE: Sorologia; Hepatite viral; Biossegurança. ( 5 páginas 17 ref. 4 f.) Internat. Journal Dentistry - Ano: 2005 Cod. C88 . 4 . 2 - 12 2005 - 5 C Rev. Liter
OS RISCOS DO MERCÚRIO DO AMÁLGAMA DENTÁRIO PINHEIRO, T.N. et al. O amálgama dentário é um material consagrado há mais de 160 anos na Odontologia mundial, seus riscos á saúde das pessoas é considerado baixo pelas principais organizações reguladoras do mundo, porém esse conceito vem sendo questionado cientificamente. PALAVRAS CHAVE: amálgama dentário, mercúrio, toxidade, metais pesados ( 4 páginas 22 ref. 0 f.) Rev. ABO Nacional - Ano: 2005 Cod. A06 . 13 . 5 - 11 2005 - 10 B Rev. Liter
TRATAMENTO DE RESÍDUOS QUÍMICOS EM LABORATÓRIOS DE QUÍMICA ANALÍTICA RICARDO LOPES DE ALMEIDA. Se a redução da fonte geradora não é possível, então a poluição deve ser reciclada de maneira ambientalmente segura. Se a reciclagem também não for possível, então a poluição deve ser evitada, com modificação metodológica do processo analítico. O descarte no ambiente deverá ser entendido e praticado como último recurso, sendo realizado de maneira ambientalmente segura. PALAVRAS CHAVE: Controle ambiental; Descarte de resíduos e tratamento. ( 6 páginas 4 ref. 4 f.) Rev. UNINGÁ - Ano: 2005 Cod. E77 . 5 . 5 - 9 2005 - 5 C Rev. Liter
HEPATITES MAIS COMUNS ADILSON LOPES CARDOSO; JAQUELINE MARIA FADONI; MARCOS BENATTI ANTUNES; PAULO GUSTAVO KLOSTER DA SILVA; ROSELI ORDIG. Através deste trabalho será detalhado a hepatite A, B e C, sendo que, existe também a hepatite D e a E, que não será discutida neste presente trabalho que tem como objetivo fundamentar as hepatites, uma doença de notificação compulsória, que ainda hoje atinge tantas pessoas. A hepatite é uma doença infecciosa aguda ou crônica, devido seu alto índice de ocorrência e alta transmissibilidade, constitui um grande problema de saúde pública. ( 9 páginas 4 ref. 0 f.) Rev. UNINGÁ - Ano: 2005 Cod. E77 . 5 . 5 - 9 2005 - 6 E Rev. Liter
ÁCIDO PERACÉTICO BORGES, L. C. Biossegurança é garantia de saúde. Agregar esse diferencial a sua atividade traduz respeito e confiança! ( 2 páginas 0 ref. 0 f.) Só Técnicas Estéticas - Ano: 2005 Cod. C37 . 2 . 1 - 6 2005 - 5 A Rev. Liter
BIOSSEGURANÇA EM ODONTOLOGIA FARACO, F. N. et al. A incidência de infecção cruzada por determinados microorganismos no ambiente odontológico é bem documentada, porém a transmissão de alguns patógenos ainda não está bem determinada. PALAVRAS CHAVE: Infecção cruzada; Biossegurança; Bioética; Doenças infecciosas. ( 9 páginas 25 ref. 4 f.) Rev. Odont. Univ. Santo Amaro - Ano: 2005 Cod. E09 . 10 . 1 - 6 2005 - 3 E Rev. Liter
UTILIZAÇÃO DO ÓXIDO DE ETILENO PARA ESTERILIZAÇÃO DE MATERIAL MÉDICO – HOSPITALAR RÚBIAN MESSIAS DA SILVA; APARECIDA DE PAULA GONÇALVES SANDRI; VIVIANE NAKANO; SHEILA ALEXANDRA BELINI NISHIYAMA. Este trabalho teve por objetivo discutir as particularidades da manipulação do ETO, visando à qualificação profissional e o estabelecimento de rigorosos procedimentos de biossegurança, aprimorando execução do trabalho, minimizando-se os riscos oferecidos. Assim, o ETO pode contribuir com segurança para o controle da infecção hospitalar e assegurar a melhoria da assistência ao paciente. PALAVRAS CHAVE: Óxido de etileno; Esterilização; Infecção hospitalar. ( 14 páginas 28 ref. 1 f.) Rev. UNINGÁ - Ano: 2005 Cod. E77 . 4 . 4 - 6 2005 - 4 F Rev. Liter
HEPATITE C EM PROFISSIONAIS DA SAÚDE: RISCO DE EXPOSIÇÃO E INFECÇÃO LUIZ ALBERTO DE SOUZA CIORLIA; DIRCE MARIA TREVISAN ZANETTA. Este artigo de revisão discute aspectos da hepatite C em profissionais da saúde e seu risco de exposição e infecção. PALAVRAS CHAVE: Hepatite C; Profissionais da saúde; Acidente de trabalho; Material biológico. ( 10 páginas 66 ref. 0 f.) Rev. Bras. Saúde Ocupacional - Ano: 2005 Cod. D86 . 28 . 107-08 - 6 2005 - 2 E Rev. Liter
BIOSSEGURANÇA EM PRÓTESE DENTÁRIA: PROPOSTA DE PROTOCOLO. PARTE I MARANHÃO, K. M. & ESTEVES, R. A. O presente trabalho consiste em conferir maiores informações, com o propósito de orientar os profissionais da área odontológica acerca do perigo da contaminação cruzada no consultório odontológico. ( 6 páginas 52 ref. 0 f.) PCL: Rev. Bras. Prót. Clín. Lab. - Ano: 2004 Cod. B16 . 6 . 34 - 12 2004 - 10 C Rev. Liter
TRABALHANDO COM BIOSSEGURANÇA GUIMARÃES JUNIOR, J. A despeito do tremendo benefício dos implantes dentais, todos estes dispositivos apresentam um risco de infecção que representam uma causa da perda da osteointegração e de problemas de infecção do leito ósseo implantado, ou seja abscesso endósseo ou osteomielite. O espaço aqui disponível não permite que detalhemos toda a biossegurança odontológica. ( 4 páginas 1 ref. 0 f.) Implant News - Ano: 2004 Cod. A08 . 1 . 6 - 12 2004 - 8 B Rev. Liter
CONTROLE DA ESTERILIZAÇÃO EM AUTOCLAVE POR MEIO DE MÉTODOS QUÍMICOS E BIOLÓGICOS LAUFER NETO, J. et al. O objetivo deste estudo foi comparar a eficácia de métodos químicos e biológicos no controle da esterilização em autoclave. PALAVRAS CHAVE: Bacillus stearothermophylus; Esterilização; autoclave. ( 6 páginas 15 ref. 1 f.) Publicatio Univ. Est. Ponta Grossa - PR - Ano: 2004 Cod. E28 . 10 . 3/4 - 12 2004 - 5 C Rev. Liter
MEDIDAS DE BIOSSEGURANÇA E A OCORRÊNCIA DE ENDOCARDITES E OUTRAS CONDIÇÕES SISTÊMICAS MÁRCIA WEILAND. Procedimentos odontológicos capazes de resultar em sangramento têm potencial para dar origem a bacteremias transitórias, criando condições para que as bactérias da microbiota bucal se espalhem através da corrente circulatória. ( 2 páginas 9 ref. 0 f.) Rev. Odontis - Ano: 2004 Cod. D43 . 4 . 12 - 12 2004 - 4 A Rev. Liter
CONTROLE DE INFECÇÃO EM IMAGINOLOGIA DENTO-MAXILO-FACIAL BERTANI, T. D. et al. Através de revisão bibliográfica os autores discutem a importância da biossegurança na Imaginologia Dento-Maxilo-Facial e mostram métodos de como reduzir e/ou eliminar o risco de infecções, durante a execução das diversas técnicas radiográficas. ( 4 páginas 7 ref. 0 f.) Rev. Odont. UNICID - Ano: 2004 Cod. E05 . 16 . 2 - 8 2004 - 16 B Rev. Liter
IMPACTO DOS RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE SOBRE O HOMEM E O MEIO AMBIENTE MOTA, S. M. et al. A proposta deste trabalho foi, mediante revisão da literatura, conhecer aspectos relacionados à geração e ao gerenciamento dos resíduos, especialmente aqueles produzidos nos consultórios odontológicos, abordando seus possíveis impactos sobre o homem e o meio ambiente. PALAVRAS CHAVE: Resíduos sólidos, Resíduos de serviços de saúde (RSS), Gerenciamento de resíduos de saúde (GRSS), Resíduos odontológicos. ( 15 páginas 46 ref. 0 f.) Arq. em Odont. / Fac. Odont. UFMG - Ano: 2004 Cod. C11 . 40 . 2 - 6 2004 - 5 F Rev. Liter
BIOSSEGURANÇA EM PRIMEIRO LUGAR SANCHES, M. Y. A. As vistorias visam garantir que as condições dos estabelecimentos não comprometam a saúde do paciente e do cirurgião-dentista. ( 2 páginas 1 ref. 2 f.) Interativo Rev. / APCD S. André - Ano: 2004 Cod. E11 . 8 . 64 - 4 2004 - 1 A Rev. Liter
NORMAS DE PROCEDIMENTO PARA O CONTROLE DE INFECÇÃO NOS LOCAIS DE TRATAMENTO ODONTOLÓGICO - 2003 KOHN, W. G. et al. Os Centers for Disease Control and Prevention, ou CDC e o comitê federal líder para prevenção de doenças nos Estados Unidos. Há 10 anos, as normas de procedimentos dos CDC para o controle de infecção nos locais para tratamento odontológico foram publicadas pela última vez. Durante estes 10 anos, novas tecnologias e argumentos surgiram, e outras normas de procedimentos dos CDC para o controle de infecção de ambientes de tratamento odontológico foram atualizadas. ( 15 páginas 6 ref. 0 f.) Jada Brasil - Ano: 2004 Cod. A07 . 7 . 1 - 2 2004 - 1 F Rev. Liter
CONTROLE DE INFECÇÃO EM RADIOLOGIA BUCOMAXILOFACIAL - REVISÃO DE LITERATURA SILVA, M. A. et al. O objetivo deste artigo foi revisar a literatura sobre a contaminação microbiana no ambiente de radiologia e apresentar um protocolo de controle de infecção para o atendimento de pacientes submetidos às tomadas radiográficas nas clínicas da Faculdade de Odontologia de Anápolis (FOA). ( 4 páginas 21 ref. 6 f.) Rev. Fac. Odont. Anápolis / FOA - Ano: 2003 Cod. E14 . 5 . 2 - 12 2003 - 17 B Rev. Liter
PROTOCOLO DE BIOSSEGURANÇA NO CONSULTÓRIO ODONTOLÓGICO: CUSTO E TEMPO PINTO, K. M. L. & PAULA, C. R. O objetivo deste trabalho foi avaliar, através da literatura, o Protocolo de Controle de Infecção no consultório odontológico no que diz respeito ao custo e ao tempo que se leva na preparação do consultório para o atendimento de cada paciente. ( 5 páginas 15 ref. 0 f.) Rev. Biociências / Univ. Taubaté - Ano: 2003 Cod. E25 . 9 . 4 - 12 2003 - 2 C Rev. Liter
ACIDENTES COM MATERIAL BIOLÓGICO NO DIA-A-DIA DA CLÍNICA ODONTOLÓGICA: COMO PROCEDER? GIORGIS, R. S. et al. O estudo em questão objetiva esclarecer as condutas que o cirurgião-dentista e seus auxiliares devem tomar frente a acidentes com material biológico, durante a prática odontológica. ( 5 páginas 16 ref. 2 f.) Rev. Bras. Odont. - Ano: 2003 Cod. A02 . 60 . 4 - 8 2003 - 8 C Rev. Liter
AVALIE A (BIO) SEGURANÇA DE SEU CONSULTÓRIO - I ROQUE NETO, A. & TAMOTO, M. Análise da avaliação feita pela Vigilância Sanitária em nossos consultórios, tendo em vista a reportagem do Jornal da Tarde de 30 de maio de 2003 que dizia que 60% dos consultórios odontológicos relegavam a higiene ou que eram meios de contaminação. ( 1 páginas 0 ref. 0 f.) Espelho Clínico / APCD - Ano: 2003 Cod. B40 . 7 . 39 - 8 2003 - 1 A Rev. Liter
QUAL É O PREÇO DA SEGURANÇA DE SEU PACIENTE? GIANNEETTO, C. et al. O conceito da bio-segurança, através da utilização de Clorhexidina a 0,12% (Noplak) antes de qualquer procedimento, reforçado após a publicação do Estudo Clínico na última Revista Odont e divulgado no Congresso Internacional de Odontologia no final de Janeiro em São Paulo, vem gerando grande adesão no meio profissional. ( 3 páginas 0 ref. 4 f.) Rev. Odontis - Ano: 2003 Cod. D43 . 3 . 8 - 6 2003 - 2 B Rev. Liter
O IMPACTO ATUAL DAS HEPATITES VIRAIS NA ODONTOLOGIA SOUZA, R. A. et al. Neste artigo, serão discutidos os aspectos relevantes das hepatites virais e suas implicações para o atendimento odontológico. ( 5 páginas 15 ref. 0 f.) Rev. Bras. Odont. - Ano: 2003 Cod. A02 . 60 . 2 - 4 2003 - 2 C Rev. Liter
BIO-SEGURANÇA EM CONSULTÓRIO ODONTOLÓGICO RÉUS, M. O controle de infecção e a bio-segurança são temas de grande importância para a prática odontológica, e vêm despertando nos últimos anos maior interesse, em virtude principalmente do avanço da epidemia de Aids. ( 6 páginas 13 ref. 2 f.) Rev. Racine - Ano: 2002 Cod. D07 . 12 . 69 - 8 2002 - 1 C Rev. Liter
BIOSSEGURANÇA NA CLÍNICA ODONTOLÓGICA RAMOS, N. N. & MANSUR, S. A Biossegurança nas práticas odontológicas é um conjunto de medidas padronizadas, que protegem os pacientes e a equipe odontológica, conferindo a estes, credibilidade e profissionalismo. ( 4 páginas 14 ref. 0 f.) Rev. ABO Reg. Valença - Ano: 2002 Cod. B38 . 1 . 1 - 6 2002 - 11 B Rev. Liter
ESTERILIZAÇÃO DOS ELEMENTOS ESTOCADOS NO BANCO DE DENTES PIMENTEL, E. et al. O presente trabalho de revisão de literatura procurou destacar os métodos de esterilização mais utilizados e a influência de cada um diante de diferentes variáveis. ( 7 páginas 31 ref. 0 f.) Rev. Odont. Univ. Rib. Preto / UNAERP - Ano: 2002 Cod. E15 . 5 . 1 - 6 2002 - 1 D Rev. Liter
PRINCÍPIOS DE BIOSSEGURANÇA EM ODONTOLOGIA JORGE, A. O. C. O objetivo deste trabalho foi, através de revisão de literatura, discutir os métodos de controle de microrganismos, utilizados pelo cirurgião-dentista na clínica odontológica diária. ( 11 páginas 14 ref. 1 f.) Rev. Biociências / Univ. Taubaté - Ano: 2002 Cod. E25 . 8 . 1 - 6 2002 - 1 F Rev. Liter
CONTROLE DE INFECÇÃO: DESINFECÇÃO DE MOLDES DE ALGINATO GONÇALVES, J. et al. O presente trabalho tem como objetivo conscientizar a classe odontológica dos riscos da infecção cruzada proveniente da manipulação de moldes e modelos, e sugerir um método de desinfecção simples, fácil e seguro. ( 3 páginas 21 ref. 6 f.) Rev. EAP / APCD São J. Campos - Ano: 2002 Cod. B17 . 3 . 2 - 6 2002 - 4 B Rev. Liter
USO DE LUVAS NA PRÁTICA ODONTOLÓGICA TRAMONTINI, C. C. & RIBEIRO, P. H. V. Apesar do uso das luvas como procedimento de rotina, nem sempre analisamos os detalhes a cerca do seu uso como equipamento de proteção individual. ( 1 páginas 2 ref. 0 f.) Rev. AONP - Ano: 2002 Cod. B29 . 3 . 10 - 5 2002 - 3 A Rev. Liter
MANUAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA PARA CIRURGIÕES-DENTISTAS TEN, C. Y. et al. A Odontologia tem sofrido influências quanto às ações de Vigilância Sanitária, tanto que muitos profissionais tiveram transtornos em relação a equipe de fiscalização odontológica sanitária por desconhecerem as normas referentes a abertura e montagem dos consultórios frente as normas preconizadas pela Legislação Sanitária. ( 11 páginas 27 ref. 0 f.) Rev. Odont. UNICID - Ano: 2002 Cod. E05 . 14 . 1 - 4 2002 - 5 F Rev. Liter
RESISTÊNCIA BACTERIANA. O PERIGO QUE NOS CERCA SILVA, J. J. & BARROS NETA, M. A. C. O aparecimento e disseminação de cepas de Staphylococcus aureus resistentes à meticilina, Enterococcus e bacilos da tuberculose que são resistentes a quase todos os agentes antimicrobianos, vêm preocupando a todos os profissionais que lidam com pacientes em ambiente hospitalar. ( 2 páginas 1 ref. 4 f.) JAO: J. Assess. Prestação Serv. Odont. - Ano: 2002 Cod. D16 . 5 . 29 - 2 2002 - 1 A Rev. Liter
LUVAS CLÍNICAS - AS BOAS E AS RUINS CHRISTENSEN, G. J. Este artigo discute vários tópicos importantes e de interesse aos usuários de luvas na Odontologia. ( 2 páginas 1 ref. 0 f.) Jada Brasil - Ano: 2002 Cod. A07 . 5 . 1 - 2 2002 - 7 A Rev. Liter
PRINCÍPIO DE BIOSSEGURANÇA É UMA QUESTÃO DE CONSCIÊNCIA PROFISSIONAL SILVA, E. N. et al. Em toda a atividade odontológica, tão importante quanto o aprimoramento técnico e científico é a conscientização dos riscos referentes á biossegurança. ( 3 páginas 1 ref. 3 f.) Interativo Rev. / APCD S. André - Ano: 2001 Cod. E11 . 6 . 48 - 8 2001 - 2 B Rev. Liter
DESINFECÇÃO E ESTERILIZAÇÃO DE MATERIAIS DE MOLDAGENS SOUZA, J. P. B. et al. O objetivo deste estudo foi avaliar a importância da desinfecção dos moldes e modelos de gesso para evitar a ocorrência de contaminação cruzada. No final, os autores sugerem um protocolo simples de ações, relacionando cada tipo de material de moldagem com a solução desinfectante mais adequada. ( 6 páginas 33 ref. 0 f.) PCL: Rev. Bras. Prót. Clín. Lab. - Ano: 2001 Cod. B16 . 3 . 14 - 8 2001 - 5 C Rev. Liter
BIOSSEGURANÇA. ELA NÃO É UMA QUESTÃO SANITÁRIA. É EXIGÊNCIA DO MERCADO LIMA, S. No momento em que a sociedade está discutindo amplamente os conceitos de ética e qualidade de vida, o cirurgião dentista começa a perceber que a prática da biossegurança vai muito além do autoclave ou da estufa. É preciso falar mais de responsabilidade social e exigências do mercado. (4p. 1ref. 1f.) Rev. AORP Cod. B13.1.3 - 0801 - 1 B ( 4 páginas 1 ref. 1 f.) Rev. AORP - Ano: 2001 Cod. B13 . 1 . 3 - 8 2001 - 1 B Rev. Liter
CONTROLE DE INFECÇÕES. QUAL É A SUA ROTINA PARA EVITAR INFECÇÕES CRUZADAS? GONÇALVES, C. T. Deter as infecções nos consultórios odontológicos tem sido cada vez mais complicado. Foi-se o tempo em que podíamos classificar os indivíduos em grupos de risco quanto à propensão a contrair e disseminar doenças contagiosas. ( 6 páginas 5 ref. 8 f.) Arq. Dent. Gaúcho - Ano: 2001 Cod. E23 . 8 . 2 - 8 2001 - 1 C Rev. Liter
CONTROLE DE INFECÇÃO E NORMAS DE BIOSSEGURANÇA: UMA NECESSIDADE E UMA OBRIGAÇÃO RUSSO, E. & RUSSO, E. M. A. Os profissionais da Saúde estão expostos a uma grande variedade de microorganismos presentes no sangue e na saliva do paciente. ( 10 páginas 19 ref. 0 f.) Rev. Odont. UNICID - Ano: 2001 Cod. E05 . 13 . 1 - 4 2001 - 6 E Rev. Liter
CONSIDERAÇÕES SOBRE A RELAÇÃO ENTRE DENTISTAS E PACIENTES PORTADORES DE AIDS E DST'S COSTA, M. Os alarmantes números de pessoas portadoras de doenças passíveis de serem transmitidas através dos fluidos orgânicos - em especial AIDS, Hepatite B e demais DSTs - levaram os profissionais da Odontologia a realizar o atendimento destes pacientes como uma questão de grande peso profissional. ( 3 páginas 11 ref. 0 f.) Rev. Cearense Odont. / CROCE - Ano: 2000 Cod. D35 . 1 . 1 - 12 2000 - 10 B Rev. Liter
ANAFILAXIA NO CONSULTÓRIO ODONTOLÓGICO PERINI, J. C. Reações anafiláticas são graves e até fatais em alguns casos. Felizmente são raras, muito raras. Embora conceitualmente sejam imprevisíveis é possível definir o seu potencial de risco e preveni-la. ( 4 páginas 0 ref. 1 f.) Rev. Bras. Odont. - Ano: 2000 Cod. A02 . 57 . 4 - 8 2000 - 1 B Rev. Liter
MERCÚRIO - RISCOS E PREVENÇÃO ASSIS, M. et al. O amálgama dental tem prestado excelentes serviços, principalmente à comunidade carente, por mais de 100 anos. Mas o mercúrio e os resíduos de amálgama, e o que fazer com eles, ainda permanecem um enigma nos dias de hoje. ( 4 páginas 22 ref. 0 f.) JBC: J. Bras. Clín. & Estét. Odont. - Ano: 2000 Cod. B11 . 4 . 22 - 8 2000 - 19 B Rev. Liter
BIOSSEGURANÇA NA PERIODONTIA MODERNA FERREIRA, Z. A. et al. A Periodontia como especialidade, apresenta neste contexto algumas particularidades que devem ser consideradas para que condutas adequadas possam ser tomadas na rotina do profissional. ( 12 páginas 15 ref. 14 f.) Rev. Odont. Univ. Rib. Preto / UNAERP - Ano: 2000 Cod. E15 . 3 . 1 - 6 2000 - 6 F Rev. Liter
BIOSSEGURANÇA NA PRÓTESE RAMOS, N. N. Neste trabalho apresentaremos o uso de barreiras mecânicas bem como a desinfecção dos itens utilizados na prótese dentária, a sala clínica e o laboratório ideal segundo as normas de biossegurança, normas essas de caráter fundamental na Odontologia atual. ( 12 páginas 13 ref. 3 f.) Rev. Fluminense Odont. / UFF - Ano: 2000 Cod. E26 . 6 . 13 - 6 2000 - 10 F Rev. Liter
MÉTODOS DE AVALIAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL (EPI) E FOTOPOLIMERIZADORES GONÇALVES, S. E. P. et al. Sabendo das dificuldades que os profissionais encontram no controle da qualidade de seus fotopolimerizadores e de seus EPI-JBiosegurança, esse trabalho teve como objetivos fornecer critérios simples de monitorização desses equipamentos, bem como avaliar o seu uso e qualidade. ( 9 páginas 20 ref. 21 f.) Rev. EAP / APCD São J. Campos - Ano: 1999 Cod. B17 . 1 . 1 - 12 1999 - 7 E Rev. Liter
FUMO NA QUALIDADE DE VIDA DE PACIENTES ODONTOLÓGICOS CORDEIRO, M. C. B. As instituições de saúde, estão utilizando, tanto como método de gerenciamento, quanto meio de oferecer e obter uma melhor qualidade de vida ou seja, a saúde de seus pacientes. Sabendo-se disso é de fundamental importância preservar a qualidade do meio ambiente, porque ele caminha ao lado da saúde humana. ( 2 páginas 7 ref. 1 f.) JAO: J. Assess. Prestação Serv. Odont. - Ano: 1999 Cod. D16 . 3 . 17 - 12 1999 - 1 A Rev. Liter
CONTROLE DE INFECÇÃO ODONTOLÓGICA NO ANO 2000: UMA REALIDADE RECONHECIDA MOLINARI, J. A. O autor avalia o progresso histórico na microbiologia e na assepsia hospitalar que proporcionaram bases para os avanços nas práticas preventivas odontológicas, e criaram um ambiente mais seguro tanto para os dentistas como para os pacientes. ( 8 páginas 35 ref. 7 f.) Jada Brasil - Ano: 1999 Cod. A07 . 2 . 6 - 12 1999 - 1 D Rev. Liter
RECOMENDAÇÕES DE HIGIENE EM RELAÇÃO AO MERCÚRIO DENTAL Conselho de assuntos científicos da ADA Este artigo produzido pelo Conselho de Assuntos Científicos da ADA atualiza as recomendações de higiene em relação ao uso de mercúrio nos consultórios odontológicos. ( 2 páginas 0 ref. 0 f.) Jada Brasil - Ano: 1999 Cod. A07 . 2 . 5 - 10 1999 - 2 A Rev. Liter
O CAMPO OPERATÓRIO. PROTEÇÃO DE INFECÇÕES PARA PROFISSIONAIS E PACIENTES GUAZATO, M. et al. O protocolo proposto de descontaminação do consultório odontológico tem uma lógica: com a mesma atenção, devem ser estudadas a arquitetura e a desinfecção dos ambientes, a esterilização do instrumental, bem como a higiene do equipamento de trabalho. ( 10 páginas 13 ref. 7 f.) J. Clin. Odont. - Ano: 1999 Cod. D38 . 1 . 5 - 10 1999 - 7 E Rev. Liter
O TAMANHO DO PROBLEMA FERREIRA, B. et al. A OPAS faz balanço da epidemia HIV/Aids nas Américas, sério problema de Saúde Pública que já deixou 8,2 milhões de órfãos. O risco de contaminação de certas doenças infecciosas é maior entre o pessoal de Odontologia. Há procedimentos específicos de proteção para este profissional e seu paciente. ( 6 páginas 0 ref. 4 f.) Rev. ABO Nacional - Ano: 1999 Cod. A06 . 7 . 4 - 9 1999 - 2 C Rev. Liter
RESPONSABILIDADE NO CONTROLE DE INFECÇÃO TEIXEIRA, M. & SANTOS, M. V. O conhecimento científico sobre Controle de Infecção (CI) avançou muito, mas muitos profissionais ainda resistem em implementá-lo integralmente sob variados pretextos. A mesma falta de ênfase pode ser observada nos cursos de Odontologia do País. ( 13 páginas 10 ref. 20 f.) Rev. APCD - Ano: 1999 Cod. A01 . 53 . 3 - 6 1999 - 1 F Rev. Liter
CONTROLE DE INFECÇÃO EM RADIOLOGIA ODONTOLÓGICA CARVALHO, P. L. & PAPAIZ, E. G. Buscamos com esse trabalho orientar o profissional de Odontologia a aplicar os princípios de bio-segurança em Radiologia Odontológica para a redução e/ou eliminação de micro-organismos presentes durante as tomadas radiográficas. ( 3 páginas 10 ref. 3 f.) Rev. APCD - Ano: 1999 Cod. A01 . 53 . 3 - 6 1999 - 11 B Rev. Liter
BIOFILME NA ODONTOLOGIA BONIFÁCIO, K. C. et al. A proposta deste trabalho é explicar a importância do biofilme na microbiologia e no consultório odontológico, mostrar seu mecanismo de formação, a inter-relação do mesmo com outras áreas e apresentando recomendações para minimizar seus efeitos durante os procedimentos odontológicos. ( 6 páginas 18 ref. 1 f.) JAO: J. Assess. Prestação Serv. Odont. - Ano: 1999 Cod. D16 . 3 . 14 - 6 1999 - 4 C Rev. Liter
SALA CLÍNICA IDEAL AMPLIA A SEGURANÇA MENDES, A. A. et al. Cuidados com limpeza, água e ar interferem no sucesso e na segurança do tratamento. ( 6 páginas 0 ref. 9 f.) Rev. ABO Juiz de Fora - Ano: 1999 Cod. B26 . 8 . 10 - 6 1999 - 1 C Rev. Liter
INFECÇÃO CRUZADA ENTRE O CONSULTÓRIO ODONTOLÓGICO E O LABORATÓRIO VIA PRÓTESES CONTAMINADAS PAVARINA, A. C. et al. O objetivo deste trabalho é alertar os profissionais da área odontológica sobre os riscos da infecção cruzada se as próteses não forem desinfetadas. ( 5 páginas 44 ref. 0 f.) PCL: Rev. Bras. Prót. Clín. Lab. - Ano: 1999 Cod. B16 . 1 . 1 - 3 1999 - 14 C Rev. Liter
RECOMENDAÇÕES PARA O CONTROLE DE INFECÇÃO EM LABORATÓRIO DE PRÓTESE ODONTOLÓGICA MATHIAS, S. A. et al. A contaminação direta ou cruzada pode ser evitada pela adoção de procedimentos simples de bio-segurança. Os profissionais devem usar equipamentos de proteção individual, ter especial cuidado com a higiene pessoal e separar as roupas de trabalho das pessoais. ( 7 páginas 13 ref. 15 f.) PCL: Rev. Bras. Prót. Clín. Lab. - Ano: 1999 Cod. B16 . 1 . 1 - 3 1999 - 19 D Rev. Liter
DESINFECÇÃO DE MOLDES: COMO, QUANDO E POR QUÊ NASCIMENTO, W. F. et al. O presente trabalho tem como objetivo conscientizar a classe odontológica dos riscos de infecção cruzada provenientes da manipulação de moldes e modelos de gesso por parte do CD e de toda a sua equipe (principalmente os técnicos de laboratório de prótese), bem como divulgar métodos de desinfecção simples, seguros, rápidos e fáceis, com base numa revisão literária de 20 anos. ( 4 páginas 28 ref. 15 f.) Rev. APCD - Ano: 1999 Cod. A01 . 53 . 1 - 2 1999 - 2 B Rev. Liter
CONTROLE DE INFECÇÃO E ESTERILIZAÇÃO EM ORTODONTIA MEDEIROS, C. R. & NUNES, A. C. M. Este trabalho tem como objetivo fazer um levantamento bibliográfico a respeito do que se tem realizado para obter um eficaz controle de infecção e esterilização no consultório ortodôntico. ( 4 páginas 18 ref. 0 f.) Rev. Goiania de Ortodontia - Ano: 1999 Cod. B25 . 4 . 2 - 2 1999 - 1 B Rev. Liter
CONTAMINAÇÃO ATRAVÉS DE AEROSSÓIS E PERDIGOTOS NO CAMPO OPERATÓRIO DURANTE A RASPAGEM POR ULTRA-SOM HARREL, S. K. et al. Com o aumento da preocupação sobre a qualidade do ar em recintos fechados, está sendo dispensada atenção aos aerossóis e perdigotos produzidos durante os procedimentos odontológicos. Este estudo quantifica a contaminação produzida por raspadores ultra-sônicos durante raspagem in vitro sem refrigeração a água. ( 9 páginas 23 ref. 7 f.) Jada Brasil - Ano: 1998 Cod. A07 . 1 . 2 - 12 1998 - 6 E Rev. Liter
ACIDENTES BIOMECÂNICOS EM BIOSSEGURANÇA RAMOS, N. N. Relataremos, nesse trabalho, algumas situações que envolvem riscos Biomecânicos, que se traduzem em pequenos e corriqueiros acidentes, que ocorrem dentro do consultório odontológico, devido à falta de vigilância do profissional, levando muitas vezes à conseqüências graves para o paciente, o profissional e a auxiliar. ( 5 páginas 2 ref. 10 f.) Rev. Fac. Odont. Valença - Ano: 1998 Cod. E27 . 2 . 3 - 12 1998 - 5 C Rev. Liter
CONTROLE DE INFECÇÃO CRUZADA II TEIXEIRA, M. A autoclave é um aparelho que nos permite submeter instrumentos e objetos ao vapor saturado, sob pressão e temperatura controladas, por determinado tempo. Este é um método de esterilização rápido e eficiente. ( 2 páginas 0 ref. 0 f.) Arq. Dent. Gaúcho - Ano: 1998 Cod. E23 . 5 . 4 - 12 1998 - 1 A Rev. Liter
BIOSSEGURANÇA EM PRÓTESE MIGLIORINI, L. M. et al. O presente trabalho tem como objetivo verificar se, após a publicação da CVS 11, os cirurgiões-dentistas utilizam métodos de desinfecção em prótese. (VI Reunião de Pesquisa e III Seminário de Iniciação Científica da F.O.U.S.P., 11 a 13/11/98). ( 1 páginas 0 ref. 0 f.) RPG: Rev. Pós-Graduação Fac. Odont. USP - Ano: 1998 - RESUMO DE EVENTO Cod. C14 . 5 . 5 - 12 1998 - 121 X Rev. Liter
LIXO AMBULATORIAL AMEAÇA A SAÚDE CRUZ, M. O Brasil ainda desconhece a importância do acondicionamento ideal do lixo e, ao contrário dos países desenvolvidos, não trata a questão com prioridade. A falta de campanhas educativas permanentes acentua a desinformação geral sobre o tratamento adequado dos resíduos e amplia os riscos de contaminação através dos lixos doméstico e da saúde. O lixo produzido nos consultórios médicos e odontológicos oferece perigo à população e, na maioria das vezes, não é acondicionado de maneira segura. ( 8 páginas 0 ref. 11 f.) Rev. ABO Juiz de Fora - Ano: 1998 Cod. B26 . 7 . 9 - 11 1998 - 1 D Rev. Liter
PAPEL DO MEIO BUCAL NA TRANSMISSÃO DO HIV - 1 SHUGARS, D. C. & WAHL, S. M. O vírus da imunodeficiência humana adquirida tipo 1, ou HIV-1, é raramente transmitido através da boca, ao contrário de outras regiões de mucosas. Esta revisão sintetiza os vários fatores considerados influentes na transmissão oral do HIV, focalizando a secreção a mucosa que contém uma proteína inibidora de porteasse, produzida por leucócitos, o SLPI. ( 8 páginas 49 ref. 4 f.) Jada Brasil - Ano: 1998 Cod. A07 . 1 . 1 - 10 1998 - 5 D Rev. Liter
CONDUTAS ADOTADAS POR CIRURGIÕES-DENTISTAS NO CONTROLE DA INFECÇÃO CRUZADA GRECCO, D. Este estudo é uma amostra das condutas adotadas pelos Cirurgiões-Dentistas frente ao controle da infecção cruzada. ( 14 páginas 33 ref. 52 f.) JBC: J. Bras. Odont. Clínica - Ano: 1998 Cod. B19 . 2 . 11 - 10 1998 - 12 F Rev. Liter
CONTROLE DE INFECÇÃO NO CONSULTÓRIO LIMA, S. N. M. et al. O Prof. John Molinari, Presidente do CDC de Detroit, USA, na abertura do Congresso da ADA, em Orlando 1997, reafirmou, de forma enfática, que a biossegurança nos consultórios odontológicos é um dos aspectos mais importantes a serem estudados e postos em prática pelos dentistas no final desse século. ( 1 páginas 0 ref. 1 f.) J. ACDC / Campinas - Ano: 1998 Cod. B10 . 10 . 86 - 10 1998 - 5 A Rev. Liter
CONTROLE DE INFECÇÃO CRUZADA TEIXEIRA, M. Nesta edição serão abordados os recursos de limpeza e alguns aspectos sobre esterilização. ( 3 páginas 0 ref. 0 f.) Arq. Dent. Gaúcho - Ano: 1998 Cod. E23 . 5 . 3 - 10 1998 - 2 B Rev. Liter
MONITORAMENTO FÍSICO NO PROCESSO DE ESTERILIZAÇÃO EM ESTUFA E AUTOCLAVE MELO, N. S. F. O. & GARAFANI, E. C. O monitoramento do ciclo de esterilização é parte do processo para um controle de infecção eficiente e eficaz. Faz parte deste monitoramento a aferição dos equipamentos durante todo o ciclo de esterilização. Sendo o monitoramento físico parte do processo de esterilização, este trabalho tem por objetivo definir o método de monitoramento físico dos ciclos de esterilização de estufas e autoclaves através de uma revisão de literatura. ( 6 páginas 22 ref. 13 f.) Odontologia / Ensino e Pesq. - Ano: 1998 Cod. D32 . 3 . 2 - 7 1998 - 6 C Rev. Liter
CONTROLE DE INFECÇÃO CRUZADA (CIC) TEIXEIRA, M. Uma vez conhecidas as variáveis sobre as quais teremos de atuar para a realização do CIC, devemos estabelecer os meios a serem adotados em uma seqüência lógica de implantação. ( 2 páginas 0 ref. 0 f.) Arq. Dent. Gaúcho - Ano: 1998 Cod. E23 . 5 . 2 - 6 1998 - 4 A Rev. Liter
HIGIENE NO MANUSEIO DE MATERIAIS RESINOSOS RANDALL, R. Em odontologia, a dermatite, proveniente de sensibilidade da pele ou de uma alergia ocupacional por contato, pode ser causada por diversos materiais de uso clínico diário como resinas, luvas de látex, produtos químicos usados em raio-x e produtos de limpeza desinfetantes. ( 1 páginas 5 ref. 0 f.) Fenestra / 3M - Ano: 1998 Cod. D09 . 5 . 10 - 6 1998 - 6 A Rev. Liter
PERIGO INVISÍVEL FERREIRA, B. O consultório dentário continuará apresentando riscos de contaminação enquanto a prevenção não for considerada prioritária e fundamental por todos os envolvidos, inclusive pacientes. Métodos corretos de esterilização, incluindo as peças de mão, reduzem os riscos a praticamente zero. ( 4 páginas 0 ref. 4 f.) Rev. ABO Nacional - Ano: 1998 Cod. A06 . 5 . 6 - 1 1998 - 3 B Rev. Liter
CONTROLE DE INFECÇÃO NA FACULDADE DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE DE PASSO FUNDO MORAES, J. C. et al. O objetivo deste artigo é destacar a importância do controle de infecção no atendimento odontológico, medida que protegerá a equipe odontológica e os pacientes dos riscos de infecção. Transcrevem-se as normas de atendimento adotadas na Faculdade de Odontologia da Universidade de Passo Fundo. ( 5 páginas 16 ref. 0 f.) Rev. Fac. Odont. Univ. Passo Fundo - Ano: 1997 Cod. E08 . 2 . 2 - 12 1997 - 6 C Rev. Liter
PREVENÇÃO DA ENDOCARDITE BACTERIANA: RECOMENDAÇÕES ATUAIS ABRAHÃO, J. M. B. et al. O objetivo deste artigo é apresentar as recomendações atuais da Associação Americana do Coração referentes à prevenção da endocardite bacteriana em procedimentos odontológicos. ( 5 páginas 0 ref. 3 f.) Rev. Bras. Odont. - Ano: 1997 Cod. A02 . 54 . 6 - 12 1997 - 16 C Rev. Liter